Principais dúvidas na hora de adquirir embalagens para sua empresa

Você sabe dizer desde quando o celular deixou de ser somente telefone e tornou-se um objeto que integra câmera, microfone, gravador, agenda, calendário, relógio, televisão, calculadora, lanterna e tudo o mais que os aplicativos permitirem? A convergência de serviços é tão comum que até nos acostumamos com tantas funcionalidades em um único produto! Por isso, é importante que cada parte dele tenha o seu valor, não importa qual seja sua finalidade. E hoje vamos tirar suas dúvidas sobre embalagens.

É possível acompanhar essa tendência de mercado e tornar as suas embalagens multifuncionais? Que outros papéis elas podem incorporar? Posso realmente aumentar o volume das minhas vendas simplesmente investindo em uma nova apresentação? É disso que trataremos agora! Continue a leitura.

Quais são os tipos de embalagens?

Entre as principais dúvidas na hora de adquirir embalagens para sua empresa está a que se refere ao tipo de embalagem. Conheça os mais comuns que existem no mercado:

Caixa de papelão

A caixa de papelão é utilizada para transportar produtos, sejam eles já embalados ou não, como é o caso do sabonete. Ele tem a embalagem voltada para atrair o consumidor final, mas precisa também de outro tipo de recipiente maior, para ser levado em fardos da fábrica para a distribuição, e daí para os mercados espalhados pelo Brasil.

Pensando nisso, a caixa de papelão cumpre bem esse papel. Ela é um tipo de embalagem padrão que qualquer fabricante precisa contar, pois facilitará a logística de entrega dos produtos até as prateleiras.

Geralmente, as caixas de papelão são em formatos retangulares ou quadrados para facilitar o empilhamento. Elas contam com informações relevantes sobre os produtos para orientar distribuidores e comerciantes em geral. Por isso, o lote, marca, validade e quantidade devem ficar bem explícitos. Na maioria das vezes, essas informações são inseridas por impressão monocromática e saem a um preço bem acessível.

Tetra Pak

O sucesso da tetra pak rende até hoje muitos estudos de caso. A invenção é patenteada e nasceu em 1951 da ideia do sueco Ruben Rausing que havia morado nos Estados Unidos na década de 1920. Durante esse tempo, ele viu a popularidade dos supermercados self-service, algo inédito na Europa. Isso despertou nele o potencial para a comida embalada. Foi assim que surgiu essa ferramenta para acondicionar e preservar os alimentos.

Atualmente, a tetra pak é empregada nas indústrias de laticínios, como creme de leite, leite condensado e chantilly; no ramo de bebidas, como sucos de soja e iogurtes; e dos alimentos em conserva, como milho verde, ervilha, extratos de tomate etc.

Essa embalagem pode ser feita em três tipos de materiais: papel-cartão, polietileno e folha de alumínio. O trio oferece bastante resistência, principalmente contra luz e temperatura externas.

Cartucho

Esse é o tipo de embalagem mais comum no mercado. Ele é mais flexível que uma caixa de papelão, entretanto oferece mais resistência que uma folha comum de papel. Cereais, perfumes, chás e fósforos vêm nesse formato. Exemplos clássicos que utilizam embalagem do tipo cartucho são as caixas de creme dental ou de remédios.

O ideal é que tenha travas, aberturas, alças ou tampas para se destacar no mercado. Contudo, o cartucho só é utilizado para produtos sólidos, jamais para líquidos ou cremosos. 

Em geral, esse material é ótimo para imprimir sua marca e abusar das cores e informações, pois ele suporta bem.

Sleeve

Em português, o nome desse tipo de embalagem significa luva. E a ideia é justamente essa: que a embalagem fique justinha ao seu conteúdo. Para exemplificar, é só pensar nas garrafinhas duras de iogurte ou nos frascos de desodorante roll-on.

Também encontramos esse tipo nos sabões líquidos, amaciantes, alvejantes, potes de achocolatados e refrigerantes em garrafas pet.

A vantagem da sleeve é que ela oferece sua área completa para a impressão de informações sobre o produto. É mais ganho em exposição da marca no ponto de venda para atrair o consumidor final.

Stand-up

Sabe o famoso refil de café? Geralmente ele é embalado por stand-up. Esse tipo de embalagem permite que o produto fique em pé na prateleira, o que garante maior exibição para o seu público.

Entre suas características estão ser mais maleável e possibilitar diferentes formatos. Alguns são metálicos para proteger os alimentos, como extrato de tomate, sabonete líquido ou leite em pó, mas também podem ser transparentes para exibir o seu interior, como embalagens de azeitona em conserva, sementes de chia ou ração para seus pets.

Alguns fabricantes apostam em versões com zíper plástico que, mesmo depois de aberto, pode ser lacrado de forma segura pelo usuário. Isso é ótimo para manter a crocância e proteger os alimentos de insetos.

Qual é a importância das embalagens?

Investir em embalagens é influenciar diretamente a cadeia de produção, distribuição, venda e consumo do produto. É ela que vai garantir a integridade do seu conteúdo até o cliente final, além de facilitar outros aspectos importantes para a indústria, como o armazenamento, distribuição, identificação e rastreabilidade.

Uma embalagem bem feita é segura e atrativa para todos. Ela conta com design e informações que atendem às expectativas da legislação, clientela e distribuidores. Qualquer gestão moderna e com metas de crescimento claras deve buscar embalagens com esses atributos.

O que as embalagens podem fazer pelo meu produto?

Se você investe em tecnologia, produção, estoque, logística e marketing sabe que o seu produto final necessita de uma ótima apresentação. Do contrário, o trabalho anterior de todos os outros setores desanda.

Uma embalagem agrega valor e traz praticidade, conveniência, facilidade de uso, conforto, segurança, proteção ao produto, personalização e atende às determinações das leis que regem o seu ramo.

O que são embalagens funcionais?

Lembra-se do celular? Há muito ele não é só telefone. Assim também é a tendência para as embalagens. Elas precisam ser funcionais, ou seja, oferecerem algo mais, além de somente proteger o produto.

Um exemplo claro é quando a sua sobremesa congelada já vem com uma paletinha ou a sua batatinha frita possui um pequeno recipiente para o molho. Isso soma valor ao produto. É incrível quando a caixa de pizza vira um jogo de tabuleiro ou o pote de vidro transforma-se em um lindo vaso decorativo. Pense nisso!

Espero que suas dúvidas sobre embalagens tenham sido sanadas, e você fomente na sua empresa a necessidade de inovação e sustentabilidade. Compartilhe este artigo nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a conhecerem a relevância deste assunto.

Como manter a qualidade na entrega de seus produtos? Confira aqui!

O cliente final está em busca de compras que consigam oferecer uma boa relação entre custo e benefício. O valor agregado é o que ele percebe como sendo este benefício e o valor em troca, o preço pago, tem que fazer sentido. Assim, a solução oferecida precisa valer mais do que o custo do produto.

Ainda que o preço seja um fator bastante importante na tomada de decisão de algumas compras, a qualidade na entrega também é fundamental para que se consiga fidelizar o consumidor. A experiência do cliente vai do início da compra até o recebimento do que foi prometido.

Para conseguir fazer com que essa experiência seja positiva o suficiente para conquistar o cliente, e fazer com que o mercado veja com bons olhos os produtos comercializados, algumas boas práticas de mercado devem ser consideradas pelos gestores.

Abaixo, ensinaremos o que é preciso para conseguir manter a qualidade quando for entregar seus produtos e tornar essa experiência única para o cliente. Confira!

Garanta a integridade dos produtos

Quando um consumidor compra algo, a expectativa é receber tudo exatamente como foi ofertado. Portanto, qualquer desconformidade irá proporcionar um clima de descontentamento e a perda de credibilidade.

Um item que chega avariado para o cliente pode gerar também custos de logística reversa e prejuízos financeiros, já que o maior custo está atrelado ao transporte de mercadorias.

Ainda que o comprador não se dê o trabalho de reclamar e pedir uma possível substituição da encomenda, se o produto estiver com algum tipo de amassado ou arranhado e ele resolver aceitar mesmo assim, possivelmente não voltará a fazer novas compras.

Por tudo isso, é muito importante que se tomem os cuidados necessários com a forma de se embalar e acondicionar as mercadorias. No caso de alimentos e bebidas, a preocupação deve ser redobrada, pois há riscos à saúde dos clientes por questões de prazo de validade e contaminação.

O investimento em bons fornecedores de embalagens deve ser avaliado com cuidado para que se consiga evitar problemas desta ordem. Vale a pena ainda ressaltar a importância do design de produtos.

Respeite o tempo de entrega

Outro problema muito sério quando o assunto é qualidade na entrega, é a questão do prazo. O contexto moderno é marcado por muito dinamismo e ansiedade. Todos querem tudo e agora. Não há espaço para atrasos nem margem para muitos erros.

Sendo assim, uma empresa que quer ter clientes fiéis e satisfeitos, precisa cumprir todas as datas programadas. Isso exige organização e um bom sistema de gestão.

Como a demanda pode ser muito flutuante, para evitar a ruptura de estoque, alguns gestores acabam majorando seus inventários de forma a garantir uma sobra de materiais que consiga suportar um aumento repentino de demanda.

O problema desta prática é que os gastos com manutenção e a imobilização de recursos podem custar muito ao grau de lucratividade do negócio.

Uma solução que pode ser avaliada é a terceirização da gestão de estoques. Mesmo que seja um pouco mais difícil fazer isto para os itens comercializados, é possível encontrar opções interessantes quanto se fala em gestão de estoques de embalagens de papelão.

Ofereça entregas personalizadas

Falando ainda um pouco sobre o momento competitivo do mercado, é importante ressaltar a crescente personalização dos produtos e serviços. O que era somente um discurso copiado e sem muita veracidade até poucos anos atrás, hoje é uma lei de mercado que precisa ser seguida.

Quanto mais personalização, melhores as chances de vendas e de fidelização do público-alvo de uma empresa. Buscando fazer pesquisas e entender melhor quem são os clientes, departamentos de marketing e vendas conseguem trabalhar o negócio de forma a conseguir proporcionar experiências cada vez mais pessoais.

Na hora de cuidar da qualidade na entrega de produtos, esta personalização não pode ficar de fora. Cada detalhe pode contar muitos pontos à favor da empresa que se empenha em atender aspectos particulares de cada cliente. Nesse sentido, dois exemplos podem ser destacados.

O primeiro é a preocupação com uma embalagem totalmente personalizada. Com técnicas modernas e uma impressão de altíssima qualidade, é possível hoje entregar uma caixa de papelão muito bem desenvolvida como foco todo voltado para o consumidor final.

O segundo é que nenhum produto é vendido sem que exista, mesmo que minimamente, um nível de serviços envolvidos. Por isso, uma abordagem interpessoal adequada é algo em que vale a pena investir. Um treinamento que garanta atendimento correto e com gentileza, bem como jogo de cintura para resolver problemas faz toda a diferença.

Tenha uma estrutura eficiente de armazenagem

Quanto maior for a organização interna da armazenagem de produtos, melhor. Insumos e componentes, quando for o caso, também não ficam de fora desta boa gestão de recursos.

Depois dos gastos com transporte, normalmente, é a armazenagem que vem em segundo lugar. Além de influenciar no volume de despesas, ela também afeta diretamente a eficiência da qualidade na entrega.

Um estoque que seja bem planejado favorece o rápido envio de mercadorias aos clientes logo que o pedido é gerado. Exigindo menos tempo de processamento, a logística interna economiza etapas de processo e consegue colocar rapidamente à disposição do transporte o pedido requisitado pelo mercado.

Para ter certeza de que cada tarefa esteja funcionando dentro do desejado, considerando agora todo o processo até o recebimento pelo cliente, muitos gestores têm investido em sistemas de rastreio de entregas. Com estes números nas mãos, é possível encontrar gargalos nas atividades e conferir se todo o sistema está trabalhando como deveria.

Por meio da mensuração de resultados e a aplicação do PDCA, a diretoria da empresa tem como conferir se a forma de armazenagem está adequada e também buscar ajustes que potencializem o negócio.

Tudo isso tem como principais objetivos minimizar desperdícios, aumentar a margem de lucro do negócio e conseguir agradar clientes disponibilizando, dentro do tempo acordado, produtos com boa integridade.

Considerando essas preocupações e dicas de como ajustar as rotinas de trabalho do dia-a-dia da sua empresa, suas chances de ter melhores resultados serão bem maiores.

Gostou deste conteúdo? Tem mais dicas, perguntas ou experiências para compartilhar conosco? Deixe seu comentário logo abaixo. Queremos saber como anda a qualidade na entrega da sua empresa.

Como melhorar o processo de compra de materiais para a sua empresa? Aprenda aqui!

O processo de compra de materiais dentro de toda empresa deve ser tratado sempre com bastante atenção. Além de utilizar o capital de giro do negócio drenando recursos de outras áreas, ele afeta diretamente o ritmo de produção.

O assunto é tão importante que muitas consultorias empresariais dedicam um tempo considerável somente para conferir se o sistema de compras está funcionando adequadamente. Por interferir diretamente na logística, cada real economizado pode ajudar a empresa a ter mais perspectiva de sucesso no futuro.

Sobre o tema, alguns aspectos podem fazer a diferença na administração do empreendimento. A seguir confira os principais cuidados a serem tomados.

Escolher bons fornecedores

A primeira coisa a se fazer para garantir um fluxo de compras mais seguro é escolher bem os fornecedores com quem trabalhar. Todo gestor de empresa tem como responsabilidade economizar o máximo possível nas operações internas, mas é preciso avaliar o risco de cada tomada de decisão com bastante cuidado.

Uma parceria com fornecedores confiáveis e que tenham uma qualidade de produtos adequada à demanda da empresa vale muito mais do que uma lista de fornecedores baratos, mas que não conseguem oferecer a segurança das operações.

O correto é testar até encontrar boas parcerias que tragam benefícios para ambas as partes. Assim, negociações ficarão mais fáceis e imprevistos serão menos difíceis de serem resolvidos. Quando os participantes da cadeia produtiva têm um bom alinhamento, todos saem ganhando.

Fazer sempre a previsão de demanda

Em toda organização, ter um bom planejamento é o segredo para o melhor aproveitamento de oportunidades e a diminuição de custos desnecessários. No caso do processo de compra de materiais a história não é diferente.

Ao fazer a previsão de demanda de aquisições da empresa, um gestor atento maximiza a utilização do espaço disponível na planta da organização reservando apenas o necessário para os estoques. Ele também consegue garantir que o ritmo de produção não será prejudicado por momentos de espera à chegada de insumos, componentes ou embalagens.

Para ter mais precisão em relação às quantidades de volumes de itens necessários e quanto aos prazos, deve-se contar com controles de materiais bem estruturados. Um sistema de informação moderno pode fazer toda a diferença.

Controlar o estoque

Ter uma grande quantidade de estoque garante que não falte material durante a operação da organização. Pedidos raramente sairão atrasados e a agilidade da empresa será ditada mais pela sua capacidade de entrega do que a da produção. Além disso, negociar maiores volumes junto aos fornecedores ajuda a conseguir descontos.

O problema é que muito material estocado significa necessariamente dinheiro parado e perdendo lucratividade. Outro detalhe que não pode ser deixado de lado é o aumento do custo de manutenção.

Manter níveis extremamente baixos de estoque pode reduzir a necessidade de espaço e baixar as contas de manutenção. Também se consegue manter mais capital de giro livre.

Por outro lado, os riscos de rupturas nos pedidos serão muito maiores e algumas compras de última hora podem sair muito mais caras.

Por esses motivos, o controle de estoque deve ser feito com bastante cautela. Se possível, o melhor é trabalhar com fornecedores que consigam oferecer uma terceirização do seu controle de estoque. Assim é possível garantir mais economia e menores riscos.

Cuidar da gestão de pedidos

Mantendo ainda o foco na parte estratégica do processo de compra de materiais, a gestão de pedidos não pode ficar de fora do assunto. Quanto maior for a operação da organização e mais processos estiverem relacionados com compras e produção, melhor precisa ser a eficiência da gestão de pedidos.

O fundamento da burocracia é tentar organizar tarefas e responsabilidades de uma instituição qualquer. O problema é que em muitos lugares há um excesso de protocolo, o que deixa tudo mais lento e custoso. Há também empresas em que a falta de rotinas bem estabelecidas na busca por uma maior agilidade gera desordem e ausência de um padrão operacional que traga resultados de forma consistente.

O processo de compras precisa ser gerenciado por meio de uma gestão de pedidos que consiga ser o mais funcional possível, mas sem deixar de lado as etapas necessárias para o bom entendimento e cumprimento das tarefas envolvidas em cada ordem de compra.

Treinar funcionários

Olhando agora para o lado mais prático do processo de compra de materiais, é uma boa ideia dedicar atenção aos funcionários envolvidos. A atuação deles é fundamental para que as rotinas funcionem adequadamente. Por isso, manter um bom nível de capacitação é uma providência a ser tomada.

Todo novo empregado precisa ser treinado e devidamente orientado. Mesmo os que já têm mais tempo de casa precisam passar por reciclagens de tempos em tempos. Isso faz com que maus hábitos sejam coibidos e que o processo possa ter condições se manter estável e produtivo.

Como o mercado está sempre oferecendo novas tecnologias e materiais, fazer um esforço para deixar a equipe atualizada e sempre bem preparada é uma atitude que garante mais segurança para os resultados tanto de curto como de longo prazo.

Buscar a melhoria contínua

Um processo interno é uma rotina de tarefas que quando bem executada garante bons níveis de retorno aos investimentos aplicados. Por mais que se consiga encontrar uma boa sequência e ferramentas que tornem tudo mais prático e menos oneroso, com o tempo pode ser possível descobrir novas formas, tecnologias ou adequações a serem feitas.

A melhoria contínua é uma busca constante por eficiência. Mapeando processos, identificando gargalos de produção e minimizando desperdícios, ela tenta sempre trazer ganhos objetivos para a empresa.

Para garantir que o abastecimento da organização esteja calibrado da melhor forma possível, é importante, de tempos em tempos, conferir os indicadores de prazos, insumos consumidos e perdas. Esse olhar crítico do gestor potencializa ganhos e faz com que a empresa consiga se tornar cada vez mais produtiva.

Se você gostou dessas dicas de como melhorar o processo de compra de materiais, aproveite para compartilhar o conteúdo em suas redes sociais. Assim você ajudará amigos e colegas a conseguir também atentar para o que é possível fazer em suas organizações e garantir condições mais favoráveis de futuro para toda sua rede de contatos corporativos.

Reciclagem de materiais: por que sua empresa deve se preocupar com isso?

Que a reciclagem de materiais é importante dentro das nossas casas, a maioria das pessoas já sabe. As discussões sobre sustentabilidade são cada vez mais relevantes e, nesse cenário, o reaproveitamento de resíduos sólidos pode contribuir muito para diminuir o impacto que causamos no meio ambiente.

Porém, o que poucos sabem é que esta é uma prática que pode — e deve — ser implementada nas empresas, independentemente do seu ramo de atuação ou tamanho.

Os benefícios de enviar o lixo para reciclagem são muitos e vão desde colaboração para gerar um meio ambiente melhor até a produção de vantagens comerciais para a empresa.

Mas que tipo de material pode ser reciclado? E como usufruir desses benefícios? Acompanhe o texto e saiba mais:

O que é reciclagem e o que pode ser reciclado?

Basicamente, a reciclagem consiste no processo pelo qual resíduos sólidos que não seriam mais aproveitados são transformados e podem ser utilizados novamente. A produção de um novo item ou matéria-prima pode ser empregada novamente nesse ciclo.

É importante destacar que a reciclagem é diferente da reutilização, em que o material que seria descartado é apenas usado em outra função, e também da redução, que estimula a diminuição do uso de determinados recursos.

Para que o processo seja possível, o lixo deve ser separado em cestos apropriados e entregue às cooperativas que realizam a triagem e o processamento do material. Em alguns locais, as próprias prefeituras se responsabilizam por esse serviço.

Certos cuidados devem ser tomados com o material que será reciclado. No caso do papelão, por exemplo, não pode haver umidade nem sujeira. Além disso, resíduos que possam gerar contaminação, como o lixo eletrônico, precisam de cuidados especiais e, normalmente, de uma empresa capacitada para a realização da coleta.

Quais são os números da reciclagem no Brasil?

Apesar da sua importância, os números mostram que a reciclagem de materiais no Brasil ainda é bastante tímida. Das cerca de 76 milhões de toneladas de lixo produzidas no país por ano, apenas 3% é reciclada.

Estima-se que esse número poderia chegar a 30% com políticas públicas eficientes e uma maior conscientização da população.

Por outro lado, segundo a Ciclosoft, uma pesquisa anual sobre coleta seletiva realizada pela ONG Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), houve um aumento de 81 para mais de 1000 municípios que instituíram programas de reciclagem entre 1994 e 2016, embora esse número ainda represente menos de 20% das cidades brasileiras.

De modo geral, a maior parte da coleta seletiva no país é feita por catadores ou por cooperativas. Entre os materiais reciclados, o alumínio é o mais aproveitado — 91,5% da matéria-prima utilizada pela indústria vem da reciclagem desse resíduo.

Em seguida, aparecem as embalagens de plástico PET, com 54,8%; o vidro, com 47%; as latas de aço, com 46,5%; e o papel e papelão, com 43,7%. A preferência pela reciclagem do alumínio se justifica devido ao alto valor comercial desse material.

Além dos prejuízos ambientais, a falta de preocupação com o lixo traz prejuízos econômicos. O Brasil perde aproximadamente 120 bilhões de reais por ano por causa de produtos que não são reciclados. Muitas pessoas sabem que determinado material pode ser separado para reciclagem, mas não têm acesso à estrutura necessária para tal ação.

Quais os benefícios da reciclagem para as empresas?

São muitos os benefícios que a reciclagem de materiais pode trazer para o meio ambiente e para a sociedade. A partir dessa prática:

  • os aterros recebem menos resíduos e têm a vida útil prolongada;

  • evita-se a contaminação do solo e das águas;

  • mantêm-se as cidades mais limpas;

  • economizam-se matérias-primas e recursos como energia elétrica; e

  • proporciona-se a geração de riquezas e novos empregos.

No mundo empresarial, podem existir vantagens adicionais, como incrementar a imagem da empresa perante os clientes e conquistar a confiança deles, ou gerar economia de recursos. Confira com mais detalhes alguns desses benefícios:

Melhoria da imagem da empresa

Hoje em dia, as marcas têm a necessidade de demonstrar suas preocupações com o meio ambiente e a reciclagem é uma excelente maneira de colocar isso em prática.

Assim, a empresa melhora sua imagem perante a sociedade e pode usufruir dessa reputação para fidelizar clientes ou, ainda, para elaborar ações de marketing inspiradas em suas práticas sustentáveis, reposicionando a sua marca no mercado

Em uma sociedade cada vez mais preocupada com as questões ambientais, isso pode gerar excelentes retornos.

Economia de recursos

Como já mencionamos, uma das vantagens da reciclagem é proporcionar economia de recursos e reduzir custos. Nas empresas, esse benefício pode ser ampliado.

Locais que utilizam muito material de escritório podem usar o papel reciclado ou até mesmo revender os produtos que foram separados, já que muitas cooperativas pagam pela coleta desses itens.

Garantia de vantagens competitivas

Além da economia de recursos, a reciclagem pode trazer outras vantagens econômicas. É possível obter reduções do IPI (Imposto sobre produto industrializado), do PIS (Programa de Integração Social) e da COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) destinando resíduos para a reciclagem.

Outras iniciativas legislativas em tramitação podem ampliar esses benefícios, concedendo isenções de mais alguns impostos para a venda de produtos reciclados, o que pode contribuir ainda mais para a competição no mercado.

Criação de uma cultura colaborativa entre os funcionários

Organizar uma campanha de coletiva seletiva dentro da empresa pode não ser uma tarefa fácil, mesmo em locais pequenos. É necessário pensar na estrutura de armazenamento, de separação e de destinação dos resíduos, o que deve envolver todos os colaboradores.

Isso pode contribuir para o surgimento de uma cultura colaborativa entre os funcionários, que estarão mais dispostos a trabalhar alinhados com os princípios da empresa e mais satisfeitos com o ambiente de trabalho, divulgando os ideias corporativos até mesmo fora do local de serviço.

Todas essas ações devem ser baseadas em práticas de educação ambiental. É importante lembrar, também, que a empresa não deve adotar tais medidas apenas com objetivos comerciais, mas sim tendo uma visão global do que acontece na sociedade.

A reciclagem de materiais pode ser o primeiro passo para uma mudança de atitude. Nessa hora, repensar até mesmo em qual o tipo de embalagem mais apropriada para seu produto pode ser fundamental na construção da marca.

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4 motivos para você escolher caixa de papelão para embalagens de supermercados!

Sacolas plásticas são o símbolo da degradação ambiental. Em programas, documentários e conversas a respeito da conservação do meio ambiente, elas são quase sempre as grande protagonistas.

Tendo a sua utilização cada vez mais reduzida, as sacolas e embalagens plásticas vêm sendo substituídas gradativamente por sacos de papel e, em muitos casos, por caixas de papelão.

Mesmo tendo conhecimento dessa tendência, ainda existem gestores que se sentem inseguros quanto à utilização de caixas de papelão como embalagens de supermercados.

Para ajudar a explicar um pouco mais sobre a vantagem dessa prática, segue uma lista de benefícios da utilização desse material. Continue lendo!

1. Maior sustentabilidade

Para ajudar no convencimento de que o uso do papelão é melhor do que o do plástico, não basta desqualificar este último. Como já foi falado um pouco sobre a imagem negativa que a sacola de plástico tem, vamos nos voltar um pouco mais para o papelão.

No caso da disputa por um sistema de produção mais ecologicamente aceito, o papelão é um material que tem se voltado ao gosto dos consumidores.

Isso porque ele é mais facilmente absorvido pelo meio ambiente e não causa a morte de animais, nem a impermeabilização do solo  — o que ocorre frequentemente com as embalagens plásticas.

Além disso, a sua extração não assume riscos de contaminações e vazamentos, como no caso do petróleo, que é a matéria-prima das sacolinhas. O papelão também consegue oferecer uma boa taxa de reciclagem, tornando a sua vida útil maior e mais produtiva.

Uma caixa de papelão pode ser utilizada para transportar e armazenar produtos totalmente diferentes daqueles para os quais foi projetada, e, mesmo depois de destruída, é possível reutilizar as fibras em uma caixa inteiramente nova, resistente e adaptável.

Por fim, ainda que as fibras não sejam usadas novamente para a estruturação de novas caixas, elas podem ser destinadas para a geração de energia por meio de uma transformação combustível.

2. Agregação de valor

As embalagens de supermercados de papelão, além de serem sustentáveis, têm um forte apelo junto aos consumidores, que estão cada dia mais conscientes e preocupados com a utilização de recursos renováveis. 

Com uma alta versatilidade, o papelão consegue ser utilizado de forma extremamente satisfatória no desenvolvimento de embalagens que trazem segurança e leveza no seu manuseio e também esboçam um ar de sofisticação e design para a marca.

As embalagens podem ser de tipos com acabamentos mais rústicos e texturas propositalmente mais “cruas”,  ou também caixas com cortes diferenciados e impressões sofisticadas com imagens de grande precisão.

O papelão, quando bem trabalhado, pode ser uma ótima ferramenta para a conquista do cliente. O segredo está em conseguir identificar bem o público-alvo e o que ele valoriza mais, mas somente depois de entender a demanda é que se deve partir para a escolha do material e design da embalagem.

3. Facilidade na logística

Se bem dimensionada, e com um olhar estratégico, uma embalagem feita com papelão tem plenas condições de ajudar na praticidade e organização do PDV.

Assim, as embalagens de supermercados podem colaborar com uma boa apresentação do estabelecimento, ao mesmo tempo em que desempenham uma função importante nos momentos de armazenagem e proteção dos produtos.

Observando formatos, é possível criar caixas com dimensões que ajudem no transporte, mas que também favoreçam uma maior resistência na hora de se empilhar os produtos. Tudo isso sem danificar as mercadorias e de maneira a acrescentar muito pouco peso ao conjunto final.

Lembrando ainda que é possível uma impressão com boa qualidade de leitura — mesmo em caixas feitas de papelão reciclável — para informações como lote, prazo de validade, conservação dos produtos e até códigos de barras. O controle de estoque dispensa qualquer tipo de etiqueta anexa para melhor rastreio e manuseio dos lotes.

Ainda sobre logística, um último ponto deve ser ressaltado: é possível contratar a gestão do estoque de caixas de papelão de um supermercado. Ele é feito pela própria empresa fornecedora das caixas, e garante menos gastos com estocagem, pedidos automatizados e uma linha do produção totalmente enxuta.

4. Diminuição de perdas

Alguns tipos de produtos são muito delicados para serem transportados e o seu manuseio exige muito cuidado. Exemplos fáceis de serem percebidos são bebidas e alimentos.

Um transporte feito de maneira pouco profissional e com materiais de embalagens menos resistentes, pode implicar na perda de boa parte da mercadoria. 

Sobre esse aspecto, as caixas de papelão podem ser destacadas na redução de perdas durante todas as fases da operação do supermercado, desde o recebimento dos fornecedores até a venda e entrega ao consumidor final.

Mesmo que leve e fácil de ser trabalhado, o papelão consegue oferecer um bom nível de resistência fazendo com que o seu custo-benefício seja bastante competitivo.

Se for o caso, ainda é possível lançar mão de complementos e da adoção de folhas mais resistentes, como papelão composto por ondas duplas e outros tipos de ondulação e material.

Outro ponto que precisa ser ressaltado quando o assunto é diminuição de perdas, é a liberdade de criação de modelos que melhor se adaptem aos produtos.

Eliminando sobras de espaço e garantido muito mais estabilidade no empacotamento de produtos, mesmo com um formato irregular, o papelão oferece a flexibilidade necessária para o desenho sob os formatos com as medidas que os itens transportados necessitarem.

Como fica fácil perceber, adotar embalagens feitas com papelão é uma solução bastante inteligente para os supermercados. Além de todos os benefícios ligados à sustentabilidade e à conquista do cliente, financeiramente, é uma decisão que ajuda bastante na manutenção e sucesso do negócio.

Quanto mais cedo a sua empresa abrir os olhos para esta prática de mercado — que já vem sendo adotada em vários países —, mais rápido poderá colher os bons resultados que ela proporciona no dia-a-dia do seu processo produtivo.

Ainda possui dúvidas, ou procura entender como começar a trabalhar com caixas de papelão no seu supermercado? Então entre em contato conosco. Estamos prontos para tirar suas dúvidas e a orientá-lo em relação a tudo o que você precisa saber.

Tipos de caixa de papelão: conheça as ideais para armazenar objetos grandes

No mundo dos negócios, cada detalhe faz a diferença na hora de apurar os resultados do mês: campanhas de comunicação e marketing bem elaboradas, atendimento, desenvolvimento de produtos e serviços de qualidade. Outro fator a ser considerado são os tipos de embalagens utilizadas, foco deste artigo.

Além do apelo visual, indispensável para o sucesso das empresas no mercado, a resistência e a escolha de material adequado influenciam na rentabilidade do negócio.

Para se aprofundar no assunto e saber escolher a melhor alternativa, dentre os vários tipos de caixa de papelão para o armazenamento de objetos grandes, vale a pena conferir as informações abaixo que levantamos para ajudar a sua empresa.

Entendendo as necessidades

Existem vários tipos de aplicações do papelão e cada um deles tem uma finalidade específica. Para saber identificar qual a melhor configuração, é preciso definir os objetivos em cada caso.

Quando o assunto são peças de maior volume, é necessário entender que, normalmente, elas têm mais resistência. Isso significa que o material a ser escolhido para protegê-las provavelmente será bem diferente de itens menores e mais frágeis.

Para armazenar e transportar eletrônicos, como notebooks, tablets e smartphones, a preocupação é com o isolamento de água e quedas a fim de garantir um bom amortecimento. No caso de peças automobilísticas e placas de pedras (como granito, ardósia, mármore, etc), é normal que se busque os proteger contra riscos e arranhões; dessa forma, o mais comum é que objetos volumosos sejam mais resistentes e, possivelmente, mais tolerantes à umidade.

Caixas x envoltórios

Outro ponto a ser observado é que, em função de uma dimensão maior, esses produtos ou materiais acabam sendo acondicionados por meio de envoltórios em vez de caixas. Essa opção resulta em uma melhor utilização da área de estoque, minimizando custos de transporte e estocagem decorrentes de mercadorias mal acondicionadas.

Em casos assim, é comum que esses itens sejam montados sobre paletes e, em seguida, cobertos por estruturas de papelão chamadas envoltórios que, como o nome sugere, apenas envolvem objetos para aumentar o nível de proteção, geralmente contra riscos, danos superficiais ou para evitar a exposição direta a fatores ambientais, como umidade, poeira ou incidência direta do sol.

Definindo o uso de papelão reciclado ou não reciclado

Por variarem muito em relação ao acabamento e à função — transporte, armazenagem, manuseio, exposição —, as embalagens de papelão podem ser feitas de material reciclado ou não reciclado.

Apesar de ser usada a expressão “não reciclado”, o fato é que, no Brasil, praticamente inexiste quem utilize um papelão à base de fibras virgens em sua totalidade. Em outras palavras, até mesmo o material chamado no dia a dia de papelão não reciclado tem na sua fabricação matérias-primas reutilizadas, isso até mesmo devido a demandas ecológicas e de preservação ambiental.

Sem dúvida há uma grande diferença na concentração de fibras reutilizadas entre o reciclado e o não reciclado. E essa diferença no material é visível.

Na hora de optar por uma alternativa ou outra — além de considerar aspectos ligados à sustentabilidade e à economia — é necessário entender um pouco mais sobre a utilidade de cada opção na prática. É o que explicaremos no próximo item.

Qualidade gráfica e resistência

Produtos que demandam um acabamento de mais alto nível normalmente utilizam o papelão não reciclado. Isso porque ele tende a ser mais claro e consegue receber uma impressão gráfica com melhor nitidez. Além disso, ele também possui melhor capacidade de isolamento quando o problema é a umidade, além de ser estruturalmente mais resistente. Contudo, é possível alcançar uma resistência similar utilizando papelão reciclado de onda dupla, por exemplo (assunto do tópico a seguir).

Ainda é importante ressaltar que, apesar de ser mais sensível à água e ter tons mais escuros, o papelão composto por material reciclado consegue ter boa qualidade de impressão — inferior, porém, quando comparada ao não reciclado. Nesses casos, vale a pena conferir se o fornecedor tem know-how e equipamentos de ponta para compensar essa desvantagem.

Se o uso for focado mais em armazenagem e menos em apresentação, o tipo reciclado pode ser uma boa pedida. Por outro lado, se o consumidor estiver buscando empresas mais sustentáveis, ele também pode ser levado para a prateleira; assim, mais valor é agregado ao produto.

Considerando o tipo de ondulação

Mais um aspecto importante a ser pensado na hora de escolher dentre os tipos de caixa de papelão é a ondulação empregada. A parte interna do papelão (também chamada de miolo) é onde estão localizadas suas ondas (daí o nome papelão ondulado). Em geral, essas ondas estão entre duas capas de papelão, resultando no chamado papelão de onda simples (ou parede simples). Há também o papelão de onda dupla (ou parede dupla), que é aquele composto por duas ondas, tendo uma capa de papelão em seu meio e nas extremidades. Seguindo a mesma lógica, temos o papelão de onda tripla, esse, porém, é menos utilizado. Essas ondas são as principais responsáveis por proporcionar resistência (também chamada de resistência colunar, pois cada vão deixado pelas ondas é considerado uma coluna). As ondas de papelão também variam em altura, podendo ser onda alta (tipo A, 4,8 mm), média (tipo C, 3,6 mm), baixa (tipo B, 2,4 mm) e micro-ondulado (tipo E, 1,2 mm).

A linha de raciocínio nesse quesito é direta e simples: ondas altas conseguem oferecer mais segurança e amortecimento quanto a pancadas e choques físicos. Já as ondas baixas oferecem menos resistência contra impactos aos objetos transportados.

Antes de definir o tipo de ondulação, é importante avaliar o que está sendo transportado. Como o foco deste artigo são os objetos grandes, é mais comum, nesse caso, utilizar ondas baixas, a não ser que sejam itens mais frágeis.

Vale lembrar que, independentemente do tamanho do produto ou material transportado, uma caixa de papelão dificilmente conseguirá, sozinha, evitar danos aos itens acondicionados em consequência de quedas e pancadas severas.

Materiais e peças de apoio

Para elevar o nível de segurança empregado no acondicionamento de produtos, existem outros materiais de apoio úteis na hora de armazená-los. Conheça cinco deles a seguir:

1. Cantoneiras de papelão

Como o nome sugere, são estruturas colocadas nos cantos ou quinas dos objetos transportados, como quadros e vidros, aumentando o nível de proteção. Em geral, funcionam como luvas protetoras de quinas.

2. Cintas de papelão internas

Também chamadas de cintas de reforço, servem para dar mais resistência às paredes de uma caixa de papelão.

3. Bup de papelão

Bup de papelão são placas de papelão coladas umas as outras para servirem como suporte de produtos, tendo várias utilizações, por exemplo, atuarem como calço para nivelar produtos com alguma inclinação ou dar maior estabilidade na base dos produtos.

4. Calço de papelão

Podem ser chamados de calços industriais e têm como principal finalidade oferecer uma estrutura interna da caixa com mais estabilidade. Desse modo, o material ajuda a garantir melhor acondicionamento durante o transporte de fogões e geladeiras, por exemplo.

5. Espumas de EPE, EPS e EPP

As espumas de EPE (Polietileno Expandido), EPS (Poliestireno Expandido) e EPP (Polipropileno Expandido) são materiais termoplásticos recicláveis de baixo peso, elevada resistência mecânica e considerável capacidade de absorção de impactos, sendo moldáveis, tendo também características de isolamento térmico. São muito utilizadas como calços, acolchoamento e separadores de peças, sejam objetos grandes ou pequenos.

Como você pode perceber, há opções diversas a serem consideradas quando é preciso definir a melhor forma de embalar objetos de grandes dimensões. Vários tipos de caixa de papelão estão disponíveis no mercado e cada uma consegue cumprir melhor os objetivos a que se propõem.

Se, mesmo depois de conhecer um pouco mais sobre o assunto, ainda estiver com dúvidas, aproveite para conferir também outro conteúdo que preparamos referente a este assunto: 5 vantagens de embalagem de papelão para empresas. O artigo vai ser útil e você vai gostar de lê-lo!

Design de produtos: entenda sua importância para os negócios

Diferentemente do que muitas pessoas acreditam, a área de design é extremamente abrangente. Ela consegue englobar contextos variados e pode trabalhar desde com bancos de carros, utensílios de cozinha e estruturação de modelos de negócio até com belas artes e departamentos mais técnicos do mercado de semicondutores.

Nesse universo tão vasto, um vetor que merece a nossa atenção é o design de produtos. Presente em quase tudo que está à nossa volta, ele merece ser entendido com um pouco mais de profundidade. Por isso, separamos algumas informações interessantes sobre o assunto, que podem fazer todos enxergarem essa especialidade com outros olhos.

O que é design de produtos

Ao pensar em design, o tipo de associação mais comum de ser feita está relacionada a formas, cores e texturas. Visualmente esses aspectos costumam chamar a nossa atenção porque são facilmente percebidos. Mesmo assim, é preciso entender que o design vai bem além deles.

No caso específico de design de produtos, é preciso entender que ele tem como missão, transformar materiais e tecnologias em ferramentas, utensílios, máquinas, móveis, peças e outros tipos de produtos úteis.

Tudo isso pensando em um melhor aproveitamento dos recursos, conseguindo desenvolver modelos práticos, confortáveis, resistentes e com custos adequados aos fins a que são destinados.

Sendo assim, o design de produtos, também conhecido como design industrial, é a atividade que consegue fazer com que tudo que nos cerca seja mais eficiente sem deixar de lado uma preocupação constante com a harmonia visual.

Na falta deste tipo de conhecimento, teríamos tido, com certeza, um ritmo evolutivo da sociedade um tanto quanto mais lento pela inexistência de algumas ferramentas e objetos que hoje fazem parte do nosso cotidiano.

Desde o formato das linhas dos pneus dos carros para uma melhor aderência às pistas até a curvatura das lâminas das facas de cozinha para um corte mais macio e seguro, tudo passa pelo design de produtos.

Um aspecto importante a ser lembrado é que além de formas, o design industrial também precisa se preocupar bastante com os materiais a serem empregados, suas propriedades e características. Assim é mais fácil conseguir equalizar as necessidades diárias com os materiais mais adequados. 

O profissional

Com uma grade curricular mais ampla, ainda que tendo a duração do curso superior estruturada para durar quatro anos, como a grande maioria das graduações, o designer de produtos sai da faculdade com habilidades que permitem trabalhar no desenvolvimento de produtos dos mais variados tipos, como as embalagens.

Conseguindo entender sobre a manipulação de materiais e também ergonomia, sua capacidade de criação de projetos que visam solucionar problemas também precisa considerar potencialidades desenvolvidas nas áreas de criatividade e inovação, que embora estejam correlacionadas, não são exatamente a mesma coisa.

Além disso, o profissional de design de produtos também tem plenas condições de trabalhar aspectos um pouco mais subjetivos, por exemplo, a criação de identidades visuais para empresas e marcas, logotipos, peças de mídias impressas e digitais.

Na hora de contratar um designer de produtos

Por ter uma boa amplitude de capacidades e também de focos de trabalho, na hora de buscar um profissional da área, o contratante precisa ter em mente que precisa avaliar mais profundamente dois aspectos dos candidatos.

O primeiro ponto a ser investigado é o nível de objetividade e conhecimento técnico do candidato. É preciso que ele saiba balancear a capacidade criativa e de inovação com a necessidade de entregar um serviço que tenha um propósito muito bem definido e dentro das exigências do contexto.

Tendo clareza dos desafios e consciência de quais são os limites técnicos e de recursos disponíveis, fica mais fácil conseguir manter projetos dentro do orçamento e dos prazos de execução de forma realista e sem atrapalhar os desafios comerciais.

O outro ponto que também precisa ser bem avaliado é a capacidade de integração e nível de maturidade emocional do profissional.

Como o serviço envolve momentos de abstração e uma certa dose de subjetividade, mas lembrando que há também horas em que a pressão será grande, o candidato tem que ter estrutura para conseguir trocar ideias com o restante da equipe dos projetos e manter seu trabalho dentro do cronograma, garantindo assim que a empresa não tenha dificuldades muito grandes em fazer suas entregas para os clientes.

Esse equilíbrio entre conhecimento técnico e habilidades comerciais é fundamental para que tanto o designer como a empresa consigam ter um bom nível de produtividade e poucas chances de haver problemas mais complicados.

Design de produtos e design gráfico nos negócios

As funcionalidades práticas dos produtos, embalagens e qualquer outro item desenvolvido pelo design industrial também precisam ter um apelo que favoreça a economia.

Isso significa dizer que além de serem funcionais, os produtos têm que agradar e convencer pessoas a se tornarem consumidoras. Nesse momento, o design gráfico tem uma forte influência no mercado.

Embalagens de alimentos, por exemplo, precisam ser muito mais do que simples recipientes que consigam armazenar e garantir a conservação. Elas também têm que ter um apelo visual que chame a atenção dos clientes e faça com que eles se sintam mais atraídos.

Esse tipo de relação é muito fácil de se perceber em praças de alimentação. Temos mesas e cadeiras que são projetadas para poderem ser facilmente limpas, pequenas o suficiente para caber uma pessoa e sem sobra, de forma que se acomode o maior número de consumidores no menor espaço possível e de maneira relativamente confortável.

Além disso, as cores dos restaurantes, cardápios e a padronização dos uniformes ajudam na hora de despertar o apetite. Fica fácil reparar que tons de vermelho e amarelo costumam sempre estar presentes.

Como se pode perceber, o design está sempre ao nosso redor e faz com que os negócios sejam impulsionados e a vida humana fique mais fácil a cada dia.

Agora que você consegue entender um pouco mais sobre o design de produtos e como ele faz a diferença no mundo dos negócios, aproveite para também conferir nosso conteúdo sobre como escolher a embalagem certa para atrair seu público. Assim, você aumenta suas chances de vendas e garante a qualidade do que está sendo transportado e armazenado.

Transportadoras: como embalar produtos e prestar bom atendimento?

Embalar produtos é relativamente fácil e faz parte do dia a dia das empresas. Porém, trata-se de um processo que oferece diversas oportunidades inexploradas.

A preocupação em oferecer a melhor mercadoria ao consumidor é imprescindível, mas saiba que uma boa embalagem pode fazer toda a diferença perante os clientes. E isso vale para todos os estágios da compra.

Uma embalagem de qualidade, além de cumprir com seus requisitos básicos (que são proteger o produto e garantir que ele chegue intacto ao consumidor), também tem o poder de, se bem trabalhada, encantar o público.

Quer saber quais são os pontos principais que você deve levar em consideração na hora de embalar os produtos da sua empresa e, assim, prestar um melhor atendimento? Continue a leitura e confira nossas dicas!

Coloque informações completas

Pegar um produto na prateleira para ler sua embalagem e se deparar com informações confusas e incompletas é muito frustrante para o consumidor, certo?

Portanto, para evitar que seus clientes passem por experiências do tipo, é preciso pensar nesse detalhe antes do desenvolvimento da embalagem. Converse com sua equipe sobre quais são as informações imprescindíveis além das que são obrigatórias por lei.

Crie um design atraente

A beleza da embalagem também é fundamental durante o processo de compra, visto que uma aparência bonita transmite muito mais confiança e credibilidade ao consumidor. Além disso, há o fato de que alguns elementos e cores se destacam aos olhos das pessoas, fazendo com que elas vejam o seu produto antes do de concorrentes.

Lembre-se de que embalagens bem-criadas agregam valor à marca, pois transmitem sofisticação. Porém, tudo isso deve ser escolhido por uma equipe profissional, que saiba o que está fazendo, para que o invólucro condiga com o que a marca e a mercadoria realmente oferecem.

Transpareça a personalidade da marca

A embalagem é a primeira oportunidade de um produto se mostrar ao cliente. E, neste momento, reforçar a sua personalidade é muito importante.

Aproveite o espaço para fazer a propaganda da empresa e de todos os benefícios que seu produto oferecerá ao consumidor. Use a identidade visual da marca em todas as embalagens, inclusive nas de envio de encomendas feitas pela internet: isso vai ajudar a fixá-la na mente das pessoas.

Claro que o espaço é reduzido, mas, se você escolher as principais características do item e souber transmiti-las da maneira adequada, a mensagem será captada. Para saber se você fez as escolhas certas, realize testes com uma amostra do seu público e analise os resultados antes de dar o veredito final para as embalagens da empresa.

Preocupe-se com a resistência da embalagem

Economizar na embalagem é algo que deve ser feito de maneira consciente, apenas tentando diminuir os custos com fornecedores, mas nunca a sua qualidade. Isso porque estamos falando de um item essencial para garantir que a mercadoria chegue ao consumidor final da mesma maneira que saiu da empresa.

Por isso, converse bastante com a companhia responsável pelas embalagens de seus produtos e seja muito detalhista na hora de passar todas as especificações de suas peças. Juntos, será possível chegar ao consenso de quais os materiais ideais para proteger e acomodar os itens em questão.

Prefira materiais sustentáveis

Hoje em dia, há uma infinidade de matérias-primas para a confecção de embalagens e escolher pelas mais sustentáveis pode agregar ainda mais valor a uma marca. As opções biodegradáveis, por exemplo, são excelentes para as marcas que prezam pela sustentabilidade.

Além disso, esteja sempre atento ao desperdício de materiais ou recursos e planeje as embalagens de maneira que haja economia também nos processos logísticos. Afinal, a sustentabilidade está em todos os detalhes (e eles sempre serão percebidos por quem está comprando de você).

Pense em como a embalagem será utilizada

Alguns setores, como o alimentício, permitem que a embalagem seja personalizada de acordo com o seu uso. Isso é o que acontece com a caixa de leite que vem com a tampa que facilita o seu uso, os pacotes de biscoito que têm aquela fitinha para ajudar na abertura e as latas que já vêm com abridor, dentre muitos outras.

Facilitar a vida do consumidor e trazer praticidade à sua rotina é uma maneira de mostrar o quanto a marca se preocupa com o seu bem-estar e, desta maneira, se diferenciar da concorrência. Outra forma de agradar os clientes é oferecer produtos em embalagens que possam ser reutilizadas, como os famosos copos de requeijão, por exemplo.

Faça pesquisas de mercado, entenda quais são os anseios e as necessidades de seu público e tente explorar isso na hora de desenvolver produtos e embalagens. Com certeza, eles vão notar a diferença!

Adapte os tamanhos

A realidade das famílias brasileiras mudou bastante nos últimos anos: é comum vermos pessoas morando sozinhas, casais sem filhos e famílias pequenas. Assim, nem todo mundo quer adquirir um produto alimentício que venha em uma embalagem muito grande (e cujo conteúdo possa perecer antes de ser consumido).

Portanto, busque adaptar os tamanhos das embalagens para os mais variados públicos de seu produto. Mas, primeiramente, realize uma boa pesquisa e saiba quais seriam os mais indicados a eles.

Pense também no espaço que a mercadoria vai ocupar tanto nas gôndolas quanto na casa do cliente e no que pode ser feito para melhorar essa questão.

Priorize a integridade do produto

Tudo o que falamos é de extrema importância para conquistar e fidelizar seus clientes. Porém, é preciso sempre lembrar que a prioridade de uma embalagem é garantir a integridade física do produto.

Por isso, se o item que você está vendendo não permite muitas extravagâncias na hora de embalá-lo, opte pelo básico (porém eficiente) método e material de embalagem.

O que vale aqui é entregar a mercadoria em perfeitas condições. Então, antes de tudo, assegure-se disso e só depois deixe a criatividade fluir em cima do tipo de embalagem que você tem em mãos.

Quer ter acesso a mais dicas sobre como embalar produtos e conquistar cada vez mais clientes? Siga nossa página no Facebook e acompanhe todas as novidades!

Como comprar embalagens de papelão com bom custo-benefício? Confira!

Ao discutir assuntos relacionados à área de compras e investimentos a serem feitos pela empresa, muito se fala em preço. Na busca por uma alternativa barata, compradores e vendedores focam boa parte da atenção no valor negociado, sem se atentarem para o que realmente é uma boa negociação.

Nessas horas, talvez o melhor aspecto a ser observado não é se algo é caro ou se é barato, mas se a relação entre o custo cobrado é adequada ou não perante a qualidade oferecida. A partir deste ponto de vista, encontrar alternativas que façam ou não sentido para a empresa é uma tarefa que se torna um pouco mais fácil.

Sendo assim, para saber se o valor na compra de embalagens de papelão está adequado ao que se espera do fornecedor, alguns aspectos precisam ser bem analisados antes da realização do pedido e formalização da parceria. Dentre eles, separamos abaixo os que merecem maior destaque. Confira: 

1. Identificar a real necessidade da empresa

Para criar uma parceria vantajosa entre o fornecedor das caixas de papelão e o cliente, o preço justo deve ser aquele que garante a sustentabilidade da relação e uma qualidade que atenda objetivamente as necessidades da empresa compradora.

Por esse motivo, a primeira coisa a se fazer, antes mesmo de começar a cotar preços, é identificar com muita clareza quais são essas necessidades. Não adianta conseguir, por exemplo, fechar uma negociação com um valor de aquisição muito abaixo do mercado sendo que os itens escolhidos não se adéquam à demanda.

Os retrabalhos e gastos desnecessários

Caso seja percebida uma diferença no que se realmente necessita perante o que foi comprado, talvez seja necessário fazer algumas adaptações, como usar mais plástico bolha, papel fragmentado, almofadas de ar ou placas de isopor para compensar espaços vazios e dar mais estabilidade na hora do empacotamento.

Outra dificuldade pode ser precisar fragmentar os produtos em lotes menores para se adequar às caixas compradas ou ainda ter que fazer anotações manuais em cada pacote, aproveitando modelos genéricos de embalagens em vez de utilizar um fornecedor que consiga dar melhor acabamento ao produto.

2. Optar por material de qualidade e com boa apresentação

Após avaliar as reais necessidades da empresa, o comprador que busca atingir um melhor nível de qualidade precisa também se atentar para a forma como as suas vendas chegam até os clientes finais. Sob este aspecto, é interessante dividir o tema em dois pontos: a qualidade do material e a sua apresentação.

Qualidade da material

Quanto à qualidade, a utilização de embalagens de papelão que tenham uma melhor resistência vai garantir que os produtos comercializados sejam entregues em boas condições, e isto é fundamental para que o cliente não se decepcione com danos e avarias nos produtos.

Empresas que trabalham com e-commerce entendem bem sobre essa questão. Como  boa parte da logística é fragmentada em vários fornecedores, a satisfação do cliente final fica muito vulnerável.

Além de garantir que os produtos que saem da loja sejam de qualidade e dentro das especificações desejadas, o transporte e a forma como cada item é acondicionado também fazem toda a diferença quando o pedido chega ao endereço final.

Apresentação

O outro ponto relevante é a apresentação. Um produto que é entregue em uma embalagem bem trabalhada, resistente e personalizada consegue agregar muito mais valor do que outro que, mesmo estando intacto, seja entregue dentro de uma caixa amassada e com um visual mais genérico.

Como a experiência do cliente ao receber um produto está ligada a cada fator que influencie a sua percepção, quanto melhor a apresentação, mais valor agregado será atribuído.

3. Fazer uma boa negociação no volume

Quando o assunto é produção e venda em volumes de maior escala, as negociações também precisam ser feitas pensando em quantidades mais significativas.

Nestes casos, elas devem ser muito bem estruturadas, já que qualquer diferença de centavos em alguns itens pode representar economia para a empresa que compra ou prejuízo no processo.

Visão de futuro

Após avaliar as opções disponíveis no mercado e conhecer bem os preços e formas de pagamento, é hora de partir para uma tentativa de negociação que visa o médio e o longo prazo.

Esse tipo de relacionamento mais duradouro é fundamental para que não se perca muito tempo sempre fazendo novas negociações, ajudando também a evitar a falta de material em momentos delicados.

Sendo assim, o mais sensato é buscar fechar acordos que considerem um volume maior de pedidos. Além de fazerem com que os preços e formas de pagamento sejam mais amistosas, as parcerias bem ajustadas oferecem mais engajamento entre os envolvidos.

Todavia, um problema que pode aparecer é que, na procura por condições mais competitivas de compra, a empresa que busca as embalagens de papelão pode acabar tendo dificuldades relacionadas à indisponibilidade de espaço para armazená-las. 

A terceirização da gestão de estoque

Para evitar ter que ampliar a área de estoque e aumentar os gastos com manutenção, pode ser feita a terceirização da gestão desses itens. Além de afastar os gastos da armazenagem, também fica terceirizado o risco de perdas e acidentes, como incêndios e danos pela umidade.

Tendo o estoque administrado pelo próprio fornecedor do material, a empresa que compra economiza espaço e pode investir em seu pessoal de maneira mais focada em seu próprio core business.

Esse modelo de terceirização da gestão de estoque é uma tendência para vários ramos da cadeia de suprimentos. Ele proporciona mais economia nos processos e uma sistemática que garante que a rotina de alimentação do sistema produtivo seja feita de forma mais harmônica.

Tudo isso garantindo ainda um valor de aquisição de materiais mais competitivo do que utilizar uma estratégia de negociação por meio de pedidos mais frequentes, mas considerando menores quantidades.

Se você ainda não conhece como funciona o sistema de entregas programadas e está buscando avaliar fornecedores de qualidade para a compra de embalagens de papelão, que tal entrar em contato conosco

Além de contarmos com uma equipe totalmente voltada para a satisfação dos clientes, somos especialistas no assunto e temos equipamentos e processos avançados para garantir o seu fornecimento dentro do que há de mais moderno no mercado. 

A Embalagens M2B é destaque no jornal Diário do Comércio

Na semana que passou, a Embalagens M2B foi assunto da matéria de capa do jornal Diário do Comércio, edição do dia 17 de novembro de 2017, que abordou como foi possível alcançar um crescimento estimado de 60% mesmo em meio a crise que o país atravessa.

Com produção mensal batendo à casa das 400 toneladas de caixas de papelão e itens relacionados nesse final de ano, Marcos Alexandre, proprietário da M2B, conta qual foi sua estratégia para alavancar ainda mais seus negócios (que já haviam crescido 31% no ano de 2016 em relação a 2015).

A estratégia

Com o mercado fragilizado pela situação financeira do país, foi preciso inovar em propostas comerciais interessantes e criativas, oferecendo mais opções e prospectando novos clientes, dessa forma diversificando e ampliando a fatia do mercado. Como citou o próprio Marcos, o mercado não teve crescimento que conduzisse à expansão de seu negócio (e não mostra muitos sinais de melhoria), mas foi devido a uma atitude prospectiva e propositiva, planejada e aplicada de forma diligente, juntamente com investimentos, treinamentos, contratações e formas eficientes de gestão que foi possível um expressivo percentual de avanço no desempenho da empresa.

Novidades

Foi revelado que, além de produzir caixas de papelão ondulado e acessórios dedicados a atender o comércio, drogarias, e-commerce, indústria pesada, cosmética, alimentícia, moveleiras, entre outras, em 2017 a Embalagens M2B também entrou no mercado de pizzarias, com caixas de papelão de alta qualidade e opção de impermeabilização voltada a esse tipo de alimento. Para o ano de 2018, está planejada a fabricação de caixas de sapato com nível de excelência e valor competitivo.

O objetivo da Embalagens M2B é levar o máximo de satisfação aos seus clientes, atuando sobretudo no mercado mineiro, foco principal de suas atividades. Contando com mais de 5000 clientes já atendidos no curso de sua existência e cerca de 250 empresas servidas mensalmente, os horizontes vão se abrindo na medida em que se aplica uma visão positiva e empreendedora.

Aquisições

O ano de 2017 foi marcado pela aquisição de uma máquina automática de grande porte e capacidade de produção, adquirida em 2015 para ser projetada e montada para ser entregue esse ano, o que se realizou, já estando instalada e em plena operação.  Dois mil e dezessete foi também um ano de diversas contratações de novos funcionários, treinamentos, capacitação da equipe e novos processos de gestão.

Projeções

O próximo ano promete grandes novidades, a começar pela chegada de uma nova máquina em fevereiro, expandindo o atendimento da demanda. Concomitantemente, será investido mais em sistematizações e automação de processos, adicionando mais organização, ampliando a eficiência, a qualidade dos serviços e os produtos entregues.

Com um parque industrial de 5500 metros quadrados, a Embalagens M2B conta com nove máquinas nacionais montadas com tecnologia estrangeira e 80 funcionários. Estima-se um crescimento de 50% para 2018, sendo que ainda vem muita novidade por aí.

Link para a matéria original do jornal Diário do Comércio

Embalagens M2B é capa do jornal O Diário do Comércio em 17-11-2017 - imagem completa