7 erros fatais de gestão de estoque que devemos evitar

Uma boa gestão de estoque é um dos pilares para o sucesso de um negócio. Descuidos na armazenagem dos produtos podem reduzir as vendas, aumentar custos e, assim, prejudicar a rentabilidade. Apesar disso, são frequentes os equívocos cometidos nessa área tão importante.

Pensando nisso, listamos neste post os principais erros que devem ser evitados na gestão de estoque para não comprometer o funcionamento adequado de uma empresa. Ficou curioso? Acompanhe o texto e boa leitura!

1. Comprar produtos em excesso

compra dos produtos para a composição do estoque deve ser feita de forma coerente e planejada, e não com base em especulações ou por impulso. A compra excessiva de mercadorias pode representar custos extras, já que elas se depreciam com o passar do tempo, além da chance de danos, que tornam sua comercialização impossível.

No caso de alimentos, esse problema é ainda mais grave, já que esse gênero de produtos normalmente possui um prazo de validade extremamente curto e demanda custos de armazenamentos maiores.

Para evitar que tais problemas atinjam seu estoque, mantenha um controle rígido do que está sendo armazenado e uma avaliação cuidadosa antes da compra dos produtos, em especial os sazonais, como aqueles relacionados com datas comemorativas.

2. Deixar faltar produtos

Por outro lado, também é problemático deixar algum produto faltar no estoque, fazendo com ele não esteja disponível no momento da aquisição do consumidor. Tal falha, que representa perda de vendas para a concorrência, recebe o nome de ruptura de estoque.

Existem algumas formas de prevenir essa ruptura. Primeiro, é preciso ter uma ideia de quantos e quais produtos, em média, costumam sofrer com isso. Para isso, compare o total de itens normalmente disponíveis no estoque com o número de produtos que estão faltando. A partir disso, é possível definir índices e metas para diminuir as ocorrências do tipo.

Depois, planeje melhor as compras, considerando um estoque de cobertura, a sazonalidade das vendas e a demora na entrega de determinadas encomendas. Por fim, mantenha uma estratégia caso um produto venha efetivamente a faltar.

3. Ignorar inventários periódicos

Ignorar a elaboração periódica de inventários é outro erro comum cometido por quem precisa gerenciar um estoque. Isso acontece principalmente pela ideia de que fazer um inventário é um desperdício de tempo ou algo demasiadamente complicado.

Um bom inventário deve fazer a confrontação entre a quantidade de produtos disponíveis com aquela anotada nas formas de controle utilizadas. Dessa forma, as informações estarão sempre atualizadas, retratando com mais fidelidade a situação do estoque.

Inventários permitem também um melhor controle de perdas, identificando produtos com problemas, seja por roubo, dano ou expiração do prazo de validade. Isso evita que as prateleiras sejam abastecidas com mercadorias em condições inadequadas.

4. Manter uma base de cadastro sem padrão

De nada adiante manter controles atualizados ou elaborar inventários com a periodicidade correta se o cadastro dos produtos é feito sem nenhum padrão. Um dos equívocos mais comuns é o cadastramento de itens iguais com códigos ou descrições diferentes ou incompletas.

Essas incongruências nas informações facilitam a ruptura de estoque e prejudicam o comerciante, que fica na dúvida se determinado produto está realmente em falta ou apenas foi cadastrado de outra forma.

Por isso, não negligencie a descrição de cada produto. Certifique-se que tais descrições contenham o maior número possível de detalhes. Quanto mais informações, mais fácil será o trabalho e menor o número de erros.

5. Desconsiderar o tempo médio de estocagem 

Adotar critérios errados de monitoramento é outro erro frequente. Muitos gestores se equivocam ao controlar o conteúdo dos estoques a partir do valor financeiro ou pelo número de itens armazenados, o que não é uma boa ideia. Saber que existem R$ 10 mil em mercadorias ou 1500 itens guardados são informações que, por si só, não significam muita coisa.

O critério mais adequado para o monitoramento de um estoque é o tempo médio de estocagem. Como o próprio nome diz, esse parâmetro fornece a informação de quanto tempo um produto fica, em média, na empresa até ser comercializado. Com esses números em mãos, torna-se mais simples a identificação dos produtos que possuem giro mais rápido e precisam ser repostos com frequência, em detrimento daqueles que permanecem mais tempo armazenados.

6. Desprezar softwares de gestão de estoque

Boa parte dos erros listados até aqui podem ser minimizados com a adoção de softwares de gestão eficientes. Eles substituem o trabalho feito manualmente, que é inviável diante da grande quantidade de informações gerada pela administração de um estoque.

Bons softwares possibilitam que todas as informações pertinentes sejam centralizadas e acessadas em tempo real, de qualquer local, agilizando a execução de tarefas e reduzindo custos. A tomada de decisões ganha eficiência, já que fica mais fácil controlar pedidos de reposição, o inventário, além das entradas e saídas de mercadorias.

7. Descuidar do espaço físico

Tão importante quanto o controle do estoque é a manutenção de boas condições de armazenamento dos produtos, preservando a qualidade do que está sendo estocado e também zelando pelo bem-estar dos funcionários que trabalham nesse setor.  Por isso, atente-se à limpeza do espaço e aos cuidados necessários para prevenir acidentes.

Para evitar os acidentes de trabalho, indique e demarque claramente os locais que oferecem riscos e reforce a necessidade da utilização dos equipamentos de proteção individual por todos os colaboradores.

Iluminação e ventilação são outros aspectos importantes para manter o bom estado do estoque. Ambientes mal iluminados favorecem os acidentes e facilitam erros nas atividades. Já a ausência de ventilação prejudica a saúde dos funcionários e favorece a ocorrência de incêndios. 

Por fim, não descuide da segurança: sistemas de vigilância inibem roubos e furtos, que podem representar impactos financeiros significativos.

Compreender quais são os principais erros de gestão de estoque é a melhor forma de evitá-los, o que deve ser uma preocupação constante de quem tem essa responsabilidade. Se cometidos com frequência, tais deslizes podem comprometer a saúde financeira de qualquer negócio. Logo, nenhum cuidado é demais!

Quer ter uma ideia de como será o futuro no setor logístico? Então confira quais são as 10 principais tendências em logística!

 

 

Você sabe como escolher a caixa de frutas ideal?

Transportar frutas, assim como outras mercadorias alimentícias, exige um cuidado especial para garantir que o seu produto chegue no cliente final em ótimas condições de consumo, sem impactos para a vida útil e sem riscos para a saúde. Para cumprir esses objetivos, é preciso escolher a caixa para frutas ideal.

São diversos fatores que devem ser considerados na hora de escolher a embalagem, pensando não apenas no processo de logística como um todo – armazenamento, movimentação e transporte –, mas também na apresentação do produto e da marca.

Entre esses fatores, destaca-se a escolha da caixa para armazenar as frutas. Neste artigo, abordamos as regras legislativas a respeito do assunto, o material e os formatos de caixa apropriados. Boa leitura!

As regras: o que a legislação brasileira diz

Antes de realmente escolher a caixa ideal, é preciso, acima de tudo, saber o que diz a legislação brasileira para atuar de maneira correta. A lei da embalagem defende que o recipiente deve atuar como uma ferramenta de proteção, movimentação, identificação, exposição do produto e atração de clientes.

Para que isso seja possível, o Ministério da Agricultura instituiu as seguintes características físicas para as embalagens:

  • devem ser descartáveis ou retornáveis;
  • as medidas externas devem ser sub múltiplas de um metro por um metro e vinte centímetros e as caixas devem permitir o empilhamento;
  • não podem ser fonte de contaminação ou de impactos mecânicos às frutas;
  • o peso bruto da embalagem não pode ser superior a 25kg.

Portanto, tenha essas informações sempre em mente na hora de definir o seu produto e a embalagem correspondente.

O material: caixas em papelão ondulado

O papelão ondulado é um material extremamente comum, e grande parte dos produtos consumidos são normalmente embalados e entregues nesse tipo de recipiente. O fato é que, raramente, estamos atentos à informação de que a ondulação contida nessas caixas atua como proteção para o produto transportado e oferece acolchoamento em cada uma das superfícies.

Em uma caixa para frutas, essa proteção é obrigatória, pois ela garante o conforto do fruto, evitando danos causados por choques mecânicos e minimizando perdas no momento do transporte ou do manuseio. Além disso, o papelão ondulado também facilita a ventilação dos alimentos e evita a proliferação de pragas, por ser uma embalagem descartável, além de ser ecológica, por ser reciclável.

No Brasil, há diversos tamanhos de ondulações, que variam desde 1,2 mm a 5,0 mm. A escolha do tamanho depende do uso final que esse recipiente terá e da resistência exigida. Por exemplo, morangos, tomates e mamões são mais frágeis, e por isso requerem mais proteção, enquanto abacaxis e melões sofrem menos com danos mecânicos.

Caixa para frutas: os diversos formatos à disposição

Caixas corte e vinco

Esse tipo de caixa oferece um aspecto estético diferenciado, pois é personalizado de acordo com o projeto. Por isso, essa embalagem é considerada adaptável para qualquer necessidade, pois tem tamanhos, cortes, encaixes e layout customizáveis. 

Um dos maiores benefícios dessa embalagem é o seu uso como ótimo cartão de visitas do seu produto ao consumidor. Você pode personalizá-la de acordo com a sua marca, com logos, desenhos e cores determinadas.

É comum encontrar, por exemplo, frutas que possuem cores fortes, como morangos e caquis, expostas em pequenas caixas do tipo corte e vinco, customizadas não só no formato, mas também nas cores, com o objetivo de atrair ainda mais a atenção do cliente. Assim, basta pegar uma caixinha e levar as deliciosas frutas para casa.

Caixas corte e vinco podem também dispensar o uso de produtos para fechamento, já que em muitos casos as frutas são posicionadas e a caixa faz a função de bandeja aberta e display para os produtos.

Portanto, vale a pena fazer o cálculo para investir nesse formato pois, embora o custo de produção algumas vezes seja mais alto (sobretudo quando envolve a confecção de um molde de corte específico), a economia vinda através da conservação correta das frutas e alimentos perecíveis mais o design exclusivo e chamativo acabam compensando.

Caixas para frutas de maleta comum

O modelo maleta é uma das embalagens mais versáteis e comuns do mercado, pelo fato de servir como recipiente para a maioria das coisas, desde alimentos até eletrônicos. Por isso, é possível encontrá-la nas mais diversas dimensões, carregando desde pequenas frutas até alimentos pesados.

Essa caixa conta com um fundo mais resistente, pensado exatamente para o transporte e empilhamento, sem riscos da maleta romper e danificar o produto. Outra vantagem desse formato é que a sua montagem é extremamente simples, o que pode impactar diretamente na melhoria do tempo gasto dentro da cadeia de produção.

Caixas tipo maleta diferenciada

Dentro da classificação das caixas em formato maleta, é possível encontrar alguns modelos diferenciados, desenvolvidos para atender necessidades diferentes, mas sempre mantendo as características de praticidade e resistência da maleta. Todos os modelos permitem furações para ventilação ou display de produtos. Entre alguns dos modelos, estão:

Caixa sem aba superior

Esse modelo permite a total exibição e o manuseio de frutas, pois não tem uma superfície que as cubra. No entanto, fique atento à exposição que o produto sofrerá ao meio ambiente e avalie se essa embalagem é adequada para o tipo de transporte e empilhamento do seu negócio.

Caixa com aba total

Todas as abas que fecharão a caixa contam com a mesma largura da abertura da caixa, e cada aba consegue cobrí-la totalmente. Dessa forma, ao fechar-se completamente, a superfície superior se dará em múltiplas camadas de papelão ondulado, tornando a caixa ainda mais resistente.

Caixa telescópica

Essa é uma caixa com a tampa desconectada, ou seja, sempre que necessário, é possível deixar a abertura da caixa totalmente aberta, sem a interferência das abas na visualização e manuseio das frutas.

Caixa com aba normal

A mais tradicional das caixas tipo maleta, trantando-se basicamente de uma caixa cujos limites das abas de fechamento se encontram bem no meio da abertura da caixa (onde em geral é passada uma fita adesiva para as fechar).

Caixa com aba parcial

Caixa cujas abas, ao fecharem-se sobre a caixa, deixam uma fenda bem no meio, entre elas. Esse modelo é muito utilizado para exposição, pois a abertura funciona como display de produtos, além de favorecer a ventilação, sendo especialmente útil para alimentos. Por se tratar de uma abertura pacial, ainda oferece considerável proteção ao que estiver sendo transportado em seu interior.

Caixa com aba transpassada

Com abas um pouco maores que as do modelo com aba normal, a característica que define esse modelo é a largura de suas abas, fazendo com que elas ultrapassem um pouco os limites umas das outras ao serem fechadas, o que confere um reforço na área do fechamento. A idéia é semelhante a da caixa modelo com aba total, com a diferença que aqui uma aba não cobre toda a abertura da caixa. Para ter uma visualiação mais clara desses modelos, visite nosso site.

Agora que você já conhece as vantagens do papelão ondulado e dos vários formatos de caixa para frutas, basta avaliar a aplicação de cada opção de acordo com o seu negócio e identificar qual deles pode trazer os resultados esperados. Com tantas opções, consultar quem conhece o assunto pode também ser uma boa ideia na hora de escolher a caixa para frutas mais alinhada às exigências da sua empresa.

Gostou de saber mais sobre como escolher a caixa para frutas ideal para o seu negócio? Se você acha que essas dicas são úteis para outros profissionais do seu ramo, compartilhe este conteúdo nas redes sociais!

Como encontrar o melhor fornecedor de caixa de papelão?

A escolha de um fornecedor de caixa de papelão é uma decisão estratégica que deve ser tomada com muita cautela. Foi-se o tempo em que os fornecedores eram vistos apenas como meros vendedores de insumos. Afinal, o gestor moderno procura, antes de qualquer coisa, um parceiro comercial.

Apesar de toda a importância do tema, muitas empresas ainda encontram dificuldades ao longo do processo. Isso acontece, em grande parte, devido ao desconhecimento de alguns critérios básicos que devem ser levados em consideração no momento da escolha.

Com isso em mente, elaboramos um artigo explicando tudo o que você precisa saber antes de fechar o negócio. Confira na sequência!

Qualidade

Além de proteger a mercadoria de danos ocasionados por impactos ou pela própria exposição aos elementos, a embalagem é o primeiro contato que o cliente tem com o produto. Assim, é com ela que, muitas vezes, inauguramos o relacionamento com clientes e com o público em geral.

Portanto, uma boa caixa de papelão de papelão deve ser resistente e bonita. Um indicativo de que a embalagem possui os padrões de qualidade desejáveis é o atendimento a normas de padronização nacionais e internacionais — as normas da ABNT e do ISO 9001.

Dentro desse contexto de resistência e estética da embalagem, o cliente deve ficar de olho também na qualidade da impressão e na composição da chapa de papelão utilizada para confeccionar as caixas. O ideal é que o fornecedor trabalhe com o papelão ondulado, devido a sua resistência e maleabilidade.

Com isso, aumentam as chances de o produto chegar até o consumidor final sem nenhum tipo de avaria e com a caixa de papelão apresentando um bom aspecto, que inspire no cliente o desejo de consumir.

É claro que tudo isso também depende de muitos outros cuidados no armazenamento e transporte, mas trabalhar com materiais de qualidade é um pré-requisito. Além disso, as caixas de papelão com boa qualidade facilitam bastante o trabalho de todos os envolvidos na cadeia de suprimentos, reduzindo perdas e aumentando a produtividade.

Atendimento

Além da qualidade da caixa de papelão, não podemos nos esquecer de que o atendimento e a comunicação também são fatores muito importantes para o sucesso da parceria. Um bom fornecedor está preocupado em ouvir e entender a demanda do cliente.

O perigo do mau atendimento é que ele pode minar a relação comercial com o passar do tempo — e não instantaneamente, como acontece quando a qualidade da embalagem não é boa, por exemplo.

Vale lembrar, ainda, que o bom atendimento não é um diferencial, mas uma obrigação de todo e qualquer fornecedor — embora, lamentavelmente, nem sempre isso ocorra na prática cotidiana.

É preciso entender que bom atendimento e simpatia são conceitos que têm alguma relação, mas não são sinônimos! A educação e a cortesia são elementos indispensáveis, mas o bom atendimento deve abarcar também muitas outras qualidades e uma estrutura adequada.

A título de exemplo, podemos pensar naqueles fornecedores que investem muito no treinamento dos colaboradores, promovendo palestras e workshops, mas não investem em tecnologia.

Nesse caso, por mais atenciosos que sejam os atendentes, a comunicação pode se tornar um verdadeiro castelo de cartas se não houver um bom software de gestão de clientes dando amparo às operações.

Afinal, todo cliente sabe o quanto é desgastante (e caro) ter que repetir as mesmas informações para diferentes representantes do fornecedor e, mesmo assim, correr o risco de não receber o produto da forma exata como havia solicitado.

Compromisso com o cliente

É preciso destacar a importância de procurar parceiros comerciais que tenham como prioridade o sucesso de seus clientes. 

Na MM Embalagens, por exemplo, o foco de todas as atividades empresariais está voltado para a satisfação dos clientes. Entendemos que o nosso sucesso depende do sucesso do cliente, e não de meros números em uma planilha de vendas.

O fornecedor preocupado apenas em fechar a venda geralmente tenta encaixar as necessidades do cliente dentro de moldes genéricos previamente elaborados. Quando o foco é no parceiro, o esforço é no sentido de adaptar a estrutura e os processos internos para fazer o melhor possível para quem busca solução.

Referências

Além de todos os critérios anteriores, a empresa pode, também, procurar referências sobre o novo fornecedor. Quantos e quem são os clientes que ele atende? São empresas sérias e conhecidas pelo seu compromisso com a qualidade? O que eles têm a dizer sobre o fornecedor de caixa de papelão?

Isoladamente, o mero fato de um fornecedor ter muitos clientes não significa, necessariamente, que ele presta um bom serviço ou oferece um bom produto. No entanto, levar em conta esse tipo de referência é sempre melhor do que dar um tiro no escuro — ainda mais se a empresa não está disposta a correr riscos com as embalagens.

História e trajetória

Outra forma de reconhecer um bom fornecedor é olhar para o passado da empresa, tentando traçar a trajetória que a levou para o ponto em que se encontra no presente.

Isso pode evitar que sua organização venha a se envolver em uma parceria com um fornecedor cuja conduta comercial é pouco conhecida ou que apresentam um estado periclitante e pouco confiável. O ideal é sempre se envolver com empresas que geralmente entregam aquilo a que se propõe.

A MM Embalagens está há mais de dez anos no mercado e é uma das empresas que mais cresce no setor, movimentando cerca de 400 toneladas de papelão todos os meses, entre acessórios e caixas de papelão ondulado de diversos formatos, tamanhos, com ou sem impressão, personalizações a pedido de clientes, tendo a supervisão de um moderno laboratório interno de qualidade para garantir a aplicação de normas ABNT e ISO 9001. Consolidamos tradição, excelência e valores competitivos no atendimento a indústrias pesada, farmacêutica, alimentícia, moveleira, agronegócios, distribuidoras, entre outras, totalizando mais de 5000 empresas já atendidas.

Fornecedor de caixa de papelão – uma escolha planejada

Não existem fórmulas mágicas para encontrar o melhor fornecedor de caixa de papelão. Uma decisão acertada depende, em larga escala, do bom senso e da sensibilidade do gestor responsável pela compra das embalagens. Entretanto, quando utilizamos os critérios acima, a chance de cometer erros é indiscutivelmente menor!

E então, achou o texto útil? Agora que você já conhece as principais características de um bom fornecedor, ganhe tempo e entre em contato conosco. Nossos atendentes estão prontos para ajudá-lo a encontrar a embalagem ideal para o seu negócio!

 

Como conservar e armazenar produtos de limpeza?

Manter o estoque sempre organizado é uma estratégia determinante para o sucesso de qualquer organização, mas também é uma prática que interfere diretamente na conservação e qualidade das mercadorias. Por isso, saber armazenar produtos de limpeza é tão importante quanto vendê-los ao consumidor final.

Por serem tóxicos e até mesmo inflamáveis, os produtos de limpeza e similares precisam ser conservados e armazenados em áreas específicas de um supermercado.

Quer saber como? Então confira as nossas dicas e veja como armazenar produtos de limpeza corretamente, além de descobrir a importância da embalagem nesse processo. Confira!

Qual a importância de saber como armazenar produtos de limpeza?

O armazenamento correto de materiais de limpeza é fundamental para manter a organização do ambiente e evitar possíveis acidentes, pois tais produtos apresentam substâncias tóxicas nocivas à saúde humana se entrarem em contato com a pele ou olhos.

Além disso, outros motivos são muito importantes para a realização de uma armazenagem adequada. A seguir, listamos os principais.

Otimiza espaço

Quando se tem um espaço muito pequeno, qualquer centímetro ganho é útil. Assim, uma organização eficiente permite um melhor aproveitamento do espaço. Então, utilize recursos que facilitarão e melhorarão essa organização como:

  • prateleiras;

  • armários;

  • ganchos;

  • cestos;

  • suportes, dentre outros.

Esses itens facilitam na organização do seu material de limpeza e ajudam a manter a segurança dos seus produtos, isso porque é muito importante manter alguns materiais separados dos demais.

Reduz riscos

A separação de determinados materiais é importante justamente por reduzir o risco de acidentes. Alguns materiais reagem entre si, gerando gases tóxicos prejudiciais à saúde — um exemplo muito claro disso é o vinagre e a água sanitária, que jamais devem ser misturados, podendo gerar ardência e problemas respiratórios severos.

Esses produtos também devem ser protegidos do sol e do calor, devido a alguns desses materiais serem inflamáveis, impedindo o risco de explosões.

Um outro cuidado que deve ser evitado é a mistura de produtos de limpeza com alimentos, a fim de evitar os riscos de contaminação.

Traz mais segurança

Um armazenamento eficiente traz mais segurança para você e todos que permanecem nesse ambiente. Uma vez que esses produtos devem permanecer fora do alcance de crianças.

Frequentemente são vistos em noticiários matérias sobre pessoas que se feriram por uso ou consumo inadequado dos produtos químicos. Crianças que ingeriram líquidos perigosos e pessoas que causaram explosões misturando tais materiais.

Assim, é necessário programar o armazenamento dos produtos de limpeza de forma adequada. Portanto, essa tarefa deve ser tratada com grande seriedade e responsabilidade.

Evita desperdícios

Com o estoque bem organizado fica mais fácil verificar os materiais que realmente estão em falta, o que evita a compra desnecessária de produtos para o estoque. Permite, também, não perder o produto por conta da sua validade, já que com o grande volume de produtos, a sua empresa corre o risco de não vendê-los antes que se encerre o prazo de validade.

Além do mais, é necessário verificar se todos os produtos permanecem bem fechados, para evitar a perda para o ambiente — em se tratando de materiais que se evaporam facilmente.

Faz com que durem mais tempo

Ao passo que uma boa armazenagem evita desperdícios, ela também faz com que o produto dure mais já que você estará de olho:

  • em sua validade;

  • na vedação do produto;

  • se estão afastados de umidade ou do calor, pois esses fatores consomem esses materiais.

Facilita na hora de localizá-lo

A organização dos seus materiais de limpeza impossibilita a perda de tempo para localizar o produto. Uma armazenagem eficiente permite a identificação rápida e ágil do produto que você está precisando naquele momento. Isso fará com que a produtividade de toda a equipe seja otimizada, melhorando, inclusive, a imagem do seu negócio perante seus consumidores.

Quais os produtos que mais causam riscos à saúde?

A maioria dos materiais de limpeza levam em suas fórmulas produtos químicos muito fortes, capazes de causar irritações, alergias na pele e problemas respiratórios.

Quando em contato com a pele, olhos ou nariz provocam sintomas como:

  • ardor;

  • coceira;

  • vermelhidão;

  • descamação da pele;

  • tosse.

E em casos mais graves:

  • inchaço;

  • surgimento de bolhas;

  • falta de ar.

Alguns dos produtos de limpeza que costumamos ter em casa são mais perigosos. Veja alguns exemplos.

Amaciante de roupas

Muitos amaciantes de roupas contêm em suas fórmulas o amoníaco — uma substância que, quando recebe calor, libera o gás amônia, causador de irritações na pele, nos olhos e das vias respiratórias.

Muitas pessoas desencadeiam reações alérgicas ao produto por ficarem muito próximas ao nariz. Esse produto costuma não ser indicado para lavar as roupas do bebê, por exemplo, pois ainda não tem o sistema imunológico completamente formado.

Água Sanitária

O hipoclorito de sódio, presente na composição da água sanitária, é uma substância muito perigosa. Ele libera o gás cloro, mesmo que em baixa concentração. Esse gás provoca dores de cabeça, lacrimejamento e irritação das vias aéreas. Se a pessoa tiver problemas de asma, o contato com a água sanitária pode piorar ainda mais o seu quadro.

Desentupidores de ralo

Em muitos desentupidores de ralos está presente em sua composição a soda cáustica e nitrato de potássio e, com isso, formam uma mistura corrosiva, por isso, é necessário ter cautela na sua utilização.

Da mesma maneira que o querosene e outras substâncias à base de solventes, os desentupidores são inflamáveis e podem provocar irritações nos olhos e na pele. Em doses mais altas, podem levar até a morte.

Lava Roupas

Em diversos sabões para lavar roupas, o bórax, também conhecido como borato de sódio, é parte constituinte de sua fórmula, também muito utilizado nos sabões de limpeza em geral. Esse produto provoca efeitos negativos em relação à libido e reprodução, conforme estudos científicos revelaram. O motivo é a sua interferência no sistema hormonal. Além disso, causa irritação na pele e nas mucosas.

Uma boa opção como produto de limpeza é utilizar ingredientes naturais, como o bicarbonato de sódio, suco de limão, vinagre e sal. Esses materiais podem ser utilizados no lugar do bórax e proporcionarão o mesmo resultado.

Como armazená-los adequadamente?

Armazene com segurança os materiais de limpeza

Como visto, uma armazenagem inadequada de produtos de limpeza pode causar sérios problemas aos seres vivos em geral, por isso, é necessário armazená-los em locais apropriados.

Sendo assim, faça a sua devida organização, utilizando os itens citados para a otimização do seu espaço e:

  • mantenha os produtos em locais arejados para evitar a formação aerossóis contaminantes;

  • evite a reutilização de embalagens de modo a evitar contaminações;

  • não misture produtos, use um de cada vez, a fim de prevenir reações químicas incompatíveis entre eles.

Separe os produtos de limpeza em categorias

Para facilitar o reconhecimento e, até mesmo, a retirada de produtos no estoque de um supermercado, por exemplo, é essencial separar cada item de acordo com suas principais características e composições.

Dessa forma, categorize cada mercadoria em setores, incluindo produtos para limpeza de roupas, chão, cozinha, entre outros itens. Ao seguir essa estratégia, o supermercado ainda terá a chance de identificar com mais facilidade quais são os produtos que estão em falta no estoque, além daqueles que têm giro alto, sem depender de softwares para isso.

Por outro lado, manter os produtos do mesmo grupo em um mesmo lugar é uma prática que também pode evitar alguns acidentes dentro de um estoque. Entre eles está a possibilidade de algum item ser avariado e, assim, misturado com outros produtos que apresentam composições químicas divergentes.

Nesse caso, o resultado poderá ser catastrófico, já que a mistura de alguns elementos pode provocar intoxicações, alergias, pequenas explosões, entre outras reações perigosas para a saúde dos funcionários e clientes do supermercado.

A mesma dica vale para a exposição de produtos nas prateleiras, sendo indispensável organizá-los para que o consumidor não fique confuso no ato de compra.

Fique atento à temperatura do ambiente

O local onde os materiais de limpeza são armazenados no estoque de um supermercado também influencia diretamente na sua conservação e durabilidade.

Lembre-se de que os ambientes úmidos podem deteriorar as embalagens e comprometer seu estado natural, da mesma forma que os locais quentes são capazes de provocar reações químicas nos produtos.

Para os produtos inflamáveis, como o aerosol, entre outros itens que contêm álcool, o cuidado precisa ser ainda maior, considerando que esse tipo de material não pode ser armazenado em lugares com temperaturas muito elevadas, a fim de evitar qualquer tipo de explosão.

No geral, a dica é manter o estoque em temperatura ambiente, com o objetivo de conservar os produtos de limpeza. Se necessário, reserve um espaço separado para armazená-los com maior segurança.

Mantenha os produtos de limpeza longe de alimentos

Os materiais de limpeza precisam estar sempre armazenados longe dos produtos alimentícios, ou seja, em prateleiras de estoque distintas. Essa separação também é obrigatória nas prateleiras de venda, já que podemos perceber que ambos os produtos estão sempre em corredores diferentes.

Entretanto, vale lembrar que, embora estejam vedados, alguns materiais de limpeza podem sofrer pequenas avarias ou, até mesmo, vazamentos e, por isso, precisam ser guardados bem longe de qualquer tipo de alimento para evitar possíveis contaminações e riscos à própria saúde dos clientes que comprarão os alimentos.

Armazene os materiais em prateleiras superiores

Parece óbvio, mas os produtos de limpeza e similares precisam ser armazenados sempre nas prateleiras superiores dos supermercados, incluindo detergentes, desinfetantes, cloro, álcool, entre outros itens que são tóxicos e podem despertar a atenção das crianças quando estão expostos em lugares de fácil acesso.

Portanto, posicionar esses itens em gôndolas superiores é uma questão importante para evitar acidentes, como uma criança abrir um produto e ingeri-lo, por exemplo.

Além disso, é interessante ressaltar que essa estratégia de organização também pode favorecer as vendas, já que os clientes terão uma melhor visualização dos produtos (que ficarão próximos à altura dos olhos), o que influenciará de maneira positiva em sua decisão de compra.

Antes de armazenar produtos de limpeza, leia o rótulo

Alguns produtos têm especificações importantes que acompanham sua embalagem. Por esse motivo, ler os rótulos com frequência é um hábito que pode ajudar no armazenamento e conservação dos materiais de limpeza, levando em consideração que alguns produtos apresentam descrições mais exigentes.

No entanto, além de fornecer as informações necessárias para a armazenagem correta, os rótulos também têm um papel importante no controle de validade, o que permite acompanhar manualmente os itens que estão próximos do vencimento e precisam ser descartados com urgência.

Vale lembrar que um simples produto vencido ou mal conservado pode causar sérios riscos à saúde, o que também compromete a organização do estoque e, consequentemente, a credibilidade do estabelecimento no mercado. No entanto, felizmente, podemos contar com a ajuda de algumas diretrizes úteis que podem tornar o armazenamento o processo mais simples e prático.

Lembre-se de que os produtos de limpeza que estão vencidos podem ter sua eficiência comprometida e, ainda, causar riscos à saúde, como vômitos e dores de cabeça para quem os adquire.

Informe-se sobre a importância da embalagem

O correto armazenamento dos materiais de limpeza também depende das suas embalagens. Responsáveis por oferecer a proteção necessária, elas precisam ser resistentes, a fim de impedir qualquer tipo de corrosão química.

No geral, as embalagens de plástico ou polietileno são as mais utilizadas em itens de limpeza, pois são menos vulneráveis à ação de reagentes químicos, normalmente encontrados em produtos, como a água sanitária e o detergente.

Além disso, as embalagens precisam oferecer a segurança necessária para o transporte, tanto para o armazenamento em estoque ou prateleiras quanto para o manuseio do próprio cliente.

Portanto, adquirir mercadorias com embalagens suspeitas não é um bom investimento para o supermercado, além de oferecer grandes prejuízos que podem resultar em perda de produto, avarias, reclamações do cliente etc.

Como mostramos, armazenar produtos de limpeza é uma estratégia importante para garantir a satisfação e segurança dos clientes, além de manter o estoque organizado e seguro para os funcionários. Todavia, é essencial adquirir mercadorias com embalagens resistentes e de qualidade.

Então, gostou do nosso post sobre como armazenar produtos? Agora que você sabe como conservar e armazenar produtos de limpeza, aproveite para conferir também como embalar e armazenar produtos frágeis corretamente!

Conheça o impacto do design sustentável na indústria

Atualmente, o mundo inteiro vem se preocupando com as questões ambientais. Com isso, as indústrias têm investido em propostas ecológicas como o design sustentável, que além de atrair clientes adeptos a esse movimento, demonstra a sua preocupação com o meio ambiente.

Uma das ações de sustentabilidade no mundo corporativo, são os investimentos em embalagens sustentáveis. Por isso, o design sustentável tem sido muito procurado e cada vez mais valorizado, uma vez que permite o uso racional de recursos e ainda promove a estética diferenciada de um produto.

No post de hoje falaremos sobre o impacto do design sustentável na indústria e seus benefícios. Ficou interessado no assunto? Então siga este post até o final e encontre uma solução sustentável para a sua empresa.

O que é design sustentável?

Também conhecido como design ambiental ou ecodesign, é uma metodologia para desenvolver produtos e serviços conforme os princípios da sustentabilidade social, econômica e ecológica.

Consumir é uma necessidade do ser humano. Porém, o uso inteligente (inclusive rentável) dos recursos disponíveis é uma necessidade econômica e ecológica. Mas essa prática sustentável vai além de aspirações imediatas. Ela também promove mudanças na sociedade, modificando os padrões de produção e consumo, por meio de motivações advindas de elementos essenciais alternativos e inovadores do design sustentável.

Esse design deve ser utilizado como uma ferramenta de transformação do pensamento industrial e do consumidor, desenvolvendo práticas que possam agregar-se ao mercado e permitindo um ambiente ideal para o desenvolvimento sustentável de novos materiais.

Quais as suas principais vantagens?

A prática do design sustentável é fundamental para aquelas empresas que já reconhecem que a responsabilidade ambiental é um dos principais fatores para o seu sucesso. Enumeram-se também os benefícios:

  • baixo custo: o reaproveitamento de materiais para a fabricação de novos produtos possibilita uma economia nos custos de sua produção;
  • auxílio ao meio ambiente: menos produtos serão lançados na natureza, minimizando seus impactos, fortalecendo indiretamente a economia, pois a degradação ambiental afeta a todos;
  • reforço de um conceito positivo: essa é uma boa estratégia para o branding do seu negócio, ou seja, para a construção de uma imagem positiva da sua empresa;
  • agrega valor: o design ambiental aumenta a qualidade do seu produto ou serviço, pois valida a sua responsabilidade ambiental, agregando valor ao seu trabalho.

Quais os principais materiais utilizados para desenvolver embalagens sustentáveis?

Embalagens com design sustentável são uma forma de reduzir os impactos causados pelos descartes excessivos, na medida em que podem ser reutilizadas ou recicladas.

São consideradas embalagens sustentáveis, principalmente aquelas obtidas por meio de materiais orgânicos, recicláveis ou reutilizáveis, que não necessitam de muita energia e recursos naturais para a sua produção e que, após a sua utilização, os impactos ambientais são menores. A seguir citamos alguns desses tipos:

Papelão

Embalagens de papelão são sustentáveis, pois elas podem ser facilmente reaproveitadas. Elas são elaboradas principalmente para a proteção, carregamento e transporte de materiais. Além disso, já é possível a sua utilização até mesmo como móveis.

Entre os principais benefícios das embalagens de papelão, está o maior tempo de aproveitamento do material, suportando de quatro a sete reciclagens. Uma outra excelente vantagem é a economia de energia para a sua produção. 

Paletes

Um outro material sustentável que vem sendo muito utilizado são os paletes — muito usados pela indústria para a montagem de cargas e para o transporte de diversos materiais.

Os paletes são estrados de madeira que podem ser reciclados e transformados em lindos móveis como sofá, cadeiras, mesas, dentre outros. O principal benefício para esse tipo de fabricação é o seu baixo custo.

Pets

Desenvolvidas para substituir as embalagens de vidro, por serem mais leves e mais baratas, as garrafas PET surgiram no final da década de 80. Antigamente, não havia uma solução para a sua reutilização, o que fazia com que elas se tornassem grandes vilãs da natureza.

Atualmente, ele é aproveitado pelas indústrias têxteis, construção civil e na fabricação de móveis. As garrafas também viraram utensílios domésticos, como pufes, poltronas e vassouras. O PET é muito utilizado, principalmente pelo artesanato, para o desenvolvimento de peças criativas de decoração. Esse é realmente um material multifuncional!

Pneus

Os pneus também já foram grandes causadores de problemas para o meio ambiente. Eles geravam transtornos para a saúde humana e também para a qualidade de vida. Algumas das maneiras encontradas para diminuir esses problemas foram a reciclagem e o reaproveitamento.

As indústrias reciclam pneus e deles extraem produtos que podem ser utilizados no asfalto, por exemplo. Empreendedores criativos utilizam o pneu para a criação de móveis, utensílios de bastante durabilidade e artigos para a decoração.

Qual o impacto do design sustentável na indústria?

Atualmente, qualquer empresa que não esteja disposta a implantar ou discutir aspectos sustentáveis no seu processo de produção tem grande chance de perder espaço no mercado, já que a sociedade tem se conscientizado cada vez mais da importância de iniciativas que não agridem o meio ambiente.

Muitas empresas já tiveram suas imagens danificadas por participarem de produções que envolviam questões prejudiciais à natureza, como a emissão de grande quantidade de poluentes emitidos no ar ou o uso de madeira não legalizada para o comércio — o que é previsto como crime ambiental.

Desse modo, o design sustentável impacta diretamente a imagem da empresa. Além do mais, ela pode utilizar essa ideia a seu favor, uma vez que a maioria da população se preocupa com essa questão. Uma boa maneira de fazer isso é por meio do uso de embalagens com design sustentável.

As embalagens de papelão são uma ótima opção em termos de economia, durabilidade e sustentabilidade. Se a sua empresa é fornecedora de produtos e procura por embalagens diferenciadas e atrativas para o seu consumidor, com certeza esse tipo de embalagem vai satisfazer a sua necessidade.

Agora que você já conhece o impacto do design sustentável na indústria e sabe o seu valor, não deixe de avaliar a forma como você vem tratando o meio ambiente. Mude já as ações que sejam prejudiciais e inove com embalagens sustentáveis para conquistar ainda mais a sua clientela

E então, gostou do nosso post? Conseguiu entender como o design sustentável pode impactar a sua empresa? Caso tenha alguma dúvida, sugestão ou opinião, não deixe de compartilhá-la com a gente! Deixe seu comentário abaixo!

Psicologia das cores: por que sua empresa deve se importar com isso?

Alguns gostam do verde, outros do azul, enquanto há quem prefira o vermelho. Independentemente disso, quase todos possuem uma cor preferida. Mas você já parou para pensar nas emoções, sentidos e intenções transmitidas por cada uma das tonalidades, principalmente na hora de elaborar uma embalagem atrativa para os consumidores? Esse é um dos vários objetivos do campo de estudos chamado de psicologia das cores.

Para explicar detalhadamente como a psicologia das cores funciona e qual sua importância quando o assunto é conquistar a atenção dos consumidores e prospects, apresentamos este post. Confira!

O que é a psicologia das cores?

O que podemos chamar de estudo moderno das cores começou com o físico e matemático Isaac Newton (1643-1727). Newton descobriu, entre outras coisas, que quando uma luz branca incide em um prisma, decompõe-se em um feixe colorido.

Com isso, chegou a conclusão de que todas as cores se unem para formar a luz branca e que as cores dos objetos são definidas pelo fato de que eles refletem mais determinados tons do que outras.

Anos depois, Johann Wolfang von Goethe (1749-1832) formulou a Teoria das Cores, que se aproxima mais dos conceitos utilizados hoje em dia. Para ele, a cor não depende somente dos aspectos físicos do objeto e sim de sua combinação disso com a percepção dos olhos humanos. Isso faria com que a identificação de um determinado tom fosse subjetiva, mas a sua influência igual em todos.

Com isso, podemos definir a psicologia das cores como o campo de estudo que busca identificar e analisar como as cores influenciam o comportamento humano, interferindo nas emoções e nos sentidos.

Ou seja, a psicologia das cores busca entender as tonalidades além de um mero fenômeno ótico, compreendendo sua dimensão a partir de seus significados próprios e de como eles estimulam determinadas reações no cérebro humano. 

Além disso, as cores têm muita relação com as preferências pessoais, diferenças culturais e experiências individuais, fatores que também podem alterar as formas de perceber um objeto ou uma mensagem.

Para entender isso melhor, basta pensar em um exemplo simples que ocorre frequentemente no cotidiano: nossa cultura nos faz relacionar quase instantaneamente a cor preta com a morte e o luto, enquanto associa o branco com a paz, sem que para isso precisemos sequer raciocinar a respeito.

Essa influência das cores pode ser percebida em diversas atividades humanas: nas artes — pintura e cinema, por exemplo , moda, decoração, no design, na publicidade e no marketing, inclusive durante a elaboração de embalagens.

Qual a influência das cores nas embalagens?

Quando falamos que um produto é atrativo, estamos quase sempre nos referindo a questões visuais. Claro que formatos criativos, tatos diferenciados e aromas contribuem, mas o que na maioria das vezes conquista o cliente é o visual, o que inclui a cor. 

E existem dados que comprovam isso. Pesquisa apresentada no Quick Sprout mostra que 92% das pessoas dizem que o visual é o aspecto que mais afeta a decisão de compra e 85% apontam a cor como a razão primária para isso.

Logo, é muito importante escolher com cuidado a cor que predominará em uma embalagem, já que ela precisa despertar o interesse e destacar o produto em meio as diversas opções existentes no mercado.

Como escolher as cores para uma embalagem?

Em um primeiro momento, as cores adotadas precisam combinar com a identidade visual do produto. É inevitável lembrar do exemplo da Coca-Cola e suas inconfundíveis embalagens vermelhas.

Uma embalagem com cores organizadas e bem escolhidas também é capaz de transmitir confiança e a ideia de qualidade ao consumidor. Essa elaboração cuidadosa faz com que a marca seja percebida como um referencial de cuidado e profissionalismo.

Por fim, além de ser um atrativo, as cores podem ser aliadas na transmissão dos valores da marca. Pense, por exemplo, em um sabão em pó biodegradável que quer demonstrar na embalagem sua preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade. Qual cor ele deveria adotar para reforçar essa mensagem?

Seja qual for a cor escolhida, testes e estudos prévios sempre serão necessários para determinar aquelas com maior potencial de trazer bons resultados.

Quais os significados das principais cores?

Para ajudar na transição da teoria à prática, listamos abaixo os significados mais comuns para as principais cores.

Vermelho

O vermelho é uma das mais tradicionais cores do mundo da publicidade e do marketing e desperta sentimentos como amor, paixão e fome. É só pensar nas cores do McDonalds para perceber isso. Também incentiva a urgência e a tomada de decisões rápidas.

Azul

No geral, o azul transmite a ideia de limpeza. Em alguns contextos, ele estimula a criatividade e diminui o apetite. Em tons mais escuros, traz a sensação de sobriedade, segurança e tranquilidade. Relaciona-se ao céu, que sempre está lá, daí a idéia de estabilidade e paz.

Verde

Assim como o azul, reforça a sensação de limpeza, frescor e preocupação com questões ambientais. Também desperta sensações de harmonia e tranquilidade.

Amarelo

Tem a capacidade de aumentar o apetite, do mesmo modo que o vermelho. Por isso está presente em logos de restaurantes, como o já citado McDonalds. Quando utilizada sozinha, reforça o otimismo, além de chamar a atenção em locais onde é preciso ter cuidado.

Preto 

Destaca-se pela sua neutralidade e impessoalidade, além das sensações de medo e mistério. Pode também estar ligada a idéia de poder, autoridade ou sofisticação. Quando combinada com outras cores pode transmitir uma gama de sentimentos, como elegância, inovação ou tradição.

Branco

Tal como o perto, o branco é notório pela sua neutralidade, além da sensação de pureza, simplicidade, calma e tranquilidade. Geralmente é utilizado em combinação com outras cores para reforçá-las e fazer com que elas tenham mais destaque

Cinza 

Outra cor neutra. Mais comum em combinação com outras cores, podendo ser apresentada em tonalidades prateadas, o cinza é muito empregado para ressaltar a solidez e a modernidade de um produto.

Rosa

Tons mais claros de rosa estão relacionados à tranquilidade, delicadeza e romantismo, enquanto aqueles mais fortes dão a sensação de urgência e são adotados para chamar a atenção.

Marrom

Para quem precisa transmitir a sensação de sofisticação e elegância, a recomendação é o marrom. Ele também se relaciona com a natureza e com a ideia de rusticidade, resistência, estabilidade, casa, terra, ar livre.

Claro que este texto é apenas uma pequena introdução para a psicologia das cores, que é um assunto complexo. O importante, no entanto, é compreender sua existência e importância na estratégia de fortalecimento de uma marca e não deixar isso de lado no seu negócio.

Para continuar estudando um pouco mais sobre o assunto, curta nossa página no Facebook e fique sabendo quando novos conteúdos como este forem publicados.

Conheça 4 tipos de embalagens ideais para ferramentas

Se você deseja destacar ainda mais a marca do seu negócio ou proteger bem seus materiais, então invista em embalagens! Além de serem importantes para o acondicionamento correto dos seus produtos, elas também podem atuar como uma propaganda da sua empresa, atraindo cada vez mais consumidores.

O embrulho é a apresentação do seu produto. Ele pode levar consigo informações importantes sobre a sua empresa ou seus itens.

Um material de qualidade e com design inovador pode fazer a diferença para a escolha do cliente, pois ele espera segurança, comodidade e conveniência para o transporte de suas ferramentas.

Por isso, desenvolvemos este post com os principais tipos de embalagens para ferramentas para que você encontre a ideal para a sua companhia. Ficou interessado no assunto? Então siga este post até o final!

Principais tipos de embalagens para ferramentas

O tipo de embalagem adequado para acompanhar o seu produto depende muito das características do material a ser transportado. Na hora de escolher o pacote mais adequado, deve-se levar em consideração fatores como:

  • tamanho;

  • peso;

  • aspectos físicos;

  • temperatura.

A seguir, listamos os principais tipos de embalagem.

1. Papelão

Algumas das principais vantagens oferecidas por embalagens desse tipo é que são leves, versáteis, adaptáveis e personalizáveis, podendo ser encontradas em diversos formatos e cortes diferentes.

Esse tipo de embalagem é muito utilizado pelas indústrias e o comércio para proteger e conduzir materiais. Seu peso e custo de produção costumam ser mais baixos se comparados com outros tipos de materiais, como a madeira, por exemplo.

Em contrapartida, dependendo do nível da umidade a qual a caixa será exposta e do peso excessivo do produto a ser transportado, pode não ser a melhor opção. Por outro lado, mesmo ferramentas grandes e pesadas podem ser acondicionadas em caixas de papelão, bastando utilizar papelão com tipos de onda que suportem maior peso e aplicando acessórios de reforço e proteção, como cantoneiras, acolchoamentos com espumas de EPP (Polipropileno Expandido), etc.

2. Plástico

Embalagens plásticas podem ser moldadas em diversas formas e tamanhos, sendo extremamente adaptáveis ao produto. Por isso, são muito utilizadas pelo mercado. Podem ser desenvolvidas nos formatos de saco, envelope, película (ou filme), engradado, caixa, frasco, garrafa, tubo, entre outros.

Por serem flexíveis, elas conseguem armazenar grande parte dos produtos. Porém esse tipo de embalagem possui como desvantagem o impacto ambiental considerável, visto a dificuldade de biodegradação do plástico na natureza e os apelos da sociedade por um desenvolvimento mais sustentável, podendo ser uma desvantagem competitiva junto a outras empresas eco-friendly.

3. Madeira

Esse tipo de embalagem geralmente suporta mais peso. Por isso, embalagens feitas desse material podem reunir em um único recipiente uma grande quantidade de unidades.

Esse material é geralmente evitado por negócios de menor porte devido a seu maior custo. Outros pontos negativos acerca de sua utilização são o fato de que ele oferece pouca proteção contra a umidade e proporciona baixo conforto no manejo dos produtos pelos clientes.

4. Alumínio

O alumínio é ideal para produtos que não precisam expor seus conteúdos e auxilia na conservação de materiais que necessitem ser protegidos da luz, da umidade, do odor e da ferrugem.

As desvantagens dessa embalagem estão na sua fabricação. O alumínio é derivado da bauxita, que gera um alto índice de poluição durante seu processo de extração. Desse modo, marcas sustentáveis ou eco friendly acabam deixando de utilizá-lo.

Dicas para escolher o material ideal para o seu negócio

A escolha da embalagem ideal vai muito além da sua forma de acondicionar o produto. Mais do que isso, é fundamental que ela se destaque perante o cliente e o impressione com seu design.

Além disso, ela deve proporcionar ao produto segurança, além de zelar pela sua qualidade, conservação e durabilidade durante o transporte e o prazo que ficará em estoque.

Por isso, a companhia que se preocupa com seu produto e quer impactar o seu consumidor deve ficar atenta na hora de escolher o melhor tipo de embalagem para o seu negócio. Nesse contexto, é importante levar em consideração alguns aspectos. Veja a seguir algumas dicas.

1. Veja se o material é resistente

Os produtos percorrem um longo caminho até chegar ao seu destino final. Por isso, é necessário escolher um material bem resistente, capaz de suportar os impactos durante todo o seu trajeto, sem causar prejuízos para a empresa por possíveis danos e sem colocar em risco a saúde do cliente.

Sua função é permitir que o material chegue até o consumidor em perfeitas condições. Para isso, uma embalagem ideal deve proteger os produtos do calor, da umidade e da ação de micro-organismos que possam danificá-los.

2. Aposte no design

Com tanta variedade de produtos disponíveis pelo mercado, a competitividade se torna ainda mais alta. Apostar em um design arrojado e surpreendente pode ser uma boa estratégia para atrair a atenção dos seus consumidores.

Você pode personalizar a sua embalagem de forma original e diferenciada, firmando a sua marca perante os seus clientes. Essa é uma boa oportunidade para aprimorar o branding do seu negócio, o que fortalecerá ainda mais a imagem da sua empresa.

3. Determine a estrutura

Antes de criar a sua embalagem, você deve levar em conta qual é a estrutura mais adequada para carregar o seu produto. Algumas questões devem ser levantadas para auxiliar na determinação da melhor estrutura, como:

  • o que será armazenado na embalagem? Quanto isso pesa? Quais são as dimensões do produto? Quantas peças estarão dentro da embalagem? Elas precisam de proteção?

  • Existem especificações de qualidade ou desempenho? Resistência à água, barreira de graxa, uso externo, segurança infantil, etc.;

  • É necessário um espaço para visualização do seu produto?

  • Qual é o seu orçamento?

  • Qual é a função da embalagem? É um pacote de presente? A embalagem pode ser repassada após a compra?

  • Como será enviado?

  • Quais são os requisitos da prateleira de varejo onde seu produto será colocado? As caixas precisam ser empilhadas?

Com tantas peculiaridades a serem consideradas nessa escolha, é muito importante para o desenvolvimento de embalagens para ferramentas ter a assessoria de empresas especializadas no assunto. Isso permite que você encontre a melhor opção para o seu negócio.

Nós, da Embalagens M2B, somos especializados nesse quesito e podemos lhe ajudar no que você tanto busca. Nossa principal preocupação é desenvolver e fabricar embalagens que gerem negócios para nossos clientes.

Agora você já conhece alguns tipos de embalagens e suas funcionalidades. Você também já sabe de sua importância tanto para acondicionar o seu produto quanto para alavancar as suas vendas, conhecendo igualmente quem pode ajudá-lo, então não perca mais tempo e comece logo a produzir a sua!

Estamos abertos para um papo ou mesmo um orçamento sem compromisso para atender suas necessidades, seja para acondicionar ferramentas ou outros produtos. Teremos grande satisfação em lhe ajudar, esteja à vontade para entrar em contato.

5 modos de usar a embalagem como ferramenta de marketing

Quase sempre, na hora de escolher a melhor embalagem para acondicionar um produto a prioridade recai em opções que ofereçam boa proteção à mercadoria, para que chegue ao seu destino em condições adequadas. E, obviamente, essa é uma precaução que deve ser tomada.

Por outro lado, essa prioridade muitas vezes desperdiça a oportunidade de utilizar a embalagem também como ferramenta de marketing, já que elas são um excelente meio de influenciar a decisão de compra do consumidor. E isso se torna ainda mais importante em um cenário no qual os clientes são tão exigentes, e o mercado, ainda mais disputado.

Em outras palavras, nenhuma oportunidade de demonstrar as qualidades do produto e conquistar clientes pode ser ignorada. Então, se você quer saber como as embalagens se integram a uma estratégia de marketing vencedora, listamos aqui alguns modos de fazer isso! Continue lendo e dê o primeiro passo para tornar seu produto um campeão de vendas:

1. Fazer embalagens reaproveitáveis

Esse é o ciclo da maioria das embalagens: assim que o produto é utilizado, elas vão direto para o lixo. Dependendo da mercadoria, isso acontece em segundos. Para reverter essa situação, entregar ao consumidor embalagens reaproveitáveis é um bom caminho.

Assim ele pode empregá-la para guardar ou carregar outros itens. E, com isso, toda a vez que a embalagem for reutilizada, o cliente provavelmente se lembrará da marca do produto.

Outro aspecto positivo da adoção de embalagens que possibilitam o reaproveitamento diz respeito à questão ambiental: ao não serem descartadas imediatamente, elas geram menos lixo e colaboram com a natureza. Em tempos em que a sustentabilidade ganha importância em várias discussões, tal atributo não pode ser desprezado.

Inclusive, essa estratégia é comumente empregada com sacolas, mas não precisa ficar restrita a elas. Caixas, latas e garrafas também podem ser ótimas embalagens reutilizáveis.

Seja como for, para que o consumidor consiga aproveitar plenamente os benefícios desse tipo de embalagem, ela precisa ser feita de um material resistente e ter um design atraente. Nesse sentido, linhas colecionáveis são sempre uma opção a ser considerada, já que dão ao comprador alternativas na hora da compra.

2. Criar embalagens sofisticadas

Pense em um vinho caríssimo ou em um smartphone de última geração, e em tudo o que eles oferecem a quem paga caro por eles. Agora, pense nesses mesmos produtos apresentados em embalagens descuidadas, que não transmitam nada do requinte que eles carregam, podendo até afastar eventuais compradores. Por isso, investir em uma embalagem sofisticada é uma excelente forma de promover a mercadoria.

De fato, se a embalagem não promove o produto, a promessa das suas qualidades pode não ser suficiente para enaltecê-lo. E isso não está restrito a produtos de luxo: em certos casos, uma embalagem de alto padrão é até mesmo capaz de elevar a percepção de qualidade em torno de determinada marca.

É normal que o consumidor visualize o produto e a embalagem como um único elemento, considerando ambos partes de um todo. Portanto, quanto mais interessante e sofisticada a embalagem for, melhor.

Para isso, podem ser empregados elementos visuais impressos mais elaborados, ou uma montagem e cortes diferenciados — ambos requisitos atendidos pelas caixas de papelão.

3. Adotar embalagens para datas comemorativas

Muitas datas comemorativas são exploradas pelo comércio para incrementar as vendas. Dia das Mães, dos Namorados, das Crianças e o Natal são algumas dessas festas que movimentam as lojas. E, em tais épocas, é preciso esforço para criar táticas para se destacar no mercado.

Uma das estratégias nesse sentido é adotar embalagens com temas e decorações pertinentes às celebrações que estão ocorrendo. Contudo, para fazer isso da maneira correta e usufruir dos benefícios, é necessário planejamento.

Primeiramente, liste todas as datas comemorativas que o produto pode aproveitar. A partir delas, defina os planos para cada época, e inclua as embalagens decoradas nisso.

Então, na hora da criação, implemente designs criativos relacionados à data. Tenha cuidado para não cair em clichês ou somente se igualar à concorrência. Pense sempre no público e o que ele achará interessante.

Por fim, cuide do acabamento, dando prioridade a algo mais refinado. Dependendo do produto, muitos consumidores podem comprá-lo para presentear, assim, uma embalagem mais elaborada ajuda na escolha. Nessas horas, inclusive, formatos novos também são bem-vindos como ferramenta marketing.

4. Escolher embalagens que chamem a atenção

No instante em que o cliente está em frente da prateleira escolhendo o que colocar no carrinho, cada produto tem frações de segundo para chamar sua atenção. Portanto, para conseguir atrair consumidores, sua embalagem deve encontrar formas de comunicar instantaneamente suas qualidades.

Conhecer o público-alvo da mercadoria é indispensável para que isso funcione, uma vez que pessoas diferentes reagem de maneiras distintas e são influenciados de diversas formas.

Algumas podem se sensibilizar com mensagens de tom mais emocionais, enquanto outras são mais centradas e apelam sempre a quesitos racionais, como o peso do conteúdo. Há ainda públicos que se encantam mais com cores e formas.

Questões locais também não podem ser ignoradas. Aspectos culturais que variam de acordo com o estado, região ou país são elementos a serem considerados, principalmente para quem foca nas exportações.

5. Implementar funcionalidades nas embalagens

Vender um produto cuja embalagem mais atrapalha do que ajuda é uma receita certa para perder clientes. Isso torna as embalagens com funcionalidades integradas extremamente importantes em um plano de marketing.

Como o ramo das embalagens se tornou um dos mais inovadores no mercado, é fácil encontrar funcionalidades que se adaptem a diversos produtos e necessidades. Entre as mais simples e já amplamente empregadas, nesse sentido, estão aquelas com sistemas de vedação, abertura e fechamento, ou que podem ser utilizadas durante o preparo, como os recipientes que vão diretamente ao micro-ondas.

Seja qual for a funcionalidade escolhida, ela precisa ser um diferencial do que é oferecido pela concorrência, sob o risco de ser mais do mesmo entre as opções disponíveis.

Enfim, todas essas dicas podem parecer um esforço desnecessário ou um incremento de custo para algo que deveria ser muito simples. Porém, tal pensamento não considera a existência de embalagens de qualidade com preços competitivos. Além disso, manter-se estagnado geralmente custa ainda mais caro.

Como vimos, elaborar um projeto para seu negócio, incluindo a embalagem como ferramenta de marketing, é uma possibilidade com grandes chances de trazer resultados satisfatórios.

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10 principais tendências em logística

Diariamente, a logística assume um papel cada vez mais estratégico nos resultados de um negócio. E é nítido como esse setor avança em ritmo acelerado, seguindo as novidades de diversos ramos da tecnologia.

Muitas vezes, é normal ficar perdido em meio a tantas ferramentas novas. No entanto, é importante compreender que elas podem trazer ganhos de produtividade e eficiência, simplificando atividades que antes demandavam um esforço maior para serem realizadas.

Com o intuito de apresentar diversas inovações que ganham espaço no mercado, listamos, neste post, as principais tendências em logística. Acompanhe!

1. Entrega por drones

Drones são pequenos veículos aéreos, não tripulados, controlados remotamente que se tornaram conhecidos recententementeEles já são usados em outras atividades, como em registros audiovisuais, por exemplo.

Pensando em maneiras de melhorar seus serviços, a empresa norte-americana Amazon idealizou um sistema de entregas utilizando drones. Com esses dispositivos, as entregas seriam feitas de forma mais rápida e barata, principalmente em grandes cidades que possuem o trânsito complicado.

No entanto, ainda existem entraves para a disseminação dessa tecnologia. Alguns deles são as restrições de peso e volume que podem ser transportados e a ausência de legislação específica para a utilização dos drones. 

2. Entrega por carros elétricos

Como a sustentabilidade é um item presente na pauta de várias empresas, diminuir a emissão de gases poluentes na hora de transportar cargas é uma necessidade. Por isso, a adoção de carros elétricos é uma tendência com grandes chances de emplacar.

Além de ser uma tecnologia consolidada e ambientavelmente responsável, veículos movidos a eletricidade oferecem redução de gastos, já que a energia que os abastece é mais barata que os combustíveis. 

A desvantagem fica por conta da baixa autonomia desses automóveis. Como as recargas de bateria são frequentes e demoradas, as entregas ficam limitadas a distâncias curtas.

3. Logística verde

Essa é outra tendência oriunda da preocupação com o meio ambiente. Na logística verde, todos os processos logísticos, do armazenamento até a entrega, são repensados para reduzir o impacto na natureza. 

A logística verde caminha paralelamente com outras práticas, como a logística reversa, em que a empresa fabricante de determinado produto cuida também do seu recolhimento após o uso pelo cliente.

4. Utilização de veículos autônomos

Você certamente já viu notícias sobre os veículos autônomos, os tais carros sem motorista. Embora a tecnologia ainda se mostre incipiente, certamente ela poderá ser utilizada para fazer entregas.

Serão vários os benefícios: redução de custos, entregas mais velozes e a diminuição de acidentes causados pelo cansaço, falta de habilidade ou imprudência dos condutores humanos.

5. Internet das Coisas

Outro termo que ganha popularidade nas notícias de tendências de logística é o de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês). Com a IoT, dispositivos de diversos tipos se conectam à rede e podem ser gerenciados ou monitorados remotamente por meio de computadores, tablets e smartphones.

Na logística, essa tecnologia pode ser amplamente aproveitada. Será possível monitorar a movimentação de produtos e acompanhamento de processos sempre em tempo real, com dados atualizados a todo instante. 

Isso permitirá a tomada de decisões mais rápidas e a identificação de possíveis falhas em qualquer um dos estágios do processo de entrega.

6. Entrega antecipada

Imagine disponibilizar um produto de modo que ele fique o mais perto possível do cliente, antes mesmo que a compra seja efetuada? Por mais surreal que pareça, esse é o objetivo das entregas antecipadas.

Por meio da coleta de dados de clientes, ao longo do tempo, são feitas previsões sobre suas decisões de compra. 

Durante a coleta, vários quesitos são observados, como o número de vezes que determinado produto foi visualizado ou quanto tempo o consumidor passou em cada página do site.

A partir do momento em que um interesse é detectado, o produto sai do estoque rumo ao centro de distribuição mais próximo do cliente. Caso a compra seja concretizada, a entrega que poderia levar alguns dias, será entregue no intervalo de horas.

Embora fique restrita aos grandes centros urbanos e possua custo elevado, certamente haverão consumidores interessados em pagar mais caro por uma entrega extremamente veloz.

7. Entrega compartilhada

Várias empresas vêm se aproveitando da economia compartilhada para reduzir custos, inclusive com logística.

A Uber, por exemplo, além do serviço de transporte de passageiros, já testa utilizar parte dos motoristas para a entrega de pequenas encomendas.

Ou seja, compartilhar entregas consiste na ideia de utilizar frotas terceirizadas para fazer o produto chegar ao seu destino. Tal opção permite economizar com custos de manutenção dos veículos e encargos trabalhistas e pode ser ampliada para outros setores, como o de armazenamento.

8. Automatização de processos

A automatização consiste na substituição da mão de obra humana por máquinas e computadores em processos ou atividades repetitivas.

Além de ganhos com produtividade e eficiência, essa troca diminui o risco de erros e acidentes na hora de movimentar as mercadorias no estoque.

9. Logística 4.0

A logística 4.0 não se resume a utilização de apenas uma ferramenta tecnológica. Ela trata da implementação de sistemas e processos modernos em toda a cadeia.

Entre as suas principais características, podemos citar o acompanhamento em tempo real, a virtualização de todo o processo e a descentralização das atividades.

10. Impressão 3D

E se fosse viável produzir localmente, dispensando a necessidade de transportá-los por longas distâncias? Essa é uma realidade que pode se tornar comum com as impressoras 3D, que imprimem modelos e estruturas tridimensionais, como peças e objetos.

Pense na seguinte situação: um carro quebrado demanda a importação de uma peça para ser reparado. Com alguma sorte, essa peça vai demorar algumas semanas para chegar ao destino.

Nesse caso, a solução seria imprimir a peça com uma impressora 3D em um centro de distribuição próximo à localidade onde houve a solicitação. Em poucos dias, ela estaria disponível para ser colocada no carro.

Além da velocidade, a impressão 3D diminuiria a necessidade da manutenção de grandes estoques de determinados produtos, cuja produção aconteceria de acordo com a demanda.

É normal se sentir desconfiado com essas tecnologias que parecem ter saído de obras de ficção científica. É preciso perceber também que às vezes não conseguimos prever quais delas realmente se consolidarão. Contudo, conhecer as principais tendências em logística é fundamental para não ser atropelado pelo futuro quando ele chegar.

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Embalagem para produtos frágeis: entenda seu papel na logística

A embalagem é primordial para a boa apresentação e plena conservação de uma mercadoria, pois seu manuseio é intenso nas principais etapas da logística: armazenamento, movimentação interna e transporte.

E, quando se trata da embalagem para um produto frágil, os cuidados têm de ser redobrados. A importância do pacote se equipara à do item em si, já que assegura que sua qualidade seja preservada até a chegada às mãos do consumidor.

Quer saber qual o real papel da embalagem para produtos frágeis na logística? Então, continue a leitura!

Proteção da mercadoria

Existe uma grande diversidade de artigos frágeis, desde os triviais — como frutas, legumes, verduras, copos e potes de vidro — até os mais sofisticados, como taças de cristal, porcelanas finas, obras de arte e artesanato. Todos eles requerem cuidados especiais com a embalagem.

Para a proteção dos produtos, são necessários até três tipos de embalagens, dependendo do nível de fragilidade do material. Confira, a seguir, quais são!

Embalagem primária

Como o próprio nome diz, trata-se da primeira camada de proteção do produto. Ela pode ser, por exemplo:

  • um frasco;
  • blister;
  • pote de vidro;
  • lata de aço ou alumínio;
  • saco plástico ou laminado;
  • caixa longa vida (multicamada — papelão, plástico e alumínio);
  • invólucro de papel cartão;

Embalagem secundária

A segunda camada destinada a proteger o produto pode ser a caixa de exposição — individual ou que agrupe certa quantidade apropriada para o consumo —, o engradado, o pote plástico com tampa contendo sachês, por exemplo, ou um pote cartonado, também com tampa e fundo de metal, entre outros.

Essa embalagem vai envolver a primária, aumentando o grau de zelo com o objeto frágil. No caso de itens perecíveis, ela também contribui para o aumento da vida útil.

Embalagem terciária

A salvaguarda definitiva da mercadoria é proporcionada por essa camada protetora: a caixa de transporte, que agrupa várias caixas de exposição, podendo ser container, caixa de madeira ou mesmo caixa de papelão ondulado de estrutura resistente.

É ela que garante que o produto seja acondicionado na quantidade máxima possível, sem riscos de sofrer danos por abertura acidental ou incidentes. Desse modo, é possível otimizar o custo-benefício do transporte.

Além disso, tal embalagem tem de ter o peso adequado para facilitar seu manuseio pelos carregadores ou clientes — ou seja: deve respeitar aspectos ergonômicos.

Praticidade ao desembalar

Outro ponto a ser considerado quanto à embalagem para produtos frágeis é que ela deve possibilitar uma fácil retirada. O pacote não pode rasgar de forma involuntária, pelo simples manuseio, e nem exigir acessórios sofisticados para sua abertura.

A embalagem também não pode escorregar das mãos de quem manuseia o produto, já que uma queda colocaria tudo a perder. Lembre-se de que a facilidade do transporte e a qualidade da embalagem, de qualquer dos três tipos, também contribuem para a preservação da mercadoria frágil.

Comunicação com o público

A embalagem deve conter informações necessárias para todos os públicos envolvidos em seu manuseio, seja durante o transporte, o armazenamento ou o uso.

O papel da comunicação é desempenhado pelo rótulo, silk, encarte — instruções de uso, bula, receita e manual — e pelas inscrições nas caixas. Mas que tipo de comunicação o produto frágil deve transmitir para cada público? Veja abaixo!

Para o público em geral

É preciso gerar a percepção e o reconhecimento da marca, ou seja, destacar seu produto em meio aos concorrentes. Isso pode ser feito por meio de uma identidade visual singular, perante os consumidores atuais e os clientes em potencial.

Chamar a atenção é imprescindível para que, quando vir o produto, o público possa relacioná-lo a suas necessidades ou seus desejos de consumo. Assim, a fragilidade da mercadoria não se tornará um empecilho para a compra.

Um bom design de embalagem contribui para a valorização do que está dentro dela. O cliente se predispõe a pagar mais caro pelo item em virtude da sofisticação ou sentimento que a aparência do pacote evoca

Vale salientar que, quando o consumidor percebe a alta qualidade da embalagem, ele presume que o produto nela contido apresenta o mesmo nível de excelência. Isso enriquece a experiência que ele tem com a marca e pode até promover sua fidelização.

Para os transportadores e armazenadores

É necessário apresentar a simbologia padrão da indústria que indica quais são os cuidados a serem tomados com o produto frágil.

  • Direção de posicionamento das caixas: a posição correta impede dobras, abaulamentos ou amassamentos das caixas e os consequentes danos à mercadoria.
  • Empilhamento máximo: essa indicação não permite que seja colocado peso excessivo sobre a caixa, capaz de estragar o produto que ela contém.
  • Forma de amarração das caixas: é a imagem que demonstra como posicionar as caixas em cada camada do empilhamento. Aplicando essa disposição, a pilha de itens frágeis fica aprumada e estável, evitando quedas, perdas e acidentes;
  • Manuseio com delicadeza: essa orientação faz com que as caixas sejam manuseadas com o máximo cuidado, sem arremessos, choques ou impactos.
  • Proteção contra sol, temperatura ou chuva/umidade: essa instrução impede que a mercadoria seja exposta a intempéries que possam prejudicar sua qualidade, seu funcionamento ou sua conservação.

Para o cliente final

É preciso haver informações sobre cuidados no transporte, durabilidade e características da mercadoria — marca, modelo ou tipo, cor, quantidade e/ou peso —, dentre outros esclarecimentos.

A embalagem também pode conter receitas para despertar maior interesse pelo produto, instruções de uso e cuidados para sua conservação. Isso facilita a vida do consumidor/usuário final.

Bônus: 7 cuidados essenciais no transporte de um produto frágil

Como vimos até aqui, a embalagem adequada faz toda a diferença na distribuição e na comercialização de produtos frágeis. No entanto, o transporte desses itens é considerado um grande desafio logístico, uma vez que uma circulação descuidada pode causar enormes prejuízos, perdas e danos às mercadorias. 

Por isso, além de caprichar na embalagem, a empresa deve se preocupar com boas práticas de transporte. Afinal, vale lembrar que, se algum problema acontecer durante a remessa, a imagem da companhia e a satisfação de seus clientes estarão comprometidas. 

Para ajudar, confira, a seguir, 7 das principais dicas para um transporte seguro de produtos frágeis.

1. Opte por embalagens de qualidade

Quando o assunto é o transporte de cargas frágeis, tudo começa com uma boa embalagem. Ela precisa ser resistente e de altíssima qualidade.

Portanto, o papelão ondulado é o mais indicado. Além disso, é interessante que os pacotes sejam do mesmo tamanho, facilitando o empilhamento e a organização das caixas dentro do veículo. 

Outro aspecto importante é o lacre: use-o sempre que necessário e garanta que tudo esteja firmemente selado. Esse detalhe evita que o conteúdo rompa a embalagem e seja danificado durante o trajeto. 

2. Embale cada item individualmente

Mesmo que os produtos sejam acomodados em embalagens robustas, o ideal é que, na medida do possível, cada item seja protegido de forma individual primeiro. 

Plástico bolha, almofadas de ar, espumas de EPP, divisórias, espaçadores, calços e cantoneiras são bons recursos para envolver objetos que tendem a quebrar mais facilmente, como garrafas de vidro, ovos ou quadros. Esses materiais são capazes de absorver impactos e impedir que a forma dos produtos seja alterada. 

No caso de artigos farmacêuticos ou alimentícios, os cuidados devem ser redobrados. Isso porque, além da fragilidade, eles são perecíveis.

A validade e a consistência de tais itens podem ser prejudicadas se o transportador responsável desconsiderar aspectos como as condições climáticas e a umidade dentro do caminhão. Por vezes, é recomendado adotar veículos que tenham um compartimento refrigerado

Nesse setor, os danos podem acontecer de diversas formas e, por isso, o transporte deve ser criterioso. Artigos aquosos ou líquidos correm o risco de vazar ou escorrer se não forem acomodados corretamente, contaminando o conteúdo restante no veículo. 

Para redobrar a segurança, é oportuno envolvê-los com algum tipo de material absorvente que controle vazamentos. Ressaltamos, ainda, a importância de transportar itens com outros que possuam características semelhantes — no caso de algum problema, isso pode ajudar a amenizar danos.

3. Adote o empilhamento colunar

Cerca de 70% da força estrutural de uma caixa de papelão reside em suas arestas ou cantos. Sabendo disso, o empilhamento colunar se torna a melhor prática. Esse tipo de empilhamento acontece quando as caixas são posicionadas precisamente umas sobre as outras, buscando alinhar suas arestas (que são suas colunas).

Pilhas de caixas sobrepostas utilizando esse arranjo alcançam melhor resistência, pois ocorrerá uma melhor distribuição do peso nas áreas mais fortes das embalagens (as arestas), o que reduz as chances de quebras ou amassamentos, algo essencial sobretudo para objetos frágeis.

Ressalta-se, ainda, que para o empilhamento colunar funcionar com o máximo de eficiência, é importante que as caixas possuam o mesmo tamanho, seja na largura ou altura.

Procure evitar o tipo de empilhamento trançado (onde cada caixa é posicionada por sobre outras duas, no meio delas). Nessa forma de empilhamento, o peso fica concentrado na junção das caixas de baixo, sobrecarregando-as e podendo gerar nelas esmagamento. Lembrando que todo esse cuidado ao empilhar caixas só funciona em superfícies adequadas (portanto, fuja de pisos irregulares).

4. Escolha parceiros especializados

A transportadora parceira deve ter expertise na distribuição de produtos frágeis. Caso esse serviço seja internalizado, certifique-se de que sua equipe receba o treinamento adequado para lidar com cada etapa do processo. 

Os danos podem acontecer por conta não somente do transporte em si, mas como resultado de outras etapas, como empacotamento, carga e descarga. 

Dependendo do trajeto e do volume de itens, uma mesma caixa pode ter que ser manuseada diversas vezes ao longo do caminho. Um time de profissionais especializado e experiente ajuda bastante a reforçar a qualidade do transporte

Ao mesmo tempo, uma vez que lidar com esse tipo de carga faz parte de seu dia a dia de trabalho, a equipe conseguirá perceber falhas — e corrigi-las — de modo mais eficiente e rápido. Também será possível implementar melhorias, tornando a distribuição ainda mais segura. 

5. Aprimore as formas de acomodar a carga

Uma iniciativa básica, mas que pode passar despercebida, é seguir a ordem natural das coisas e acomodar cargas leves ou sensíveis sempre por cima das que são mais pesadas. Na hora de colocar as mercadorias no caminhão, um descuido do tipo pode causar um alto prejuízo. 

Além disso, intensifique a segurança das embalagens de produtos frágeis, envolvendo-as com outros materiais (como plástico, isopor ou mantas). Isso é especialmente útil para produtos eletrônicos, geralmente sensíveis, sobretudo ao contato com líquidos. Preencha os espaços vazios entre as caixas com recursos firmes e amortecedores, evitando movimentações excessivas ou colisões. 

Por mais trabalhoso que isso pareça ser, todo tipo de ideia que favoreça a precaução é válido para o sucesso do transporte. 

6. Prenda bem o conjunto 

Uma vez arrumadas dentro do caminhão, verifique se as pilhas de caixas estão bem protegidas e fixadas. O intuito é checar suas condições e evitar quedas ou choques que possam acontecer conforme o veículo passa por curvas e terrenos acidentados ou aumenta a velocidade. 

Por mais que seja necessário otimizar o espaço na carroceria, prefira fazer pilhas com uma altura razoável e acomodar as caixas próximas umas das outras de forma inteligente, como se estivesse encaixando os elementos de uma construção. 

Colunas enormes de pacotes podem escorregar ou tombar no meio da estrada. Além do risco de ter seu conteúdo quebrado, as embalagens podem cair por cima de outras e danificar os demais produtos. Portanto, planeje bem a forma como vai agrupá-las no caminhão e prenda o conjunto firmemente, usando instrumentos apropriados, como gaiolas ou cordas. 

Outro conselho importante é cuidar para não carregar em demasia o veículo e ter problemas com excesso de peso. Respeitar os limites é crucial para fazer entregas bem-sucedidas. 

7. Considere o uso de tecnologia qualificada 

A tecnologia aplicada à logística se torna cada vez mais essencial nos dias de hoje. Esse é considerado um fator imprescindível para agregar valor ao transporte e torná-lo mais competitivo. 

Para garantir a segurança e a qualidade da distribuição de suas mercadorias sensíveis, adote softwares de rastreamento de carga e monitoramento — ou contrate-os com transportadoras que invistam em inovação. 

Tais sistemas permitem um acompanhamento em tempo real do status da movimentação de produtos. Além deles, tecnologias como a telemetria viabilizam o controle remoto do desempenho dos condutores. 

Desse modo, os gestores têm como saber se questões como excesso de velocidade ou frenagens bruscas — que podem acometer cargas frágeis — estão, de fato, acontecendo e quais medidas precisam ser tomadas. 

Quando pensamos em uma embalagem para produto frágil, todos os holofotes convergem para o grau de proteção e conservação que ela vai proporcionar. Esse, sem dúvida alguma, é um ponto crucial para tal tipo de mercadoria. 

Com as condições ideais e boas práticas de transporte, as empresas são capazes de contornar os desafios comuns da distribuição de mercadorias sensíveis e garantir que elas cheguem ao destino com a integridade necessária para deixar o cliente satisfeito.

Gostou de aprimorar seus conhecimentos sobre a logística necessária a um produto frágil? Que tal descobrir, agora, como garantir a segurança no transporte de mercadorias? Até a próxima!