Gestão de e-commerce: o que não pode faltar para entregar o produto

Os gestores de e-commerce devem ter como prioridade o gerenciamento de estoque para o sucesso do seu negócio, já que ele impacta em muitos pontos a área de comércio eletrônico.

Quando se abandona o gerenciamento, não é possível realizar previsão de vendas e, consequentemente, não se pode obter itens com eficiência de acordo com a demanda.

Isso pode resultar em diferentes tipos de problemas. Aumentar muito o estoque requer mais capital e reduzi-lo pode significar oportunidades de vendas perdidas. Ambos afetam a experiência do cliente.

O gerenciamento de estoque implica tomar medidas para garantir que as empresas mantenham uma quantidade otimizada de recursos necessários, de modo que suas operações sejam executadas de forma perfeita, sem escassez ou superabundância de recursos.

Assim, a gestão de e-commerce é crucial para empresas de comércio eletrônico, pois permite que o negócio funcione sem qualquer interrupção, o que, no cenário hipercompetitivo de hoje, pode custar dinheiro, clientes e sua reputação.

Como o gerenciamento de estoque afeta a entrega de produtos?

Quando o estoque não é rastreado, ele pode levá-lo a listar, de forma incorreta, a disponibilidade de determinado item em seu site ou mercado. Nada é pior do que dizer a um cliente que a empresa não pode enviar um produto que ele comprou porque realmente não o possui.

O gerenciamento de estoque ajuda a acelerar os processos de envio dentro do armazém. Desse modo, é possível exercer maior controle sobre seu estoque através de seu acompanhamento em diferentes locais.

Confira, agora, 8 dicas de como fazer uma gestão de e-commerce que garanta uma boa entrega para os seus clientes.

Obtenha informações de estoque em tempo real

A espinha dorsal do gerenciamento eficiente de estoque é a presença de informações em tempo real. As contagens das mercadorias em tempo real envolvem a atualização dos registros assim que uma venda é feita.

As informações sobre o estoque são essenciais, pois permitem que as empresas saibam exatamente o que podem (ou não) oferecer ao consumidor.

A presença de uma contagem de estoque atualizada permite que os responsáveis pela aquisição reabasteçam os itens vendidos prontamente e, portanto, favorecendo a boa execução dos negócios.

Utilize um sistema exclusivo de estoque

Em geral, plataformas de comércio eletrônico (por exemplo, WooCommerce, Opencart e Magento) têm funcionalidades suficientes para lojas online de pequeno a médio porte. No entanto, para aquelas de maior abrangência e que vendem para diversos estados ou países, recomenda-se o uso de um sistema exclusivo de estoque e especialmente projetado para essa demanda.

O mercado de comércio eletrônico é servido por uma grande variedade de sistemas de gerenciamento de estoque. Escolher um que gerará o crescimento de sua loja é uma tarefa que realmente merece atenção.

A chave é escolher um sistema que atenda a todas as necessidades de sua empresa.

Uma coisa útil a lembrar seria a seleção de um sistema que tenha integração com softwares de gestão comercial comumente presentes nas empresas, como ERPs, CRMs, etc.

Realize pesquisas de mercado

Quando uma empresa sabe o que o cliente precisa, onde está e qual quantidade deseja, ela estará em melhor posição para atender a sua expectativa, sem a necessidade de estocar além de um determinado ponto.

A previsão para o gerenciamento de estoque inclui realizar estimativas de demanda por determinados produtos, quantidades e os locais em que serão necessários.

Para uma previsão precisa, as lojas de comércio eletrônico precisam realizar pesquisas de mercado, estudar os modelos e os padrões de demanda e, consequentemente, determinar os níveis de estoque ideais.

A previsão permite uma abordagem pró-ativa para gerenciar o estoque, o que, por sua vez, aumenta consideravelmente a eficiência operacional.

Analise a velocidade do estoque

A velocidade do estoque descreve o tempo necessário para vender um item em particular no seu estoque. Ela serve como um indicador da saúde de uma marca e permite uma previsão precisa em relação à oferta e à demanda de produtos.

Uma identificação precisa da velocidade do estoque permite que as lojas de comércio eletrônico tomem decisões informadas sobre a forma de aquisição, o armazenamento e o envio de um determinado item.

As empresas de comércio eletrônico com centenas ou milhares de produtos podem economizar enormes quantidades de dinheiro se utilizarem, de forma inteligente, a velocidade do estoque.

Utilize indicadores de desempenho

Tal como acontece com qualquer outra estratégia de negócios, é absolutamente essencial analisar o desempenho do seu empreendimento (que naturalmente tem influência sobre o giro do estoque).

Devido à concorrência no comércio eletrônico, uma boa maneira de verificar se a empresa permanece competitiva é avaliando periodicamente suas métricas de desempenho e demais indicadores de performance que possam ser aplicados.

Esse benchmarking permitirá a identificação de quaisquer atrasos de desempenho, permitindo que a recuperação aconteça a tempo.

Analise toda a cadeia de abastecimento

Estar focado apenas no gerenciamento do próprio estoque (desconsiderando todo processo presente na cadeia de suprimentos) oferece uma visão pequena do ambiente, o que pode ter impacto direto na sua loja de comércio eletrônico.

Uma tática recomendável para garantir o gerenciamento eficiente de estoque é a análise de toda a sua cadeia de suprimentos, o que significa acompanhar tudo, incluindo as matérias-primas, a demanda de produtos e os padrões de compra dos clientes.

Ao se engajarem em um gerenciamento detalhado da cadeia de suprimentos, as empresas podem estar bem preparadas para quaisquer flutuações que possam prejudicar suas operações.

Tenha cuidado com os pacotes de produtos e multicanais de venda

Os pacotes oferecem produtos múltiplos para clientes a preços reduzidos e são um excelente meio de fornecer valor a eles.

No entanto, eles complicam o processo de gerenciamento de estoque e, portanto, exigem o uso de um sistema eficiente para que não surjam falhas.

No mesmo sentido, deve-se ter cuidado caso a empresa venda em várias lojas online, mercados diferentes e off-line. Isso aumenta a complexidade da gestão do negócio por acabar envolvendo vários fornecedores e estoques distintos.

Seja qual for a combinação do negócio multicanal, há várias ordens provenientes de diferentes fontes e que precisam ser cumpridas.

Considere usar a modalidade dropshipping

Dropshipping é um tipo de gestão de logística cuja característica principal é o revendedor não possuir os bens em estoque, mas, sim, apresentar ao público apenas um catálogo de produtos. Dessa forma, quando um cliente realiza o pedido e o pagamento é efetuado, o produto é comprado de outra empresa, que pode se responsabilizar pela entrega ou deixá-la a cargo do revendedor. Essa é uma prática muito comum em negócios envolvendo importações e já existem lojas online internacionais que incluem a opção “dropshipping” nos produtos vendidos. Assim, caso o comprador marque essa opção, o produto é enviado em uma embalagem sem a identificação da loja que vendeu a mercadoria (para que o revendedor possa colocar seu logotipo). Em geral, o valor do revendedor é maior do que o do fornecedor primário.

E aí, o que achou das dicas de gestão de e-commerce? Deixe seu comentário no post! Até o próximo artigo!

Quais os melhores tipos de embalagens para vinhos e destilados?

As embalagens para vinhos receberam atenção crescente nos últimos anos. Sabe-se que a aparência das embalagens desempenha um papel importante na influência da percepção do consumidor e consequente aceitação. Os atributos externos proporcionam aos consumidores uma utilidade social e estética e podem influenciar fortemente as expectativas de assimilação sensorial.

Portanto, vários tipos de embalagens diferenciam a empresa dos concorrentes, ao possuir capacidade de oferecer diversas opções, sejam simples ou personalizadas. O design dos rótulos também são as ferramentas de marketing mais comuns, mas não são a única maneira de se destacar em um nicho específico para o vinho. A forma da sua garrafa, a cor do vidro e o seu tipo de cortiça ou fechamento podem ser usados ​​para reforçar uma mensagem de marketing na mente do consumidor.

Os fabricantes de vinhos devem considerar cuidadosamente suas embalagens, uma vez que garrafas e rolhas fazem mais do que garantir que seu vinho seja seguro para o consumidor. Assim, com tantos vinhos diferentes na prateleira, a embalagem desempenha um papel fundamental na diferenciação de produtos para os apreciadores desta bebida.

O design das embalagens para vinhos revela a identidade da marca

O primeiro gosto é quase sempre com os olhos. Com um design de embalagem personalizado ou inteligente, o produto se destaca da enorme variedade de garrafas. Isso atrai o consumidor a comprar e facilita a lembrança da sua marca para compras futuras.

Os consumidores de vinho casuais, que não estão familiarizados com vinícolas específicas, são os mais propensos a deixar a embalagem influenciar suas decisões de compra. Em muitos aspectos, os clientes interpretam as embalagens como indicativas da qualidade do produto. Por exemplo, na última década, as garrafas de vinho têm ganhado peso gradualmente, porque as pessoas geralmente associam garrafas de vidro mais pesadas com maior qualidade, mesmo que eles saibam pouco sobre esse vinho em particular.

A embalagem do vinho deve combinar a identidade da marca que deseja projetar ou falar com o estilo de vida do público-alvo. Hoje, é possível escolher qualquer forma de garrafa e cor. Além disso, os clientes são mais abertos do que nunca sobre a apresentação criativa.

A embalagem precisa garantir a qualidade do vinho

As garrafas de vidro são a maneira mais popular de acondicionar o vinho hoje. O vidro é feito de dióxido de silício, uma areia de quartzo relativamente barata. Apesar de o vidro ser reciclável, acaba sendo mais econômico para vinícolas usar o vidro virgem devido ao custo necessário para transportar vidro usado ou reciclado por longas distâncias.

Enquanto as garrafas de vidro tradicionalmente foram usadas para armazenar vinho, elas também servem a outra função importante. A garrafa é o que afeta o processo de envelhecimento do vinho. As garrafas de vidro protegem a qualidade do vinho, reduzindo a permutação de oxigênio através do recipiente.

Enquanto outros recipientes podem ser mais econômicos e mais leves, eles geralmente não preservam a qualidade do vinho como garrafas de vidro. Recipientes de plástico feitos de polietileno tereftalato (PET) são mais leves, mais sustentáveis e 100% recicláveis, mas podem não ser as melhores opções se forem estocados por mais de um ano.

Embalagens para vinhos práticas e de fácil usabilidade

Cada vez mais os consumidores buscam novidades e formas que fujam um pouco do tradicional, com designs autênticos, modelos de garrafas personalizadas e maneiras mais fáceis de abri-las.

As tendências futuras prometem embalagens para vinhos customizáveis, rótulos com códigos de toque que forneçam informações personalizadas, etiquetas com tecnologia Bluetooth para identificar as características do produto em prateleiras de varejo, rótulos com impressão 3D e desenvolvimento contínuo de embalagens sustentáveis.

O ceticismo das embalagens alternativas está sendo substituído pela aceitação. Anteriormente, os apreciadores de vinho mais conhecedores eram mais duvidosos com embalagens fora do convencional; agora, há aceitabilidade maior, que parece aumentar.

Pensando nisso, separamos 5 novidades de embalagens alternativas para vinhos:

1. Garrafas de vidro com peso leve

Assim como os consumidores têm pedido embalagens para vinhos mais ecológicas e econômicas, os proprietários das vinícolas também. Nos últimos anos, os fabricantes de vidro começaram a diminuir as suas garrafas, produzindo versões mais sustentáveis e econômicas. Embora a garrafa tenha diminuído e tenha se tornado um pouco mais sustentável, não perdeu qualquer estilo.

2. Garrafas PET

As garrafas PET oferecem várias vantagens em relação às garrafas tradicionais de vidro. Elas são inquebráveis, oferecem uma maior flexibilidade no design e são mais leves do que uma garrafa de vidro tradicional. A redução no peso resulta em um menor custo de transporte.

3. Embalagens cartonadas

À medida que a crise financeira se espalhou, os consumidores procuram vinho de qualidade a preços acessíveis. Empresas em todo o mundo estão tentando diminuir seu custo total de forma sustentável. Algumas vinícolas no passado começaram a empacotar seus vinhos em embalagens cartonadas.

Os recipientes oferecem várias vantagens em relação às garrafas de vidro tradicionais. Enquanto ambos os tipos de recipientes são recicláveis ​​e podem ser feitos de material reciclado, a maioria das garrafas de vidro utilizadas no vinho é proveniente de vidro virgem.

Há também uma grande diminuição de peso em relação às garrafas de vidro tradicionais.

Podemos citar ainda a facilidade para empilhar as embalagens durante o transporte e armazenamento.

4. Sachês

Esse tipo de embalagem é composto por uma ou mais camadas de alta barreira de filmes flexíveis alinhadas em um recipiente de cartão. Esses filmes são capazes de proteger o vinho em curto prazo de armazenamento. O design pode oferecer ao consumidor várias vantagens sobre uma garrafa de vidro, como melhoria de distribuição, embalagem com excelente custo-benefício e facilidade para abrir.

5. Latas

Consideradas extremamente inovadoras, as latas de alumínio ainda são vistas com uma certa resistência pelos produtores de vinho. Porém, prometem ser uma tendência futura.

As empresas que já estão comercializando vinhos em lata explicam que, realmente, o vinho não evolui devido à ausência de entrada de oxigênio, porém, a proposta de exploração é que sejam consumidos rapidamente a um custo acessível.

E aí, pronto para experimentar outras embalagens para vinhos? Aproveite e confira também os diferencias das embalagens para cervejas artesanais!

Ciclo PDCA: saiba como implantar a melhoria contínua na produção

Retrabalho, desperdícios de recursos, processos atrasados e insatisfação de clientes são alguns dos exemplos de uma gestão de baixa eficiência operacional.

Esse tipo de problema pode ocorrer em qualquer empresa e, também, em qualquer mercado. Normalmente, os resultados são os mesmos: perda de lucratividade das operações, maior necessidade de imobilização de dinheiro em estoque e o mau uso de recursos produtivos.

Para ajudar a melhorar a eficiência da empresa, existem métodos que podem ser muito úteis. Um deles é o ciclo PDCA.

O ciclo PDCA

Conhecido de vários gestores e consultores, o ciclo PDCA é uma ferramenta muito aplicada à melhoria contínua de processos.

Também chamado de ciclo de Shewhart ou de Deming, o PDCA sintetiza uma lógica de tratamento de processos, focando em conseguir encontrar formas de aprimorar as atividades envolvidas e fazer com que esse aprimoramento se mantenha definitivamente arraigado à rotina.

Sendo simples e flexível, ele adota uma visão sistemática dos processos e permite que os resultados sejam aprimorados a cada vez que é feita uma nova rodada de aplicação da metodologia.

O nome PDCA é um acrônimo das 4 fases do ciclo. A primeira, correspondendo à letra P, é o Plan (planejar). Do (executar) corresponde ao D, enquanto Check (verificar) ao C. Por último, temos o A, que indica Act (agir).

Seguindo essa ordem de atividades, o ciclo PDCA ajuda o gestor a evoluir os seus processos de maneira a resolver os problemas que são encontrados em cada um deles e focar na melhoria contínua.

Para ficar mais clara a forma com que o ciclo pode oferecer benefícios às empresas, vale a pena detalharmos um pouco mais cada fase da metodologia.

As etapas do ciclo PDCA e suas aplicações

Sempre seguindo uma ordem, e sem nunca pular qualquer uma das suas fases, o ciclo PDCA terá condições de tornar os processos produtivos de uma empresa mais aprimorados e enxutos.

A seguir, o funcionamento de cada uma dessas etapas.

1. Plan (planejar)

Toda atividade de gestão estratégica começa, ou deveria começar, com um bom planejamento. No caso do ciclo PDCA, a situação não é diferente.

Ainda que sejam conhecidas algumas informações referentes ao que se deseja fazer, é preciso anotar um resumo bem claro de qual planejamento será seguido. Ele terá como base a busca da melhoria de algum processo interno da empresa.

Seus principais pontos são:

  • identificar qual é o objetivo buscado na melhoria;
  • fazer uma análise do processo a ser aprimorado;
  • levantar as causas dos problemas que serão enfrentados;
  • elaborar um plano de ação que guiará toda a execução do trabalho.

Como fica fácil perceber, essa é uma fase extremamente importante para o ciclo. Ela é a fundação para a melhoria.

Como exemplos de processos a serem investigados e melhorados, podemos destacar as rotinas de vendas, as atividades envolvidas no transporte de produtos frágeis e até a contratação de fornecedores.

2. Do (executar)

Depois que foi feito o planejamento, é hora de colocá-lo em prática. Nesse momento, é necessário ter uma grande atenção para que seja seguido exatamente o que foi indicado na fase anterior.

Um grande problema na execução de um ciclo PDCA é que muitos gestores, e até outros funcionários envolvidos no esforço de melhoria contínua dos processos internos, acabam deixando de lado a parte formal da metodologia.

Ao se afastarem do planejamento, essas pessoas acabam focando mais a sua energia e tempo na execução de tarefas que aparentemente estão mais produtivas. Assim, fica fácil concluir que o que foi planejado acaba não sendo executado.

Por buscar soluções mais rápidas e intuitivas, a metodologia pode ficar comprometida e não funcionar bem.

Naturalmente, todo o processo é dinâmico e precisa, também, ser adaptado a novas condições e olhares que vão surgindo à medida que o trabalho se desenvolve. Contudo, é muito comum que um planejamento fraco acabe por ser pouco seguido na hora da execução das tarefas.

Se isso estiver acontecendo, há grandes indícios de que a primeira fase não tenha sido feita de maneira adequada e, provavelmente, ainda será preciso um pouco mais de atenção e cuidado na hora de desenhar os planos dos próximos ciclos.

É muito importante que não se perca de vista a metodologia. Do contrário, tudo pode virar somente um monte de tarefas isoladas a serem realizadas.

3. Check (verificar)

Continuando as fases do ciclo, a etapa de verificação é a hora em que são mensurados os resultados alcançados. Ou seja, é o momento em que os números iniciais, de antes das mudanças propostas, serão comparados com o que se conseguiu medir após a tentativa de melhoria.

Para que se tenha convicção de que realmente a mensuração está indicando as alterações percebidas no processo, é necessário que a forma de medir e os indicadores coletados sigam a mesma linha de raciocínio.

Conseguindo comparar os números de forma clara e com segurança, os benefícios da nova forma de trabalho gerados pelos ajustes que foram feitos na etapa anterior indicarão se houve ou não uma melhoria do processo.

Vamos imaginar que uma empresa está apurando desperdícios com a perda de produtos que venham embalados em garrafas de vidro. Ao serem transportadas em caixas de papelão convencionais, elas demonstram uma pequena folga, o que faz com que algumas se quebrem.

A partir desse problema, a adoção de caixas de papelão personalizadas, e que não deixam espaço sobrando, será uma tentativa de diminuição do desperdício.

Uma verificação de melhoria seria contar quantas garrafas são perdidas no transporte usando as caixas convencionais e quantas ficam danificadas com o uso de caixas com tamanho personalizado.

4. Action (agir)

A parte final de um ciclo PDCA é a ação. Embora todas as outras etapas também exijam que algo seja feito, nesse ponto, temos o conceito de ação focado em duas principais atividades.

A primeira delas é a padronização dos resultados positivos. É nesse momento que garantimos que as melhorias conquistadas serão perpetuadas dentro do processo, seguindo a nova rotina de trabalho.

É por isso que a formalização das atividades é tão importante. Ela garante que o novo modelo não seja abandonado, assegurando que os benefícios alcançados não sejam perdidos.

A segunda parte diz respeito à correção do que foi entendido como erro na tentativa de melhoria. Provavelmente, algumas tentativas de ajustes no processo podem acabar resultando em desperdícios ou retrabalhos. Esses pontos também precisam ser enfocados pelo gestor, de forma a garantir que não serão repetidos.

Registrando o que deu certo e rejeitando o que deu errado, o ciclo PDCA se encerra. Se os resultados esperados ainda estiverem aquém das metas, pode-se novamente aplicar a metodologia, girando outra vez o ciclo. Por isso, o nome de melhoria contínua.

Agora que você já consegue entender o que é e como funciona o ciclo PDCA, aproveite para ajudar outros colegas e amigos a também conhecerem os benefícios dessa ferramenta, compartilhando este conteúdo nas suas redes sociais.

Como escolher a embalagem certa para atrair seu público?

Existem diversas formas de escolher uma embalagem de maneira a despertar o interesse do consumidor. Isso expressará a posição da marca e pode ser usado como um recurso de publicidade no estabelecimento de venda, o que acarretará em uma transmissão de sentimentos que façam os clientes terem vontade de comprar.

Assim, a escolha da embalagem certa de um produto deve ter a mesma atenção dedicada ao produto propriamente dito, pois é uma das maneiras mais eficazes de conquistar clientes e destacar a empresa positivamente. Continue a leitura e entenda mais sobre o assunto!

A embalagem é a primeira ferramenta de marketing para encantar os clientes

Os clientes são cuidadosos na escolha dos produtos e, com o fácil acesso à informação, o desejo de saber mais sobre o que consomem aumentou significativamente nos últimos anos.

Os valores da empresa, especialmente sobre a sustentabilidade, têm definido as escolhas, e isso deve estar claro quando o cliente visualiza um produto na prateleira. Os supermercados, por exemplo, têm uma enorme variedade de produtos expostos; por isso, as embalagens precisam ser bem-feitas para encantar o cliente rapidamente e influenciar no seu poder de escolha.

A embalagem perfeita é mais do que apenas um acondicionamento

Além de encantar o cliente e destacar a marca, a embalagem correta proporcionará a segurança do produto e zelará pela sua qualidade, conservação e durabilidade durante o transporte e o tempo em que ele ficará na prateleira.

Dessa forma, se a empresa quer que seus produtos se destaquem diante dos clientes, deve atentar aos seguintes cuidados na escolha da embalagem ideal:

1. Determine a estrutura da embalagem

Antes de desenvolver uma embalagem, devemos decidir sobre a estrutura. Que tipo de caixa é melhor para o seu produto? Para fazer essa determinação, fazemos muitas perguntas. Aqui estão alguns pontos a serem considerados ao pensar sobre a melhor estrutura:

  • o que será armazenado na embalagem? Quanto isso pesa? Quais são as dimensões do produto? Quantas peças estarão dentro da embalagem? Elas precisam de proteção?;
  • existem especificações de qualidade ou desempenho? Resistência à água, barreira de graxa, uso externo, segurança infantil, etc;
  • é necessário um espaço para visualização do seu produto?;
  • qual é o seu orçamento?;
  • qual é a função da embalagem? É um pacote de presente? A embalagem pode ser repassada após a compra?;
  • como será enviado?;
  • quais são os requisitos da prateleira de varejo onde seu produto será colocado? As caixas precisam ser empilhadas?

O próximo passo é decidir qual tipo de caixa é ideal para seu produto e sua marca:

Caixas dobráveis

Os cartões de dobramento são caixas geralmente feitas de cartão SBS ou Kraft. A arte é impressa diretamente no próprio substrato de cartão dobrável. Os cartões de dobramento geralmente são produzidos para fácil transporte e armazenamento. 

Uma vez que eles estão prontos para serem preenchidos, os cartões planos pré-colados podem ser colocados em forma pelo usuário final. Existem muitos tipos de cartões dobráveis. 

Os benefícios encontrados nesse tipo de embalagem são a rapidez e facilidade de produção e armazenamento, possibilidades infinitas de tamanhos, formas e estilos de caixa.

Caixas rígidas

As caixas de montagem rígidas são feitas de aglomerados mais pesados e mais espessos. Depois que o quadro é cortado, ele é formado e recoberto com um material mais fino que mostra uma arte ou gráficos. As caixas rígidas são enviadas totalmente formadas.

Os benefícios encontrados nesse tipo de embalagem são o maior valor do produto percebido pelo cliente, embalagem forte, durável e melhor proteção do produto, além de não haver necessidade de montagem.

2. Busque um design autêntico

Com a imensa quantidade de produtos competindo pela atenção dos consumidores, a escolha da embalagem deve ser autêntica, sem ser genérica ou parecida com os concorrentes. O projeto de marketing começa com a escolha de embalagens personalizadas e originais, que reforcem a identidade da empresa e sua linha de produtos.

Para elaborar o design de uma linha de produtos, é importante projetar as embalagens sempre com o olhar voltado para o futuro, investindo na criação de projetos sistemáticos, que permitam simples mudanças de informações para toda a linha de produtos.

3. Ofereça praticidade no manuseio do produto

O consumidor terá muito mais interesse em adquirir um produto que seja prático e funcional. A escolha da embalagem deve levar em consideração soluções inovadoras, que facilitem o uso. Por consequência, embalagens que possam suportar altas e baixas temperaturas são mais atrativas para o consumidor.

A funcionalidade da embalagem deve ser garantida de forma a proporcionar o manuseio do produto facilmente e com segurança. Por exemplo, se o cliente precisa de outro objeto para abrir a embalagem ou tem problemas no armazenamento, a chance de comprar o produto novamente diminui se ele encontrar uma opção de embalagem que resolva essa dificuldade.

Outro detalhe importante é referente ao tamanho e capacidade das embalagens. Com o aumento de pessoas que moram sozinhas ou em famílias menores, esse detalhe é mais relevante, pois evita o desperdício de espaço.

4. Demonstre a qualidade do produto

A aparência da embalagem é fundamental, e isso se torna destaque para o consumidor em meio à enorme variedade de produtos concorrentes. A qualidade do produto deve ser comunicada já na embalagem, de acordo com seu propósito e público-alvo.

Não adianta o produto ser o melhor em termos de matéria-prima e modo de processamento/armazenamento se não demonstrar o mesmo cuidado com a embalagem. Ela deve ser o espelho do produto, e o cliente, ao visualizar a embalagem, já deve ser convencido de imediato da sua qualidade.

É importante colocar-se no lugar do consumidor para saber quais são seus desejos e expectativas, para alinhar o padrão estético ao seu anseio. Enquanto alguns consumidores buscam glamour e sofisticação, outros estão interessados em linhas mais sustentáveis e naturais. Assim, a definição do público-alvo nesse momento é primordial.

5. Escolha embalagens com durabilidade

O produto passa por diversos locais antes de chegar até as prateleiras do supermercado. Pensando nisso, o cuidado na escolha correta para a conservação é essencial para não colocar em risco a saúde do consumidor e também não gerar prejuízos à empresa caso o produto estrague no caminho.

As embalagens devem evitar a ação de agentes externos que possam deteriorar o produto, como micro-organismos, umidade e incidência de luz. Dessa forma, a vida útil do produto será prolongada pelo tipo de embalagem escolhido, que deve ser resistente durante o armazenamento, distribuição e consumo.

Certifique-se de que sua embalagem resultará no envio do produto para o cliente em excelentes condições. Em longo prazo, será mais caro substituir o produto do que investir agora em embalagens adequadas.

Gostou das informações do post? Quer saber mais sobre como escolher embalagem para os seus produtos? Confira também como ter sucesso na empresa por meio do uso da embalagem ideal!

Sustentabilidade nas empresas: por que se preocupar e quais as melhores práticas?

Há um bom tempo, a sustentabilidade está sendo pauta em todos os meios de comunicação e até em nossas relações diárias. Embora nem todas as companhias levem isso em consideração, a sustentabilidade nas empresas é um tema que deve ser debatido e colocado em prática pelos gestores e líderes.

Apesar de se tratar de um assunto amplamente discutido, muitas pessoas ainda possuem uma série de dúvidas ou acham que adotar uma vida mais sustentável para si e para o seu negócio sairá mais caro ou será trabalhoso.

O fato é que, após o período de transição, a maior parte das práticas sustentáveis trará inúmeros benefícios para um empreendimento — e a redução de gastos é um deles. Quer entender melhor como essa postura pode ser vantajosa para a sua empresa? Continue a leitura!

Por que é importante aderir à sustentabilidade nas empresas?

O mundo está mudando e as pessoas também. Não acompanhar essa transformação é algo arriscado para um negócio, visto que o público buscará os benefícios que a empresa não oferece nas concorrentes. Abaixo, listamos algumas das vantagens que a adesão à sustentabilidade pode proporcionar. Confira!

Contribui para um mundo melhor

Uma companhia, por menor que seja, pode trazer alguns tipos de impactos negativos para o ambiente em que está inserida. Porém, esses impactos podem (e devem) ser minimizados. Além da escolha de processos e materiais que prejudiquem menos o meio ambiente, é possível adotar inúmeras atitudes positivas, que contribuem para um mundo melhor.

Torna a marca mais competitiva

cliente de hoje se preocupa muito mais com a questão da sustentabilidade ao escolher uma marca. Há, por exemplo, muitos veganos, que não utilizam nenhum produto que seja de origem animal ou que tenha explorado algum deles para a sua produção.

Pensar nesse e em outros tipos de público na hora de tomar decisões importantes para um negócio, como a escolha de fornecedores, de ingredientes e do tipo de embalagem que a mercadoria terá, pode se tornar uma vantagem competitiva, diferenciando-o da concorrência.

É claro que cada produto tem o seu tipo de público. Porém, pensar de maneira mais ampla e considerar todas as hipóteses possíveis, avaliando as tendências do mercado, os desejos e as necessidades do seu público em específico, fará com que sua estratégia seja a mais acertada possível.

Motiva os colaboradores

Uma organização que preza pela sustentabilidade é um local onde as pessoas sentem mais prazer em trabalhar. Afinal, elas sabem que, além de estarem ali por um salário, estão ajudando no crescimento de uma marca que se preocupa com o próximo e com o meio ambiente.

Isso porque a responsabilidade social também é uma premissa da sustentabilidade. Então, uma empresa sustentável também preza por temas como educação e cultura.

Sendo assim, com valores bem estabelecidos dentro da companhia e um trabalho que realmente siga os preceitos da sustentabilidade, os colaboradores também passam a se engajar mais nas causas e, consequentemente, a trabalhar com mais motivação.

Como adotar práticas sustentáveis em uma companhia?

Agora que você já entendeu a importância da sustentabilidade em uma empresa, deve estar se perguntando como, de maneira prática, pode incorporá-la. Veja algumas práticas sustentáveis que você pode adotar de maneira progressiva:

Reavalie seus fornecedores

Uma companhia pode ser a mais correta possível e escolher sempre a maneira mais transparente de trabalhar, mas um fornecedor errado (ou que não tenha tanta credibilidade) é capaz de acabar com a sua reputação.

Por esse motivo, é importante que, além de escolher muito bem os fornecedores, sempre pesquisando bastante o mercado e buscando referências, você esteja atento às notícias e mudanças que possam ocorrer.

Avalie se essas empresas possuem valores parecidos com os de sua marca e se também procuram ser sustentáveis. Assim, será criada uma rede de empresas sustentáveis — e o impacto positivo cresce cada vez mais.

Lembre-se de que os consumidores estão mais exigentes. O fácil acesso às informações, por meio da internet, faz com que qualquer descuido na conduta de uma marca seja conhecida por um público muito grande em pouquíssimo tempo.

Incentive a economia de materiais, água e energia elétrica

Materiais de escritório, como papéis e clipes, são usados com consciência em sua empresa? Sabemos que o desperdício de papel, muitas vezes, é algo quase cultural nas firmas, já que as pessoas imprimem tudo a todo o momento. Portanto, tente levar essa consciência ambiental aos seus colaboradores, incentivando o uso de rascunhos sempre que possível e não imprimindo documentos sem necessidade.

A água e a energia elétrica são outros recursos que costumam ser desperdiçados nos ambientes de trabalho. Sendo assim, espalhe avisos e lembretes para que seus funcionários estejam conscientes de apagar a luz quando não há ninguém em uma sala ou desligar um equipamento que não está sendo usado, por exemplo.

Escolha equipamentos que consumam menos energia na hora de comprá-los. Considere também trocar as lâmpadas pelas de LED, que possuem um consumo de energia mais baixo.

Identifique todos os comportamentos que possam desperdiçar recursos e faça uma lista de boas práticas de sustentabilidade, para que sua equipe utilize no trabalho e na vida. A economia financeira também valerá a pena!

Incorpore ações de responsabilidade social

Sustentabilidade não se refere apenas à preservação do meio ambiente, mas à responsabilidade social também. Por isso, ofereça um ambiente íntegro aos seus funcionários e busque criar ações, campanhas e condutas que sigam esse viés. Algumas opções são:

  • oferecer vale-cultura aos colaboradores;
  • separar o lixo;
  • incentivar o comércio local;
  • apoiar instituições de caridade;
  • fazer campanhas de arrecadação de roupas e alimentos para essas instituições;
  • gerar mais empregos;
  • criar campanhas de conscientização sobre problemas comuns da sociedade etc.

Invista em embalagens sustentáveis

A embalagem é, muitas vezes, um dos primeiros itens que o cliente vê da sua marca ao encontrar um produto no ponto de venda — ou até por meio de anúncios publicitários, nos quais ela já está exposta.

Sendo assim, esse quesito possui um impacto muito grande, afinal a primeira impressão é a que fica. Uma embalagem atraente é capaz de despertar o interesse do consumidor e, se ela se mostrar sustentável, pode fazer com que a mercadoria ganhe pontos extras.

A escolha dos materiais corretos para embalar o produto, pensando em todo o processo de armazenamento, logística, funcionalidade e sustentabilidade, pode ser feita de maneira bastante criativa. Isso confere ainda mais personalidade à marca.

Investir em embalagens sustentáveis aumentará a contribuição da empresa com a sociedade. Como consequência, o posicionamento e a imagem de seu produto perante o público serão beneficiados.

E você? Tem mais alguma ideia de como aderir à sustentabilidade nas empresas? Deixe seu comentário e ajude mais gestores a aumentarem o impacto social de seus negócios!

As 5 vantagens da embalagem de papelão para empresas

A imagem da empresa é percebida pelo mercado por meio da estratégia de negócio adotada. Desde parceiros, fornecedores até o consumidor final: todos serão impactados negativamente ou positivamente pelas escolhas que a sua empresa faz. À vista disso, é importante entender que as opções de linhas de produtos, qualidade dos materiais utilizados no processo e também as embalagens são vitrines da empresa: é essencial que os gestores estejam atentos a cada detalhe.

No caso específico das embalagens, além de se ter que cuidar da resistência e praticidade, é primordial que a imagem passada para o mercado seja de uma boa qualidade, tanto por meio de materiais como também dos acabamentos utilizados.

A respeito deste assunto, uma opção interessante a ser considerada para vários tipos de mercados e produtos é o papelão. Um material mais tradicional, mas que se trabalhado de maneira adequada e com um bom nível de tecnologia possui muitos benefícios. Continue a leitura e conheça as vantagens da embalagem de papelão!

1. Publicidade sem custo extra

Os gastos envolvidos em todos os processos da produção são limitadores de desempenho de qualquer negócio. Assim, quanto mais se puder economizar com materiais e demais recursos, melhor.

As empresas que acomodam seus produtos em embalagens genéricas além de perderem a chance de fazer uma melhor divulgação da sua marca, acabam tendo que gastar um pouco mais com comunicação e marketing.

Ao apostar em caixas de papelão personalizadas, o negócio pode contar com mais uma forma de veicular mensagens publicitárias e impulsionar mais as vendas. Além do mais, a troca destas mensagens para diferentes promoções e períodos do ano é algo fácil de ser feito.

É importante salientar que a qualidade da impressão é muito boa e aguenta o manuseio. Diferentemente de acabamentos em plástico que podem ser deformados e adesivos que acabam descolando, a impressão em papelão acompanha a integridade da própria caixa.

2. Sustentabilidade ambiental

A preocupação com o meio ambiente passou de uma questão individual de algumas empresas e gestores para um contexto em que todo o mercado está envolvido. Hoje, muitos clientes finais prestam atenção ao que é divulgado e praticado pelas empresas quando o assunto é sustentabilidade.

Com florestas totalmente cultivadas, o nosso país consegue fornecer uma quantidade de material suficiente para abastecer o mercado interno, o que implica em menos gastos e degradação do meio ambiente para que se possa conseguir trabalhar com o papelão.

Dessa maneira, toda empresa que busca ganhar uma maior simpatia por parte dos clientes, (e visa algumas certificações para trabalhar onde elas são indispensáveis, sobretudo no exterior), precisa pensar em como fazer para tornar o seu negócio o mais sustentável possível.

Utilizar embalagens produzidas a partir de materiais poluentes e não facilmente degradáveis como os derivados de petróleo é uma alternativa que custa tanto ou mais caro para o caixa da empresa como também para a sua competitividade no mercado.

3. Alinhamento da embalagem com a unidade de comunicação da empresa

Além de carregar todo o discurso de sustentabilidade e de uma grande preocupação com a preservação do meio ambiente, ao se utilizar embalagens de papelão, a linha de comunicação da empresa ganha muito mais personalidade.

Unidade de comunicação é o nome que se atribui ao padrão utilizado para que uma empresa possa transmitir seus valores, mensagens e personalidade. Ela pode ser tanto da comunicação como um todo, mas deve estar especialmente bem perceptível em campanhas de marketing.

O importante é que os clientes consigam perceber de todas as formas possíveis, desde a logomarca ao tipo de layout, cores, fontes e tom da mensagem, que há uma consistência e que a personalidade da empresa está bem representada.

Ao utilizar caixas personalizadas de papelão, a empresa tem mais chances de conseguir harmonizar a sua unidade de comunicação por meio de um acabamento mais adequado as suas individualidades, o que gera muito mais valor agregado perante os olhos dos consumidores.

4. Simplificação da logística

Outro ponto de extrema importância quanto à adoção de embalagens de papelão, é que elas facilitam bastante os aspectos da logística.

Sendo muito leves e fáceis de serem armazenadas — mas ainda mantendo uma boa resistência —, estas caixas conseguem diminuir custos de manutenção se comparadas a outras opções de materiais. 

Além disso, é importante também ressaltar que o transporte do papelão não é algo difícil de se fazer, o que faz com que seja necessário realizar menos esforços e viagens para manusear e movimentar um grande volume de itens. Isso também acaba fazendo com que, mais uma vez, a sustentabilidade da empresa seja ampliada já que há uma diminuição de emissão de poluentes no transporte.

É importante também ressaltar que o baixo peso pode fazer com que não se necessite de grandes estruturas para o armazenamento ao mesmo tempo em que a capacidade de empilhamento se torna consideravelmente alta (considerando, é claro, o peso do conteúdo de cada caixa).

5. Flexibilidade de formato e dimensões

Podendo ser utilizadas para uma infinidade de produtos e mercados diferentes, as embalagens feitas de papelão se ajustam facilmente às necessidades do negócio.

Desde uma caixa bem pequena e delicada até as maiores que acomodarão produtos pesados e peças de maquinário, há soluções para todos os gostos. Com uma atenção às necessidades e utilizando as definições corretas de corte e dobra, pode-se ter de tudo: de formatos com ou sem tampa, para o armazenamento e transporte de itens como alimentos ou mesmo produtos de limpeza.

Sem desperdiçar espaço vazio, deixar itens soltos ou ter que gastar com material para preencher estes espaços, caixas com o tamanho adequado evitam quebras, danos e custos que outras embalagens genéricas não conseguem evitar.

Se bem trabalhado, o papelão tem um grande potencial de personalização e facilmente agrega valor ao negócio da empresa sem elevar os custos. Por isso, ele deve ser considerado como um forte candidato na hora de se definir as embalagens dos produtos.

Considerando todas estas vantagens da embalagem de papelão, se a sua empresa ainda não utiliza ou nem ao menos considerou verdadeiramente adotar esta solução para o negócio, é hora de reavaliar as estratégias.

Com uma boa consultoria de um fornecedor especializado será possível avaliar o seu caso e quais os ganhos e vantagens a serem conquistadas. Para que isso seja possível, conte com nossa equipe. Entre em contato conosco para que possamos ajudar o seu negócio a conseguir melhores resultados e uma personalização de alto nível!

5 cuidados com transporte de materiais frágeis que toda empresa deve ter

O transporte de mercadorias é um estágio da logística que tem relação direta com a satisfação do cliente, principalmente quando se trata de produtos frágeis. A qualidade e a imagem da empresa são refletidas pelos cuidados com transporte de materiais frágeis que ela confere no seu processo de embalagem e entrega.

Produtos entregues danificados ou com perda total resultam em devoluções que geram prejuízos tanto para o distribuidor quanto para o fornecedor. Ainda que haja seguros, os danos ao material podem diminuir a credibilidade e a confiança do cliente em relação à empresa.

Em tempos de crise e dificuldade econômica, perder um cliente é desastroso, pois não perde-se apenas um; por exemplo, com o avanço da internet e especialmente das redes sociais, há um potencial para gerar um estrago muito maior com uma reclamação ou uma recomendação ruim.

Nesse sentido, os detalhes na hora de embalar ou acomodar um produto para ser transportado fazem a diferença e devem estar previstos em todo o processo de logística, desde o armazenamento no estoque até a entrega final, e devem ser realizados de modo claro pelos funcionários e terceiros envolvidos.

É importante estabelecer normas de trabalho e procedimentos operacionais padronizados, buscando a facilidade nas operações, para que as equipes envolvidas tenham mecanismos necessários para serem mais eficazes quanto ao cuidado com materiais frágeis.

O treinamento e o investimento em capacitação são fundamentais para otimizar o processo de entrega.

Pensando nisso, separamos 5 dicas com cuidados de materiais frágeis que a sua empresa precisa saber:

1. Proteja o produto individualmente

Inicialmente, deve-se atentar à particularidade de cada mercadoria que será embalada. O tamanho, o formato e o tipo de material devem ser avaliados individualmente antes do empacotamento e do transporte.

Alguns tipos de produtos frágeis não podem ficar soltos dentro das embalagens, então, sugere-se, nesse caso, o uso de papel, isopor, plástico-bolha ou espuma de polietileno expandido para envolver a mercadoria. As mercadorias grandes, como máquinas, podem ser revestidas de papelão para amenizar choques durante o transporte.

O tamanho da embalagem deve ser considerado no cuidado necessário ao manuseio do produto. Quando trata-se de objetos de vidro, o ideal é que não tenha folga na embalagem para evitar trepidações. No entanto, caso sejam garrafas com líquidos dentro, sugere-se a utilização de divisórias firmes nas embalagens para evitar o atrito entre os vidros e a ocorrência de estragos.

2. Sinalize o produto como frágil

A sinalização na embalagem de que o produto é frágil é primordial. Não há como os funcionários das transportadoras adivinharem se a carga é frágil ou não sem a sua correta sinalização. Por meio de treinamento e orientações, os colaboradores, ao entrarem em contato com uma embalagem, devem identificar facilmente que se trata de um produto frágil.

Isso tem por objetivo evitar problemas no transporte ou na entrega, evitando que o produto seja quebrado ou danificado apenas por um descuido.

São detalhes simples que fazem a diferença, como colar adesivos ou etiquetas de produto frágil e incluir descrições precisas sobre o que está sendo transportado. A identificação deve ser bem clara e visível em todos os lados da embalagem. É importante sinalizar, inclusive, o lado da caixa que deve ficar virado para cima, a fim de evitar danos ao material.

Informação, nesse caso, nunca é demais e, para garantir que o serviço seja prestado com o máximo de qualidade, é necessária atenção na etapa de empacotamento.

3. Utilize embalagens rígidas e de qualidade

Utilize caixas mais resistentes para acondicionar as mercadorias frágeis. As embalagens, se não forem seguras, podem amassar ou ser esmagadas, dependendo do acondicionamento no transporte ou no estoque.

Caixas mais rígidas, além de serem resistentes para a proteção do produto, são mais econômicas e podem ser reutilizadas em muitos casos.

4. Tenha cuidado no transporte

O transporte de cargas frágeis deve ser estudado com cuidado para que não haja problemas com danos e prejuízos ao cliente e à empresa. No transporte, curvas e solavancos podem quebrar as mercadorias e, para que isso não aconteça, é importante a fixação dos conjuntos transportados.

Sugere-se que a empresa evite o envio pelo correio e contrate uma transportadora, tendo em vista a possibilidade de poder exigir maior cuidado com objetos frágeis e ainda ter maior controle sobre o prazo de entrega. Além disso, na transportadora, o risco de a carga ficar presa por causa de uma greve é bem menor, como pode ocorrer nos correios.

Quando for necessário que o transporte seja aéreo, a identificação da mercadoria deve ser ainda mais específica. Geralmente qualquer tipo de carga pode ser transportada por esse meio, porém produtos considerados perigosos dependem de autorização, e a empresa deve ficar atenta a isso para que não haja devoluções.

5. Acomode a carga adequadamente

O empilhamento da carga dentro do caminhão de entrega deve ter um procedimento definido. Essa é uma etapa que não pode ser desvalorizada, pois, caso contrário, pode tornar em vão todos os cuidados anteriores.

A primeira análise que deve ser realizada é referente ao interior do caminhão, que não pode conter lacunas no piso e deve ser coberto com papelão ou algo que o uniformize, de modo que qualquer peso ali acomodado seja distribuído igualmente, e sejam evitadas tensões e rachaduras.

Ao acomodar a carga, deve-se ter atenção ao tipo de mercadoria que demanda condições especiais no empilhamento e na ventilação, até a sua entrega. Deve-se atentar também ao fato de que algumas mercadorias, devido ao tipo de material, não podem demorar muito tempo para serem entregues, merecendo prioridade na entrega.

Também, ressalta-se o cuidado necessário quando uma carga for removida. Todo o conjunto restante deve ser novamente organizado em segurança, para evitar lacunas de mercadorias durante a movimentação no restante do percurso.

Os cuidados podem parecer óbvios, porém são nos detalhes que os danos acontecem. Não permita que sua empresa tenha prejuízos com transporte de produtos frágeis por falta de atenção nas embalagens. O tipo de embalagem deve ser escolhido com muita cautela, de acordo com o transporte a ser utilizado, para que a empresa garanta a qualidade e a satisfação do cliente.

Para saber mais sobre cuidados com transporte de materiais frágeis, confira também nosso artigo sobre caixas personalizadas e aumente a qualidade das embalagens da sua empresa.

Empresa importadora: quais cuidados ela deve ter sobre entregas de produtos?

Com os avanços em tecnologias de comunicação e a globalização econômica, o mundo se tornou um lugar menor e as limitações físicas, que antes impediam a comercialização de produtos provenientes de países diferentes, hoje já não existem mais.

Por isso, o comércio exterior tem atraído milhares de empreendedores brasileiros todos os anos, principalmente pelo fato de que, com o fácil acesso à informação e regulamentação das microempresas (MEI), negócios dos mais variados portes e segmentos do mercado podem iniciar suas atividades de importação sem grandes empecilhos.

Entretanto, a empresa importadora deve ficar atenta a uma série de exigências e cuidados que ela deve ter tanto na entrega dos produtos quanto nas etapas de negociação com os fornecedores. Continue a leitura do conteúdo para conferir!

Peso e dimensões da embalagem

Os cuidados com a limitação física em relação à entrega dos produtos não se restringem apenas às companhias que trabalham com exportação. Como empreendedor de um negócio de importação, é importante saber que a embalagem das mercadorias deve cumprir com as seguintes exigências:

  • a soma da altura, largura e comprimento não pode ultrapassar 2 m (dois metros);
  • a maior dimensão não pode ultrapassar 1,5 m (um metro e meio);
  • mediante a modalidade contratada pelo remetente, o peso da encomenda não pode ultrapassar os 30 kg (trinta quilos).

Lembrando que essa lista é concomitante. Isso significa que a encomenda deve respeitar os três itens citados para que seu transporte seja aceito.​

Fiscalização na Receita Federal

Toda encomenda que chega ao Brasil está sujeita à fiscalização da Receita Federal e isso não é novidade, não é mesmo? Afinal, o órgão tem a função de confirmar se as informações anexas à encomenda, como valor declarado, peso e dimensões, modalidade em que o produto se enquadra (podendo depender de anuência de outro órgão para entrar no país) coincidem com o conteúdo que está no interior da embalagem.

Por isso, é importante ser minucioso e transparente na hora de preencher os dados para envio dos produtos, assim como contar com fornecedores profissionais e compromissados com o mercado em que atuam. Falaremos mais sobre isso adiante.

Tributos para transações de importação

Para transações de até U$ 3 mil, e encomenda será taxada no Regime de Tributação Simplificada, também conhecido como RTS, descartando a necessidade de contratar um despachante para o desembaraço na alfândega. Acima desse valor é necessário contratar um profissional para realizar os procedimentos alfandegários, o que pode encarecer o produto.

Para transações de até U$ 500, é preciso apenas pagar uma Nota de Tributação Simplificada, representando 60% do valor aduaneiro. Os correios enviam a nota ao endereço do destinatário, mas ele precisa ir pessoalmente à agência para realizar o pagamento, aceito apenas em espécie.

Encomendas com valor entre U$ 500 e U$ 3 mil incidem, além da alíquota de 60%, o ICMS, podendo variar de estado para estado, e uma taxa no valor de U$ 150 referente ao despacho aduaneiro, mas a contratação de um despachante fica a critério da empresa importadora.

Procedência do fornecedor e precauções especiais

Antes de fechar negócio com qualquer empresa fornecedora, é imprescindível fazer uma pesquisa consistente sobre alguns aspectos como a questão de ela possuir as certificações para comercialização nacional e internacional.

Além disso, é importante se informar a respeito das regras de exportação da nacionalidade que você pretende fazer negócios, já que elas podem variar de país para país.

Antes de iniciar as suas atividades de importação, faça as seguintes considerações:

  • fornecedores que comercializam uma variedade de produtos muito grande provavelmente terceirizam parte de sua produção;
  • empresas idôneas e transparentes não têm problema em disponibilizar informações sobre seu endereço de produção, além de aceitarem visitas;
  • fábricas de confiança têm registro ou certificação internacional;
  • companhias sérias e profissionais, em geral, enviam amostras de seus produtos para corroborar a sua confiabilidade;
  • é fundamental conferir se todos os canais de atendimento do fornecedor funcionam corretamente.

Quanto às formas de realizar os pagamentos aos fornecedores, fique atento a alguns fatores relevantes para evitar prejuízos. Por exemplo: o depósito deve ser realizado somente em contas jurídicas (empresariais), e é preciso conferir se as informações do beneficiário da conta coincidem com os dados bancários que lhe foram fornecidos.

Produtos proibidos

A empresa importadora não terá problema em trabalhar com uma vasta gama de produtos, ainda que possa depender da anuência de um órgão responsável e desde que cumpra com as exigências dos correiros ou transportadoras. 

Entretanto, existem normas para realizar a entrega de determinadas mercadorias e vale ressaltar que alguns itens não podem ser transportados sem serem submetidos a condições específicas:

  • qualquer espécie de animal vivo;
  • produtos comestíveis como carnes, miudezas e gorduras das espécies ovina, bovina, suína, cavalar, muar, asinina e suas miudezas refrigeradas, congeladas ou frescas;
  • leite e laticínios, mel natural, ovos de aves, produtos comestíveis de origem animal;
  • plantas vivas e produtos de floricultura;
  • produtos hortículas, plantas, raízes e tubérculos comestíveis.

A lista de produtos é extensa, mas você pode conferi-la inteira acessando o material disponibilizado pela agência nacional dos correiros.

Cuidados com a transportadora

Assim como é necessário checar a procedência do fornecedor, a empresa importadora também precisa tomar certos cuidados na hora de fazer a escolha da transportadora, que fará o envio de suas mercadorias.

Vale ressaltar, ainda, que a transportadora deve fornecer meios seguros e precisos para rastrear a encomenda que você está importando durante todo o trajeto.

Existem grandes variações entre custos de tributação, tempo de envio/recebimento e preço de frete, dependendo da modalidade escolhida. Por isso, fazer um planejamento de estoque pode ampliar a sua perspectiva de venda, fazer seu negócio poupar dinheiro e até mesmo reduzir o preço dos produtos.

Licenças e exigências fiscais

Como gestor de uma empresa importadora, você tem a obrigação de conhecer minuciosamente o produto que pretende comercializar em território nacional. Isso envolve fatores como as autorizações e licenças necessárias para realizar atividades de importação e exportação, além dos impostos que são recolhidos nesse tipo de operação.

Por exemplo, para importar cosméticos, o empreendedor terá que obter um cadastro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Para conseguir informações precisas sobre os impostos, autorizações e licenças para atividade de importação, você pode consultar a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). O sistema de classificação fiscal funciona com uma codificação composta por oito dígitos, servindo como orientação sobre:

  • tipo de alíquota aplicada ao produto;
  • autorizações específicas de agências e ministérios para importação;
  • peso e dimensões do produto;
  • modalidade do objeto.

Entre outros dados pertinentes à encomenda.

Além disso, você pode obter informações com o Siscomex, para que a sua empresa importadora realize as atividades comerciais sem qualquer problema com a fiscalização.

Como você pôde conferir neste artigo, os cuidados com a entrega de produtos não se restringem somente a companhias que exportam, não é verdade? A empresa importadora também deve se certificar de atender a uma série de normas e exigências relevantes.

Ainda tem alguma dúvida sobre quais cuidados sua empresa importadora deve ter sobre a entrega de produtos? Tem alguma experiência ou dica que queira compartilhar? Então deixe o seu comentário!

Indústria alimentícia: por que se preocupar com embalagens de qualidade?

Ainda que uma embalagem não defina as características de um produto, ela certamente tem grande responsabilidade por mantê-lo da maneira como foi produzido. Por isso, a indústria alimentícia deve dedicar uma atenção especial para a qualidade das embalagens que utiliza.

Nesse sentido, é indispensável buscar embalagens apropriadas para cada tipo de produto, considerando as necessidades de apresentação, de conservação, de armazenamento e de transporte, entre outros aspectos que serão tratados neste artigo. Confira:

Apresentação do produto

Um produto bem apresentado naturalmente provoca o interesse pelo consumo e marca a memória do consumidor. Não são raros os exemplos de produtos alimentícios cujas características são sempre conectadas às embalagens, inclusive com uma conotação especial — como a da caixa de bombons, que pode significar um presente ou ser um objeto de desejo.

Vale destacar que esse significado é igualmente relevante para as embalagens de estocagem dos produtos, que levam a marca dos fabricantes. Vistas nos supermercados e em outros comércios, as caixas dos produtos alimentícios servem como verdadeiros anúncios de seus conteúdos.

É por esse motivo que elas precisam ter uma apresentação de alto nível, o que inclui a qualidade da impressão e dos materiais utilizados na confecção. Portanto, a embalagem se apresenta como um dos principais elementos de apresentação de um produto ao mercado, o que exige que ela seja pensada em todos os detalhes, de acordo com as características de cada segmento da indústria alimentícia.

Comunicação com o consumidor

Além do aspecto estético, a embalagem também exerce um papel relevante na educação do consumidor, uma vez que ela veicula informações que dizem respeito aos produtos que elas contêm. Em um ponto de vista mais amplo, estas informações educam quanto às preferências e necessidades de consumo. Entretanto, há outro fator significativo desta comunicação que precisa ser valorizado.

Na indústria alimentícia, as embalagens veiculam dados sobre os aspectos nutricionais e de composição dos alimentos que, muitas vezes, definem as conveniências ou inconveniências do consumo. Por exemplo, uma caixa de biscoitos que leva os dizeres “Contém glúten” ou outra de uma bebida que revela que ela contém lactose informa às pessoas que são intolerantes a estas substâncias que elas devem evitar consumir aqueles produtos.

Portanto, a embalagem pode ter importância, inclusive, sob o aspecto da saúde pública, o que é reforçado pela proteção do conteúdo que ela proporciona.

Manutenção da integridade do produto

Esse é um aspecto de suma importância na embalagem para a indústria alimentícia. Afinal, ela também é responsável por assegurar que os produtos sejam mantidos íntegros, livres de contaminações que possam ser provocadas por agentes químicos ou biológicos externos de qualquer natureza, o que pode causar prejuízo com perdas de produção e afetar a aceitação da produção pelo mercado consumidor. 

Por isso, as embalagens devem ser projetadas tendo em vista critérios de higiene e da conservação dos conteúdos que elas abrigam. Nesse ponto, os tipos de embalagens e os materiais que elas utilizam devem ser projetados de acordo com as características dos alimentos que serão embalados.

Conservação dos alimentos

Com citamos acima, a conservação dos alimentos é um dos atributos mais relevantes das embalagens. Afinal, como estamos tratando de produtos perecíveis que exercem influência direta sobre a saúde dos consumidores, esse critério precisa ser observado com atenção extrema.

Como função principal, as embalagens devem proteger os alimentos, mantendo-os livres de alterações significativas em sua composição e nas qualidades sensoriais. Ao mesmo tempo, é importante que elas eliminem as interferências de fenômenos externos que possam comprometer a vida útil do produto.

Nesse sentido, em conformidade com as características dos alimentos embalados, é necessário que as embalagens conservem as qualidades nutricionais dos produtos, apresentando boa resistência mecânica e adequado isolamento térmico e de incidência de luminosidade. Estas características serão fundamentais para que os produtos alimentícios se mantenham intactos, com boa apresentação visual e conservando os sabores e aromas originais.

O uso de boas práticas de manipulação e de fabricação dos produtos alimentícios, associado a embalagens apropriadas para cada finalidade, garante que os alimentos não só atendam às exigências do consumidor quanto à qualidade e durabilidade daquilo que adquirem como também asseguram que a produção permaneça de acordo com os critérios legais e de fiscalização do setor.

Tais aspectos são relevantes desde o armazenamento na própria indústria até a conservação na casa do consumidor, passando pelo transporte e pela estocagem no comércio.

Armazenamento

O formato de uma embalagem é essencial para o planejamento logístico, uma vez que ele pode favorecer a utilização dos espaços, proporcionando economia de várias maneiras — a começar pela armazenagem dos produtos, que poderá ser feita de maneira apropriada e em espaços justos às necessidades e às possibilidades dos estabelecimentos sem que haja desperdício com intervalos entre as embalagens.

Além disso, é preciso considerar a economia com o transporte que as embalagens bem projetadas proporcionam. Afinal, da mesma forma que ocorre na armazenagem, elas permitem aproveitar melhor as embarcações em contêineres, nos caminhões transportadores e também nos veículos urbanos de distribuição.

Como o acondicionamento é feito de maneira justa, permitindo que mais produtos sejam transportados por metro cúbico, há uma substancial redução no número de viagens necessárias para as entregas, aumentando a eficiência no processo de distribuição. Como efeito, é claro, economiza-se combustível, o que é interessante pelo ponto de vista financeiro e também pela perspectiva ambiental, pois, além do menor consumo de combustível, há redução da emissão de gases do efeito estufa para a atmosfera durante o transporte dos produtos.

Nesse sentido, a embalagem se apresenta como um elemento fundamental para evitar desperdícios que não só oneram os produtos como também podem causar impactos ambientais negativos. Em outras palavras, uma boa embalagem evita desperdícios e contribui com os critérios de sustentabilidade nos processos da indústria alimentícia.

Por todos esses motivos, a indústria alimentícia deve manter atenção permanente para a qualidade das embalagens que utiliza. Portanto, se você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto ou se deseja dar a sua opinião, deixe abaixo o seu comentário. Queremos saber o que você está pensando, teremos grande satisfação em poder ajudar!

Indicadores de vendas: quais devem ser acompanhados?

Acompanhar e analisar a produtividade, o desempenho e o desenvolvimento da equipe de vendas é fundamental para o sucesso da sua empresa. E tudo isso pode ser feito por meio de indicadores de vendas simples, porém muito eficientes.

Muito melhor do que cobrar incansavelmente seus vendedores por resultados é entender os pontos que precisam ser melhorados e ajudá-los a se aperfeiçoarem. Assim, eles alcançarão seus objetivos (tanto pessoais quanto profissionais), batendo as metas estabelecidas pelo gestor.

Entretanto, mais indicadores do que apenas o cumprimento das metas devem ser avaliados. A partir deles, é possível encontrar os prováveis erros e acertos de sua equipe.

Abaixo, listamos os 5 principais indicadores de vendas que um gestor precisa analisar com frequência para saber se está indo bem e tomar decisões acertadas. Confira!

1. Ticket médio

O ticket médio nada mais é do que o valor médio gasto pelo cliente em cada compra realizada. Ou seja: para chegar a esse número, basta dividir o valor de todas as suas vendas em determinado período de tempo pela quantidade de compradores que efetuaram tais pedidos.

Esse é um bom indicador para avaliar o poder de persuasão de cada vendedor, por exemplo, pois o ticket médio tende a crescer quando o profissional oferece produtos além daqueles que o cliente estava procurando. Deve-se pensar não apenas na quantidade de vendas, mas sim na qualidade e na garantia de que todas as oportunidades estão sendo aproveitadas ao máximo.

2. Faturamento

Como a margem de lucro varia bastante de um item para o outro no mix de produtos ofertados por uma empresa, é necessário avaliar também o faturamento que o negócio está tendo. Isso porque o seu empreendimento pode até estar vendendo uma grande quantidade de mercadorias, mas, se elas forem de baixo valor e margem de lucro inferior, representarão prejuízo.

Portanto, o faturamento deve ser sempre medido. Dessa forma, o gestor poderá analisar se o lucro obtido está de acordo com as metas da empresa ou se há a necessidade de alterar as estratégias de divulgação para alavancar a venda de certos artigos.

Nesse caso, compare o faturamento atual com aquele projetado por você lá na hora do planejamento. Se os números não baterem, saiba que há algo de errado.

3. Taxa de conversão

A taxa de conversão consiste na porcentagem de clientes que entrou na loja e saiu com algum produto, ou seja, realizou uma compra. Tal indicador também pode ser analisado em cima de cada mercadoria.

Nesse caso, a questão seria: qual a porcentagem de vezes em que o item apresentado foi adquirido pelo cliente? Isso ajuda a medir a aceitação do produto e a investigar por que ele não está sendo vendido como o esperado.

Ao identificar quais vendedores possuem uma maior taxa de conversão, é possível observar o comportamento e o trabalho deles. O seu objetivo deve ser o de entender suas técnicas de persuasão e transmiti-las à equipe, promovendo o desenvolvimento do grupo.

Uma forma de fazer isso — e ainda valorizar o profissional que se destacou — é pedir que ele crie um treinamento para o restante do time, com o intuito de, juntos, alcançarem mais rápido as metas da empresa.

Lembre-se de que a análise e a revisão dos indicadores de vendas é o ponto de partida para refazer o planejamento da organização da maneira mais acertada possível. Por isso, invista nelas!

4. Custo de Aquisição de Clientes

O Custo de Aquisição de Clientes (CAC) mostra ao gestor o quanto foi necessário investir para conseguir que uma pessoa passe a adquirir os produtos ou serviços da marca. Para realizar o cálculo, é necessário somar todos os valores aplicados nos processos de marketing e de vendas em determinado período.

Dentre os investimentos que entram nessa conta, estão:

  • materiais de divulgação;
  • ações de marketing;
  • salários e comissões dos vendedores;
  • treinamento da equipe;
  • participações em feiras e congressos;
  • tudo o que for considerado como um esforço para a aquisição de novos clientes.

Depois de calcular esse valor, divida-o pela quantidade de novos consumidores conquistados no mesmo período. Assim, chega-se ao Custo de Aquisição de Clientes.

Essa métrica é importante porque, a partir dela, você pode avaliar se está obtendo lucros ou prejuízos com a aquisição de um novo público. É claro que, para tanto, você deve levar em conta todos os indicadores destacados anteriormente — mas o CAC, por si só, já dá uma boa noção de onde e como você deve cortar gastos ou investir mais.

5. Taxa de cancelamento

Conhecida no mundo corporativo como “churn rate”, a taxa de cancelamento também precisa de avaliação constante para a melhoria dos processos de vendas. Ela deve ser utilizada por todas as empresas que comercializam serviços que, ou são contínuos, ou levam um tempo para que possam ser usufruídos pelos clientes. Alguns exemplos são:

  • pacotes de viagem;
  • cursos de qualquer tipo;
  • planos de saúde;
  • TV por assinatura etc.

Baseado nessa métrica, o gestor pode identificar possíveis falhas no processo de vendas. Uma delas é o discurso irreal por parte do vendedor, que, muitas vezes interessado somente em fechar o negócio, acaba oferecendo benefícios inexistentes e gerando uma grande insatisfação futura.

Outro ponto que pode ser melhorado a partir desses dados é o treinamento do profissional, para que ele faça a oferta ideal a cada cliente. Para tanto, é preciso entender o que cada consumidor precisa e oferecer o que mais se adapta às suas necessidades — e também ao seu poder aquisitivo.

Além de melhorar a qualificação da sua equipe de vendas, por meio da avaliação da taxa de cancelamento, o gestor pode perceber a necessidade de traçar estratégias de retenção de clientes. Algumas delas são: ofertar descontos, mais benefícios e promoções exclusivas.

Porém, lembre-se de que tudo deve ser bem planejado e estar de acordo com a saúde financeira e as políticas da empresa, minimizando os riscos desse tipo de ação.

Além dos indicadores de vendas acima, quais você utiliza com frequência em sua empresa? Deixe sua resposta nos comentários e ajude mais gestores a alavancarem seus resultados!