Posicionamento de marca: por que sua empresa precisa se preocupar?

Em cenários de alta disseminação de informações e grande competitividade, estabelecer um plano de posicionamento de marca é fundamental para engajar clientes, fidelizá-los e obter destaque da concorrência. Esse conjunto estratégico pode ser definido por uma simples equação: posicionamento = segmentação + diferenciação.

As ações têm como objetivo associar produtos e serviços ofertados à idéia de serem desejáveis e imprescindíveis, criando assim um valor que os diferencia no mercado.

Empresas bem posicionadas conseguem engajar indivíduos e manter uma trajetória mais longa. Entretanto, não se deve confundir tradição com apego a velhas práticas. É preciso, constantemente, atualizar-se e pensar em novas estratégias que permitam a sobrevivência e o alcance de bons resultados.

Listamos algumas dicas que vão te ajudar a definir o posicionamento de sua marca. Confira! 

Defina a identidade e a imagem do negócio

Saber diferenciar e relacionar esses dois pontos é vital para o sucesso de uma estratégia de posicionamento de marca. Os dois são intrinsecamente relacionados, porém, diferentes.

A identidade contempla um conjunto de elementos que pertencem à essência do negócio: serviços, atendimentos, relacionamentos externo e interno, estruturação, dentre outros.

A imagem é a forma como a empresa é percebida pelos indivíduos. Julgamentos como ”a companhia X sempre oferece novidades” ou ”Y possui uma campanha ambiental socialmente responsável” fazem parte desse ponto.

Sabendo-se a diferença entre identidade e imagem, ou seja, entre a essência de uma empresa e a percepção externa sobre ela, é possível construir uma estratégia de posicionamento. Assim, torna-se possível a vital associação entre valores do negócio e do público, por meio da elaboração de produtos e da modelagem do atendimento, dentre outros.

Pense bem: um negócio pode apenas se estabelecer em um lugar se houver total conhecimento sobre quem ele é, sobre suas crenças, a quem deseja se direcionar e o que é dito sobre ele.

Conheça a audiência

A audiência está mais relacionada ao alcance de uma marca, enquanto o público-alvo contempla os indivíduos que, de fato, consomem os produtos e os serviços. A primeira engloba o segundo grupo, e conhecê-las é fundamental para construir a identidade e a imagem de marca, logo, o posicionamento estratégico. 

Digamos que todas as pessoas que curtem uma marca no Facebook, por exemplo, sejam a audiência. Para fazer com que esses indivíduos sigam, em primeiro lugar, a página e que, em segundo lugar, interajam constantemente com ela, é preciso ter um conhecimento mais específico de quem são essas pessoas, facilitando também a transformação desse público em clientes.

As redes sociais são um bom exemplo de ação sobre a audiência, uma vez que elas permitem o diálogo com um grande número de pessoas. 

Segmente o público-alvo com o posicionamento de marca

A partir do conhecimento da audiência, defina o seu público-alvo, ou seja, estabeleça nichos de mercado. É sobre esses grupos específicos que o posicionamento de marca, de fato, atua.

Pense bem: infelizmente, uma marca não tem como fazer com que todas as pessoas que interagem com ela consumam seus produtos e serviços. Definir critérios de segmentação favorece, de fato, o sucesso da venda.

Por meio da segmentação, é possível estabelecer os públicos com os quais você deseja se conectar. Critérios demográficos (idade, gênero, profissão, religião), geográficos (endereço), psicográficos (estilo de vida) e comportamentais auxiliam o processo.

​Esses dados fazem com que o posicionamento tenha um direcionamento claro. Eles permitem que você fale a mesma linguagem do seu público e ofereça algo relevante.

Digamos que uma marca de biscoitos, por exemplo, identifique um público-alvo potencial que possui alergia a glúten, algo apenas alcançado por meio da coleta de informações.

A partir desses dados, a criação de uma linha de produtos que não leve farinha de trigo pode ser estudada. Dessa forma, a empresa está se posicionando estrategicamente no mercado. 

Destaque-se da concorrência

Garantir destaque: esse é um dos principais objetivos de qualquer empreendedor. Apesar da importância de ser facilmente reconhecido pelo público em meio a tantas ofertas, também é vital manter-se atualizado sobre o que os seus concorrentes estão fazendo.

A partir do conhecimento das ações de outras empresas, procure criar pontos que destaquem a sua. Entretanto, saiba a diferença entre manter-se atualizado e copiar estratégias.

A reprodução direta e exata transmite falta de credibilidade em relação ao público e ao mercado. O ideal é usar as ações dos concorrentes como parâmetro — como modelos a serem melhorados e aperfeiçoados. Sempre busque o seu diferencial.

Essa procura deve manifestar-se em variados níveis da organização. É preciso responder à pergunta: o que torna essa empresa única?

Invista no atendimento

Essa é uma das maneiras mais eficientes em destacar o seu negócio da concorrência e construir uma percepção positiva, ou seja, de trabalhar o posicionamento de marca.

O importante que determinado cliente não se sinta apenas mais um entre os vários da carteira de clientes. É vital fazer com que ele se sinta especial. Os funcionários responsáveis pelo atendimento devem ser constantemente capacitados e orientados. O nível de satisfação precisa ser alto.

Caso as vendas sejam realizadas em plataformas digitais, garanta o total funcionamento delas. Os sites precisam ser didáticos, funcionais e oferecer a possibilidade de contato direto por meio do envio de e-mail, ligação telefônica ou o próprio atendimento online.

Digamos que um indivíduo, apesar do grande interesse em um determinado produto, não consegue efetuar a compra no site online pois o endereço apresenta um defeito operacional, ou seja, a tela trava constantemente, conduzindo ao insucesso do pedido.

Ao tentar entrar em contato com a empresa por meio do 0800, todas as linhas estavam ocupadas e ele teve que esperar 30 minutos, quando, com impaciência, cancelou a ligação. Irritado, entrou no site do concorrente e achou um produto que dialoga melhor com os seus interesses.

O posicionamento de marca depende totalmente da especialização da oferta — ou seja, da segmentação — e do destaque em meio à concorrência.

As informações sobre o conjunto de ações foram úteis? Compartilhe o post nas redes sociais, troque experiências!

Sustentabilidade x valor de marca: como a embalagem pode ajudar?

Bons preços e qualidade de produtos e serviços ofertados não são os únicos elementos que garantem um bom posicionamento de mercado. As empresas precisam dar atenção à sua imagem, ao valor de marca, por meio de estratégias, como alinhar a sustentabilidade às suas embalagens.

Nesse sentido, a utilização de dispositivos de embalar que sejam mais favoráveis ao meio ambiente, além de incentivar práticas mais ambientalmente sustentáveis, faz com que o negócio seja percebido de uma maneira mais positiva — ponto fundamental para otimizar vendas.

Em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela empresa de logística Dotcom Distribution, foi identificado que 63% dos consumidores afirmaram que a utilização de embalagens sustentáveis tem grande importância.

Responsabilidade com a natureza e aumento do valor de marca. Listamos algumas informações sobre a associação desses dois elementos por meio do uso de embalagens sustentáveis. Confira!

Engaje os clientes

Considerando o atual cenário de revisão de práticas industriais e comerciais, além da alta conexão digital, os indivíduos têm maior conhecimento e interesse em ações que sejam menos nocivas ao meio ambiente.

Com a prática de embalagens sustentáveis, a sua empresa vai ser capaz de comunicar-se e estabelecer engajamento com esse tipo de cliente. Muitos exigem das empresas uma postura mais responsável em relação a esse ponto.

Dessa forma, o negócio vai estar capacitado para construir e gerenciar uma imagem que transmita um valor de marca sustentável, diferenciado-o dos concorrentes por meio desse reposicionamento. Com o crescimento do mercado, é preciso achar pontos que destaquem a empresa. Assim sendo, o lucro é otimizado, e o valor de marca, fortalecido.

Digamos que uma padaria resolva trocar todas as tradicionais embalagens e sacolas de plástico de seus produtos por materiais sustentáveis. Dessa forma, os clientes do estabelecimento têm nessa ferramenta uma consonância com suas sensibilidades ambientais.

A empresa, assim sendo, começa a interagir com o público de uma maneira que até então não era utilizada: por meio do acionamento e sensibilização de suas questões ideológicas.

Entretanto, a nova utilização pode gerar afastamento em indivíduos que não tenham conhecimento ou preocupação com a causa ambiental. A partir disso, é importante criar conteúdos para esse segmento de público, seja nas próprias embalagens ou em plataformas como redes sociais, sites e blogs, que expliquem a importância, necessidade e benefícios de ações desse tipo.

Transmita credibilidade

É preciso ter atenção para não abordar a sustentabilidade apenas como estratégia de vendas. Ela pode, sim, aumentar o lucro. Entretanto, os clientes estão cada vez mais atentos às práticas das empresas. Discursos vazios são facilmente percebidos e repelidos.

É preciso integrar a sustentabilidade a toda a cultura do negócio, não apenas ao setor de marketing e às campanhas estratégicas. Proponha ações, além das embalagens, que visem a manutenção e qualificação do meio ambiente.

Destine uma parte dos lucros a uma causa, elabore ações que promovam o plantio de árvores em um bairro, crie hortas comunitárias ou proponha coleta seletiva, dentre outras.

Integre o consumidor à sustentabilidade

Mostrar ao indivíduo os benefícios e ganhos ambientais da utilização desse tipo de embalagem é uma forma de criar diálogos mais próximos e fortes com ele.

Seja na própria sacola, pacote, caixa etc. ou em conteúdos criados para as redes sociais, blog e site da empresa, passar detalhes sobre o ciclo de produção, revelando detalhes logísticos e as economias e benefícios promovidos pela abordagem, é uma boa estratégia de interação. Pode-se usar inclusive dados estatísticos que mostram a redução do impacto ambiental, seja em florestas, no ar ou em rios a partir de ações ecologicamente zelosas. Tudo isso, é claro, resulta em pontos positivos para um negócio por parte do público.

Além disso, para os consumidores com menor conhecimento sobre práticas mais sustentáveis, promova um trabalho de conscientização e educação. Mostrar, nesses mesmos espaços, as consequências da utilização de materiais mais convencionais e nocivos e explicar termos que surgem na era da sustentabilidade é fundamental.

Expressões como eco-friendly, low-impact, dentre outras, não são apreendidas de maneira natural por muitas pessoas. Influenciar a educação socioambiental de indivíduos é também uma maneira de direcionar essas pessoas aos produtos e serviços da empresa, fidelizando-as.

Reduza gastos e aumente o valor de marca

Apesar de, inicialmente, não contemplar os clientes, a redução de custos ao utilizar embalagens sustentáveis pode flexibilizar e aumentar o orçamento da empresa para ações que se proponham a lidar de maneira mais direta com o valor de marca.

Práticas ambientais mais responsáveis são capazes de diminuir despesas, uma vez que a reutilização de determinados materiais é mais barata do que a aquisição de novos. A apropriação de lixo reciclado e a sua consequente transformação em embalagens pode ter menor custo do que a compra de plásticos e papéis industriais, por exemplo.

Além de ser uma estratégia que, por si só, constrói diálogos especiais com o público, a utilização de embalagens sustentáveis faz com que a empresa tenha maiores recursos para o investimento em ações de branding.

Faça parte de uma discussão global

Não abordar a sustentabilidade nas práticas de sua empresa pode passar a impressão, para muitos clientes, de desatualização. O assunto é cada vez mais discutido e apreendido em variados setores sociais, dentre eles, o comércio.

De acordo com consultores empresariais da Apsis Consultoria Empresarial, grande parte das firmas incluem na pauta de reuniões de trabalho temas relacionados às questões socioambientais. A sustentabilidade não é apenas uma tendência, mas uma realidade. Cabe a você integrar o seu negócio a esse movimento global ou não.

Muitas empresas que adotam práticas mais sustentáveis chegam a alcançar, segundo a Apsis Consultoria Empresarial, o dobro de rentabilidade. Qualidade dos produtos ofertados não é apenas o único ponto de avaliação dos clientes. Pautas sociais, cada vez mais, influenciam o ato de compra.

Sigamos o exemplo de uma petrolífera. Empresas envolvidas em escândalos de derramamento de petróleo em mares, normalmente, veem as suas ações cair drasticamente nas bolsas de valores e a retração de vendas. Entretanto, apesar da rapidez na queda, esse é um caso extremo.

Ao adotar práticas sustentáveis, porém, elas geram resultados a médio e longo prazo. E essas ações promovem uma maior estabilidade da percepção de marca.

Por meio da utilização de embalagens sustentáveis, a sua empresa pode fortalecer a sua imagem, otimizar vendas, reduzir custos e promover ações de cuidado com o meio ambiente.

As informações sobre a associação entre embalagens e sustentabilidade lhe foram úteis? Compartilhe o post com amigos nas suas redes sociais e descubra como eles vêm construindo o valor de marca de seus negócios!​

Gestão de qualidade: qual a importância da certificação ISO 9001

No universo da gestão empresarial, a gestão de qualidade é uma parte crucial para assegurar a conformidade de produtos e serviços, aumentar a satisfação dos clientes e promover o sucesso sustentável de uma organização.

Estruturar um sistema de gestão de qualidade pautado de acordo com os requisitos da norma internacional ISO 9001 é o melhor caminho para ter pleno êxito na conquista desses excelentes resultados.

Algumas pessoas, inclusive gestores empresariais, já ouviram falar dessa certificação, porém ainda não perceberam a dimensão da sua importância.

Quer saber mais sobre gestão de qualidade e todos os benefícios que a certificação ISO 9001 pode trazer para o seu negócio? Então, fique atento a cada linha deste post.

Por que a certificação ISO 9001 é importante?

Porque ela estabelece requisitos para sistemas de gestão da qualidade, em consenso estabelecido por 164 nações que são membros da entidade ISO (International Organization for Standardization). 

Essa organização não governamental com sede na Suíça é responsável pelo desenvolvimento de normas internacionais para padronização de produtos, serviços e sistemas, de modo a assegurar sua qualidade, segurança e eficiência.

Isso significa que, quando a sua empresa é certificada na ISO 9001, ela está demonstrando um padrão de qualidade aceito e valorizado em 164 países. Quer visibilidade maior do que essa para a sua marca?

Em consequência dessa extraordinária importância, as grandes corporações mundiais somente aceitam trabalhar com fornecedores que tenham um sistema de gestão de qualidade certificado na ISO 9001. Sendo assim, se a sua empresa quer ser parceira dos grandes players de mercado, obtenha a certificação o quanto antes.

Essa importância também se sustenta nos diversos benefícios que a implementação dos requisitos da norma ISO 9001 traz para a organização que opta por ter a certificação. Conheça alguns dos principais benefícios da gestão de qualidade: 

Incremento da produtividade

Ter produtividade significa produzir mais consumindo menos recursos — materiais, financeiros, humanos e temporais — e, claro, mantendo alto padrão de qualidade do produto ou serviço. É sinônimo de eficiência — conseguir o melhor rendimento possível com o mínimo de erros e/ou gastos efetivos.

Um dos princípios da qualidade em que a ISO 9001 se fundamenta é a abordagem de processo. Implementando esse princípio, sua empresa documenta toda a rotina de trabalho e identifica os processos críticos que impactam a conformidade de produtos e serviços e a satisfação do cliente.

A partir dessa informação documentada, sua equipe percebe os gargalos, podendo agir para desburocratizar e integrar processos, determinar controles mais eficazes, minimizar a possibilidade de falhas, aumentar a eficiência no consumo de recursos, eliminar desperdícios, evitar retrabalhos e melhorar a metodologia de execução. Tudo isso contribui significativamente para o aumento da produtividade da sua equipe interna.

Maior competitividade de mercado

Com a ISO 9001, a organização tem que determinar, monitorar e analisar criticamente as questões externas e internas pertinentes ao propósito empresarial e ao seu direcionamento estratégico, e que afetem a sua capacidade de alcançar os resultados pretendidos pelo seu sistema de gestão da qualidade.

Com isso, o autoconhecimento da empresa se amplia e o entendimento do contexto empresarial se expande, auxiliando no aprimoramento incremental das ações estratégicas, táticas e operacionais aplicadas na gestão do negócio.

Os requisitos da ISO 9001, quando bem implementados, capacitam a sua empresa para competir em igualdade de condições com as melhores empresas do mercado.

Além disso, a certificação ISO 9001 facilita o ingresso da sua empresa em mercados que exigem alto padrão de qualidade, possibilitando novas oportunidades de negócios no mercado nacional e internacional.

Melhor desempenho geral

Ao implementar a gestão da qualidade, a empresa estrutura seus processos internos de forma mais organizada e racionalizada, melhorando os fluxos de trabalho, comunicação e informações, favorecendo a elevação do nível de desempenho individual de cada departamento interno. Tudo isso somado conduz a empresa para um novo patamar de desempenho global.

Para garantir uma curva ascendente de desempenho, a organização passa a medir e monitorar os resultados dos processos críticos do negócio e a promover sua melhoria continuamente, o que gera um círculo virtuoso de progresso permanente e fomenta o desenvolvimento de ações para a sustentabilidade empresarial.

Índice de satisfação do cliente em alta

Quando a empresa implementa os requisitos para sistemas de gestão de qualidade da ISO 9001, tanto os clientes pessoa física quanto pessoa jurídica enxergam a empresa sob nova perspectiva, sabendo que ela se importa em fornecer produtos e serviços de qualidade que assegurem a satisfação do cliente e em cumprir com as exigências legais pertinentes ao seu setor econômico.

Assim, uma boa imagem empresarial se consolida na mente do cliente, e as chances de sua fidelização se ampliam sobremaneira. E nada melhor do que contar com uma carteira de clientes satisfeitos, já que custa menos reter clientes do que conquistar novos.

Melhoria na gestão de equipe

Para que o sistema de gestão de qualidade seja bem-sucedido, o engajamento das pessoas é imprescindível. Treinamentos, cursos e capacitações são as principais ferramentas de formação de competência, conscientização da cultura de qualidade e promoção do engajamento das pessoas, e são exigidos nos requisitos da ISO 9001.

Com esse investimento, a sua organização melhora significativamente a gestão de equipe, pois um colaborador engajado com a qualidade é aquele que tem compromisso com a geração de bons resultados, se empenha em cumprir os prazos e regras estabelecidos e traz sugestões de melhoria para os processos.

E o ponto alto: preocupa-se com a satisfação dos clientes internos — pessoas da equipe interna que interagem com o seu trabalho — e dos clientes externos — consumidores finais e/ou contratantes da empresa. Certamente, a sua organização quer uma equipe inteira que demonstre possuir todas essas qualidades.

Sem sombra de dúvida, a certificação ISO 9001 é muito importante para as empresas que buscam um caminho seguro e comprovado para realizar a gestão de qualidade com eficácia e sucesso garantido. O quanto antes sua equipe se empenhar nessa conquista, mais rápido colherá bons frutos. Então, mãos à obra!

Agora que você está ciente da importância da certificação ISO 9001, que tal deixar um comentário? Queremos saber a sua opinião e tirar suas dúvidas.

7 dicas para garantir um transporte seguro para seus produtos

Um dos principais fatores de uma logística eficiente, além do cumprimento de prazos, é a segurança das mercadorias. Infelizmente, o que não faltam são ameaças que interferem nas entregas de cargas, como as más condições das estradas, espaços inadequados de armazenamento e a criminalidade.

Por essas razões, falaremos um pouco mais da importância de ter um transporte seguro para seus produtos. No artigo de hoje, você conhecerá 7 maneiras de manter seus produtos mais protegidos até que cheguem aos seus clientes. Confira!

1. Invista em embalagens mais seguras

O design de suas embalagens, além de reforçar sua identidade visual, tem o dever de facilitar o transporte e proteger seus produtos. Essa proteção deve ser reforçada contra danos causados por impacto, luz do sol, umidade, altas temperaturas, insetos e outros agentes contaminadores.

Esse cuidado inicial é importante, pois não adianta culpar as transportadoras se você não for capaz de proteger suas mercadorias ainda na fábrica. Isso sem contar que, em caso de quebras de produtos, você gerará insatisfação em seus clientes e terá mais custos com trocas e reenvios.

Para facilitar um pouco a sua vida, considere o apoio de uma empresa especializada na fabricação de embalagens. Assim, você garante mais atratividade e proteção aos seus produtos, com um design pensado na simplificação do transporte.

2. Providencie uma armazenagem adequada

O espaço onde seus produtos são estocados antes e durante o transporte também exercem uma influência significativa na proteção das mercadorias. A segurança e a qualidade na armazenagem são fundamentais para manter as cargas protegidas de roubos, furtos, enchentes, deteriorações e contaminações.

Como nem todos os seus produtos são enviados de uma vez pelas transportadoras, é mais fácil ter um bom cuidado com eles enquanto aguardam a saída do estoque.

Você pode providenciar um galpão próprio ou alugar armazéns ou contêineres para guardar suas mercadorias. O importante é assegurar um espaço que não transforme o ambiente em uma estufa e que seja monitorado por uma equipe de segurança para garantir a integridade dos seus produtos.

3. Escolha uma transportadora correta

Quando os produtos saem do seu estoque, é o momento de se preocupar com a transportadora. Nessas horas, a idoneidade é a principal característica a ser buscada nas empresas capazes de realizar as entregas das suas mercadorias.

A análise das transportadoras deve ser feita com base em diversos critérios, como o compromisso com os prazos de entrega, treinamento e atualização dos motoristas, oferta de seguros para as cargas, qualidade e manutenção da frota e suporte e controle oferecido aos clientes.

Além desses fatores, é importante avaliar o histórico e a experiência dessas empresas no mercado. Para isso, você pode utilizar a internet, especialmente as redes sociais, para conferir a reputação das transportadoras por meio de avaliações feitas por outros clientes.

Questões como preços, meios de pagamento e tipos de contrato também são importantes, mas tente não colocá-las à frente logo de cara. A ideia é priorizar os aspectos que garantam a qualidade na entrega do serviço. Se as opções avaliadas se equivalerem nesses critérios, aí cabe uma comparação de preços e outros fatores de conveniência.

4. Utilize um sistema de rastreamento

Esse também é um dos critérios a serem avaliados na contratação de uma transportadora, mas como o item é importante, vamos destacá-lo com mais calma neste tópico.

Os sistemas de rastreamento, seja por GPS, aplicativos ou via satélite, são fundamentais para obter maior controle sobre a movimentação de suas cargas. Essa também é uma forma de monitorar a qualidade do serviço de entrega das transportadoras, ajudando a estreitar contatos e a agregar mais valor à relação com essas empresas.

Vale ressaltar que o sistema de monitoramento se trata de um diferencial importante, capaz de gerar informações estratégicas de avaliação das entregas, como as rotas traçadas, as paradas feitas, o tempo total de transporte e os possíveis incidentes.

5. Faça um seguro para as suas cargas

Como o transporte de mercadorias é uma atividade bem delicada e sujeita a problemas durante o percurso, o melhor é contar com um seguro para os seus bens. Eles podem ser oferecidos pelas transportadoras ou contratados com corretoras especializadas nesse tipo de cobertura.

Seja qual for o modelo, é bom você ficar de olho nos prejuízos pelos quais esses seguros se responsabilizam. Entre os principais riscos estão os roubos, furtos, acidentes de trânsito, acidentes no embarque e desembarque dos produtos, acidentes causados pelos condutores dos caminhões etc.

Quanto maior for a cobertura e o limite de ressarcimento, melhor será para a sua empresa. No entanto, não abra mão de negociar preços mais competitivos com as transportadoras e as seguradoras, já que, dependendo do valor do seguro, esse custo poderá encarecer demais seus produtos e torná-los menos atrativos.

6. Opte por entregas fracionadas

As entregas fracionadas não são as opções mais admiradas por indústrias e transportadoras. Dividir o envio de um estoque que poderia ser transportado de uma vez encarece o processo e o torna mais trabalhoso. No entanto, ele garante maior segurança e, em longo prazo, menos prejuízos às suas cargas.

Isso acontece porque, ao enviar todo o estoque em um mesmo caminhão ou comboio, você assume o risco de perder a totalidade de suas mercadorias de uma só vez. Mesmo que o seguro venha a te cobrir e a ressarcir a carga perdida, isso não eliminará a necessidade do retrabalho.

Por isso, o ideal é dividir seu estoque em camadas e abastecer seus clientes de forma fracionada. Lembre-se de negociar essas condições com as transportadoras para garantir um preço mais justo e com seus distribuidores para que o estoque deles não fique em falta.

7. Monitore os resultados constantemente

O trabalho de monitoramento deve ser conduzido internamente em sua empresa. Trata-se de estabelecer indicadores de desempenho de logística e acompanhar os resultados entregues pelas transportadoras. A finalidade é comprovar se o dinheiro investido está sendo bem gasto, ou seja, se está gerando o retorno esperado por você.

Nessa análise, é importante acompanhar métricas como a taxa de entregas dentro do prazo, taxa de entregas sem incidentes, taxa de produtos quebrados durante o transporte e o nível de satisfação dos clientes com a qualidade e a entrega das mercadorias.

Indicadores como esses geram um diagnóstico mais realista sobre a eficiência do transporte dos seus produtos. Eles ajudam você e os demais gerentes e diretores da empresa a tomarem decisões estratégicas mais inteligentes.

Esse tipo de análise é especialmente importante quando se trata da entrada em novos mercados, renovações de contrato com as transportadoras e investimentos em embalagens e armazenagem.

Consolidando o transporte seguro para seus produtos

Para garantir um transporte seguro para seus produtos, os cuidados devem contemplar todas as etapas desse processo. As medidas de proteção começam lá na escolha das embalagens, passando pela seleção de transportadoras e vão até a análise de qualidade das entregas.

Dessa maneira, você assegura que suas mercadorias cheguem intactas até seus distribuidores e, consequentemente, aos consumidores finais — resultando em maior satisfação e fidelização da clientela.

Agora que você sabe como organizar um transporte seguro para seus produtos, assine a nossa newsletter para receber outras dicas sobre logística, vendas e embalagens diretamente no seu e-mail!

Como reduzir custos com investimentos e matéria-prima?

Reduzir custos em uma empresa é uma das tarefas mais importantes rumo ao sucesso. Quanto menores são as despesas, maior é a margem de lucro do negócio assim, até os preços se tornam mais competitivos.

Além disso, ter mais recursos disponíveis é importante para fazer melhorias e ganhar destaque no mercado. Em um momento de crise, essa redução é ainda mais importante, já que dá robustez para o negócio e o ajuda a passar por um momento de baixa nas vendas.

Nesse sentido, reduzir custos com investimentos e matéria-prima pode ser uma ação estratégica se for feita corretamente. Veja, a seguir, como obter essa redução da maneira adequada.

Faça um planejamento

Para reduzir custos, especialmente com investimentos e matéria-prima, é necessário fazer um planejamento. Isso vai garantir que a empresa não perca determinadas oportunidades de economia e, ao mesmo tempo, impedir que a qualidade seja menosprezada no processo.

Comece avaliando a matriz de custos do negócio e entenda qual é o impacto de cada ação dentro das finanças. Dessa forma, será possível conhecer exatamente quais são os maiores custos e quais são as possibilidades de reduzi-los.

Feito isso, o próximo passo do planejamento consiste em determinar os níveis de redução. Estabelecer metas é importante porque trabalha a motivação de todos os envolvidos e contribui para um controle mais preciso sobre o que ainda precisa ser feito.

Se a expectativa é reduzir em 20% os custos com investimentos e matéria-prima em seis meses, por exemplo, essa meta deve ser estabelecida no planejamento.

Avalie o processo produtivo

Com a base de todo o processo criada pelo planejamento, o próximo passo inclui avaliar o processo produtivo em busca de pontos que possam ser otimizados. Especialmente do ponto de vista do uso de matéria-prima, essa é uma tarefa que pode contribuir intensamente para a redução dos custos.

Avalie, por exemplo, qual é o fluxo de trabalho. É possível que tarefas burocráticas e desnecessárias gastem mais matéria-prima do que o necessário. Além disso, algumas áreas desse processo podem exigir investimentos que não necessariamente trazem benefícios condizentes.

Além de mapear os processos, busque os números para compreender melhor quais são os gargalos do empreendimento. Se a quantidade de produtos finalizados é muito menor do que aquela que seria possível fazer com o montante de matéria-prima comprada, por exemplo, há falhas no processo.

Da mesma forma, se determinados investimentos não oferecem um bom retorno, é hora de repensar a sua existência dentro da realidade do negócio.

Reduza os desperdícios

Assim que a avaliação do processo produtivo for finalizada, será possível ter uma visão clara e completa a respeito dos desperdícios. Afinal, estes contribuem consideravelmente para tornar os custos do negócio mais pesados e precisam ser tratados de maneira prioritária.

Dessa maneira, é fundamental realizar ações que reduzam o desperdício. No processo produtivo, é preciso pensar em formas de garantir o máximo uso da matéria-prima. Quanto mais desperdício, maior é o gasto para comprar novos insumos para continuar a produção.

Por mais que o objetivo seja reduzir os custos, vale a pena pensar em investir recursos para reduzir esses desperdícios. Dependendo do caso, aumentar a automação de produção pode ser uma forma de reduzir a quantidade de matéria-prima que não se transforma em produto final.

Além disso, vale a pena cortar etapas que não agreguem valor ao produto e também repensar investimentos. Pode ser que um determinado investimento foi muito vantajoso no momento em que foi feito, mas talvez o panorama tenha mudado. Assim, é necessário fazer essa avaliação com bastante critério, de modo a reduzir o quanto você gasta.

Negocie com os fornecedores

A relação com os fornecedores impacta diretamente o quanto o negócio precisa gastar com matéria-prima. Uma relação mais longa normalmente oferece flexibilidade e condições diferenciadas, então é importante aproveitar essa questão.

Liste todos os fornecedores do negócio e, baseando-se no relacionamento, busque condições mais facilitadas. Essa negociação pode garantir descontos importantes para que você conquiste a desejada redução de custos.

Caso não consiga as condições adequadas, faça um levantamento de novos fornecedores. Cote preços e, a partir disso, negocie com eles condições melhores para que você possa fazer a troca. Se realizar essa tarefa de maneira correta, há grandes chances de que você consiga condições facilitadas e mais em conta.

Reavalie a tributação da empresa

A forma como a empresa é tributada não influencia apenas os custos do ponto de vista fiscal, por si só. Afinal, dependendo das características de tributação, a empresa também pode pagar menos na hora de fazer investimentos e de adquirir matéria-prima.

Assim, é necessário reavaliar a tributação da empresa de modo a conhecer quais são os resultados que podem ser melhorados. Dependendo do caso, pode valer a pena realizar a mudança de regime para aproveitar certos créditos fiscais obtidos pela compra de determinados insumos.

Empresas que importam matéria-prima, por exemplo, podem se beneficiar de algumas condições especiais que fazem com que o pagamento de impostos seja menor. Da mesma maneira, há programas que incentivam o investimento em tecnologia por parte de alguns negócios, levando a uma redução dos impostos a pagar.

Esse tipo de avaliação é mais complexo e precisa ser feito por um bom profissional da contabilidade. A partir disso, é possível definir quais mudanças devem ser feitas ou mesmo se elas devem ser realizadas.

Mensure os resultados das mudanças

Depois de colocar todas essas mudanças em prática é necessário mensurar os resultados. Esse tipo de abordagem vai garantir que a empresa tenha uma redução efetiva no que deve ser pago, de modo a aproveitar melhor os seus recursos.

Além de tudo, a mensuração serve para que a empresa compreenda se está ou não atingindo os objetivos inicialmente definidos no planejamento. Para tanto, defina métricas e indicadores de performance e escolha uma metodologia de avaliação. Com o acompanhamento dessas informações, é mais fácil fazer ajustes que levem a cada vez mais economia.

Portanto, para reduzir custos com investimentos e matéria-prima:

Para reduzir custos com investimentos e matéria-prima é necessário fazer um bom planejamento e levar em consideração pontos que vão desde o processo produtivo e seus desperdícios até as possibilidades de tributação. Com as mudanças, mensure os resultados obtidos e realize otimizações contínuas para garantir que a empresa continue se beneficiando.

E então? Essas dicas foram úteis para você? Comente e aproveite para dizer o que você pretende colocar em prática!

Por que terceirizar meus serviços de entrega?

Com a competitividade do mercado cada vez maior, é essencial que o transporte de produtos até o cliente seja realizado de forma rápida e otimizada. Muitas empresas já entenderam que um serviço de entrega eficaz é um diferencial importante para expandir seus negócios. Entretanto, é comum que surjam dúvidas quanto a melhor opção para montar esse esquema de transporte.

Afinal, por que terceirizar meus serviços de entrega? A resposta é também um dos motivos que faz com que as empresas de transporte terceirizado tenham sido cada vez mais procuradas.

Mostraremos aqui tudo o que você precisa saber sobre esse assunto e quais as razões para terceirizar o serviço. Confira!

Garantir profissionalismo

Quando surge a necessidade de realização de um processo específico diferente daquele que a empresa desempenha, em geral, é bem mais vantajoso contar com o apoio de profissionais especializados. Esse é um dos maiores benefícios de se terceirizar o serviço de entregas.

Investir em uma frota interna exige todo um trabalho de contratação e capacitação de funcionários, compra de veículos específicos, gestão de políticas de frotas, agendamento de entregas etc. É um trabalho complexo que, para empresas que não trabalham diretamente com isso, pode significar a criação de um setor inteiro, fora os custos do investimento.

A terceirização permite que você conte com profissionais capacitados e experientes na área, sem a necessidade de que você mesmo gerencie esses processos. Empresas de transporte terceirizado possuem toda a estrutura pronta para atendê-lo, inclusive veículos específicos para cada tipo de transporte.

Já imaginou, por exemplo, estar limitado a comprar um carro e uma moto e, em um determinado momento, precisar de dois carros para entregas diferentes? Ou então ter de enviar um carro para uma entrega pequena por não ter a moto disponível, gastando combustível e tempo desnecessários?

Ao contratar uma empresa terceirizada é possível estipular os tipos de transporte que você mais precisa e ser atendido exatamente dentro de suas necessidades. Isso gera uma economia de tempo e dinheiro que fará grande diferença no final do mês.

Além disso, em casos de problemas com os veículos, suas entregas não são comprometidas, pois outro veículo pode ser disponibilizado para substituir o que fica parado para manutenção.

Reduzir os custos

Citamos a vantagem de que, ao terceirizar o serviço de entrega, sua empresa abre mão da necessidade de criar e gerenciar uma frota particular. Esse fator, sozinho, significa uma economia gigantesca para o seu negócio. Ainda assim, ele não é a única fonte de redução de custos.

Dependendo do tamanho da necessidade de transporte, manter funcionários específicos para esse serviço pode significar um custo elevado. Principalmente para empresas que possuem pequenos volumes de entrega diários, a terceirização limita seus gastos com funcionários ao tempo que você utiliza o serviço.

Indo além, é possível renegociar com a empresa terceirizada um ajuste no contrato para aumentar ou diminuir o fluxo de entregas, de acordo com as variações que sua empresa possui na saída de produtos. Caso as vendas aumentem, você pode contar com um serviço de entregas maior. Caso contrário, sua empresa não desperdiça dinheiro com um serviço que não está sendo utilizado.

É importante lembrar que, apesar de sua empresa ficar dependente daquela empresa específica para a realização das entregas, a manutenção dos veículos é de responsabilidade da terceirizada.

Isso significa uma redução nos custos que seriam destinados à manutenção e substituição de veículos, já que esses profissionais possuem maior experiência para saber como gerenciar esses processos, o momento certo de fazer a manutenção ou comprar novos veículos.

Aumentar a eficiência do armazenamento

A otimização dos processos de entrega, graças ao bom atendimento da empresa terceirizada e a melhora do fluxo de transporte, impacta diretamente nas operações relacionadas ao estoque de sua empresa. O setor de logística é parte fundamental de uma empresa e deve ter a devida atenção.

Uma boa rotatividade nos produtos permite que a logística de sua empresa funcione de forma eficaz, evitando que os itens fiquem armazenados por tempo demais. O acúmulo desnecessário de produtos mostra um desalinhamento entre a produção e os processos de entrega, por isso é importante que o serviço de entrega não deixe a desejar.

Em casos de empresas que trabalham com produtos perecíveis, por exemplo, a saída rápida para entrega é essencial para evitar desperdícios e prejuízos financeiros.

Fique atento à rotatividade dos itens produzidos e avalie se seu serviço de entrega tem colaborado para uma logística mais eficaz. O impacto da terceirização nesses processos é significativo!

Garantir a satisfação do cliente

Com a evolução da tecnologia, a relação entre empresas e seus clientes está cada vez mais próxima. Por isso, garantir a satisfação com os produtos que você oferece é fundamental para manter a boa reputação de sua empresa. Nos dias de hoje, apenas um bom produto ou serviço não basta. É preciso entregar rápido e com eficácia.

Essa é a hora de investir nas relações com seus clientes!

A terceirização dos serviços de entrega permite que isso seja realizado da melhor maneira possível. Profissionais bem capacitados farão o transporte de maneira segura, garantindo a integridade de seus produtos. Isso mostra a seus clientes a seriedade com que você lida com as entregas e com seus consumidores.

Aliás, satisfação não significa apenas receber o produto rapidamente. Qualquer pessoa, ao receber uma entrega, repara nas condições de transporte. Quando falamos de empresas, essa avaliação é ainda mais rígida.

É aí que entra o diferencial de uma empresa terceirizada. Funcionários uniformizados, bem treinados e comunicativos, além de veículos em ótimo estado e adequados ao transporte de cada produto em específico, são alguns dos fatores que elevam a satisfação de quem recebe a entrega.

A experiência do cliente com seu produto começa já no primeiro contato. Por isso, é importante investir para que isso reflita em suas relações comerciais e, consequentemente, no financeiro de sua empresa.

Se você se perguntar “por que terceirizar meus serviços de entrega?”, verá que a melhor solução para as necessidades de sua empresa pode estar em um investimento mais seguro do que o longo processo de criação de uma frota.

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4 dicas de reposicionamento de marca para aumentar seu faturamento

Posicionar uma marca é uma tarefa especialmente importante quando se busca o seu sucesso. É esse posicionamento que define com quem a empresa fala, como ela fala e quais resultados espera alcançar a partir dessa comunicação.

No entanto, como o posicionamento está diretamente ligado à percepção dos clientes, é necessário ter em mente que ele precisa ser atualizado de maneira adequada.

Com um processo de reposicionamento de marca, não é só a mensagem que muda, mas também é possível aumentar o faturamento por meio dessa ação.

Para compreender como isso deve ser feito, veja 4 dicas de reposicionamento para colocar em prática.

O que é o reposicionamento de marca?

É um processo que visa a mudar a forma como a marca se estabelece perante os seus consumidores. Isso pode acontecer quando a sua percepção se torna negativa, a ponto de prejudicar os negócios ou o quando cliente muda naturalmente sua postura de compra.

Uma companhia que é vista como barata e com produtos de baixa qualidade pode reposicionar o seu nome para que a sua percepção passe a ser de uma empresa que possui produtos bons, porém acessíveis.

Esse é um processo que precisa ser bem estruturado, especialmente se feito quando a marca já possui uma boa imagem empresarial, mas quer melhorar ainda mais os seus resultados.

Qual é a importância do reposicionamento de marca?

Ao realizar esse processo, a marca consegue mexer com a percepção dos clientes. Se este reposicionamento for muito bem-feito, eventualmente a empresa vai conquistar completamente os seus objetivos, se posicionando da maneira adequada no mercado.

Esta é também uma forma de renovação da marca, inclusive da sua comunicação. Com isso, dá para se adaptar melhor às novas necessidades e expectativas por parte do consumidor.

Eventualmente, esse processo é capaz de atrair mais clientes, aumentar as vendas e melhorar o relacionamento que o público têm em geral com a marca.

Além disso, é uma forma de dar um novo fôlego para ela, que consegue ficar mais dinâmica e adaptada às mudanças tão intensas que acontecem em relação ao consumo.

Como fazer o reposicionamento de marca?

Como já foi dito, esse processo precisa ser muito bem estruturado. Se ele não for planejado da maneira certa, pode criar uma confusão com a percepção dos clientes já existentes e não alcançar os resultados com o público de maneira geral.

Assim, para acertar no processo, confira 4 dicas que podem ajudar:

1. Entenda qual é o posicionamento atual

Não tem como uma empresa fazer um reposicionamento sem entender, em primeiro lugar, qual é o espaço do mercado que ela ocupa no momento presente. Por isso, é importante fazer uma análise de sua posição atual.

Confira que tipo de mensagem a marca passa, qual é a abordagem realizada e se isso tem a ver ou não com a proposta do seu negócio.

Mesmo que seja transformado, o posicionamento de hoje permite que a marca utilize os pontos que deram muito certo e trabalhe aqueles que precisam de atualização.

2. Faça pesquisas de mercado

Para compreender melhor onde a marca está e, principalmente, para saber para onde ela deve ir, é fundamental fazer pesquisas de mercado. Afinal, ninguém melhor do que o seu cliente para dizer exatamente qual é o tipo de percepção atual e qual é a esperada futuramente.

As pesquisas de mercado devem se dividir entre saber como a marca é vista e entender pelo que o cliente se interessa atualmente. Assim, será possível fazer uma atualização de acordo com os interesses do público.

3. Use as ferramentas adequadas

Para fazer o reposicionamento, é possível mudar processos internos, como o atendimento ou a produção, de modo que se encaixem na nova identidade da marca. Esse procedimento deve ser feito de maneira completa para que os clientes sintam, efetivamente, uma mudança.

Além disso, também é preciso pensar na comunicação visual. As transformações devem estar presentes no que os clientes podem ver, de forma marcante. Para isso, utiliza-se o design inovador.

Como são os elementos mais importantes para a proteção do produto, as embalagens precisam ser atualizadas para carregar uma nova imagem. Alterar e modernizar o seu visual, assim como o do logotipo, são mudanças fundamentais para o reposicionamento de marca.

Dessa forma, é possível conseguir novas vendas e aumentar o faturamento da empresa. 

4. Comunique as mudanças

Uma vez que o processo esteja estruturado e em funcionamento, é importante comunicar as mudanças de maneira ampla ao público, de modo a gerar o máximo de interesse e atenção possíveis. Sendo assim, é relevante realizar novas campanhas de marketing.

Inclusive, vale a pena pensar em criar experiências próprias para os clientes, como parte do marketing sensorial. Assim, dá para fortalecer ainda mais o novo posicionamento do negócio.

Quais empresas tiveram sucesso no reposicionamento?

Como o mercado muda muito intensamente, é bastante comum que as empresas grandes do mercado passem por recolocações constantes.

A Ypê, por exemplo, começou a realizar um reposicionamento em 2015. Além de mudar o atendimento ao cliente, também passou a adotar o slogan “Vale Mais Cuidar”.

Diante da busca dos clientes que valorizam o meio ambiente, a empresa passou a transmitir uma mensagem focada exatamente na sustentabilidade.

Ao comemorar 25 anos, a rede de fast food Habib’s também passou por mudanças. A empresa atualizou seu logotipo e o deixou mais minimalista, além de criar uma loja conceito, com o objetivo de fazer seus clientes se sentirem mais confortáveis e ambientados ao espaço de compra.

De quebra, esse novo posicionamento teve como objetivo destacar a grande variedade de produtos da marca, além de seu excelente custo-benefício.

Outro exemplo é a marca O Boticário, uma das principais representantes de beleza do país. Em 2011, ela abandonou o logotipo verde e passou a adotar outro com tons mais femininos, trazendo a ideia de sofisticação com preço adequado para a vida das consumidoras.

Além disso, as embalagens de todos os produtos também foram transformadas para se adequar a essa nova comunicação e agradar o seu público.

Como você pode ver, o reposicionamento de marca deve ser feito através de planejamento, estrutura adequada e o uso de recursos comunicativos, contando com o auxílio de profissionais experientes de publicidade e propaganda.

Tudo isso contribui de forma substancial para a visibilidade da marca, tornando-a inovadora e competitiva. 

Não perca nenhuma boa dica para seu negócio! Curta a nossa página no Facebook e saiba mais sobre este e outros temas para aumentar seu faturamento.

Aprenda aqui 10 dicas para armazenar suas mercadorias

Armazenar mercadorias é um processo que precisa ser analisado e mapeado com cuidado pelas empresas. Algumas pessoas acreditam que é necessário apenas um local para guardar os produtos, mas a armazenagem vai muito além disso. Ela é uma das peças fundamentais no processo logístico, contribuindo para o bom funcionamento da cadeia.

Existem diversos fatores que devem ser considerados no momento da armazenagem. Pensando nisso, decidimos compartilhar, neste post, 10 dicas para você armazenar suas mercadorias da melhor maneira possível.

Acompanhe!

1. Organize a entrada e a saída das mercadorias

O importante em um sistema de armazenagem é realizar um controle de entrada e saída de todos os produtos no estoque. O ideal é investir em um software de gerenciamento de estoque que possibilite realizar esse controle de maneira mais automatizada.

No entanto, há casos de empresas que não possuem um sistema, por achar o investimento alto. Nesses casos, recomenda-se realizar o controle em planilhas de excel.

Todos os dados referentes ao produto deverão ser inseridos no documento, como, por exemplo: cadastro do item com as devidas características, quantidade estocada, data de entrada, endereçamento onde o item será armazenado. Posteriormente, quando a mercadoria sair, deverá ser realizada a baixa da quantidade, com registro da data de saída.

2. Escolha (bem) as embalagens 

Um dos itens fundamentais na armazenagem das mercadorias é fazer uma boa escolha das embalagens. É natural nos processos logísticos que as embalagens sejam manuseadas diversas vezes na distribuição, movimentação, armazenagem e no transporte.

As embalagens primárias são aquelas que envolvem o produto; já as embalagens secundárias são aquelas que protegem a primária, muito utilizadas na armazenagem das mercadorias.

Quando as embalagens são de qualidade, elas evitam a ocorrência de avarias do produto, ajudam na separação e identificação e otimizam o espaço de armazenagem. A paletização é, atualmente, muito comum na maioria dos armazéns, pois facilita o manuseio da mercadoria em grandes quantidades e traz ganho de velocidade na operação, entre outros benefícios.

3. Posicione os materiais corretamente

Na operação de um armazém, o gestor precisa preocupar-se com a agilidade dos processos, principalmente nos dias de maior pico. Com isso, as mercadorias precisam estar armazenadas no local correto para facilitar a localização. 

Desse modo, os armazéns utilizam a classificação através da curva ABC, onde: os materiais que possuem maior giro (A) ficam próximos da entrada e saída do armazém, para ganhar rapidez no momento da expedição, os materiais que possuem giro médio (B) ficam em posição intermediária e os materiais com baixo giro (C) ficam mais longe, pois não serão movimentados com tanta frequência.

4. Escolha uma infraestrutura adequada

O local escolhido para armazenar suas mercadorias deverá ter toda a infraestrutura necessária para um fluxo eficiente das operações.

Abaixo, seguem alguns aspectos que deverão ser considerados no momento da escolha do armazém:

  • pé direito alto — faz-se necessário devido às estruturas porta paletes e, caso no futuro, seja necessário ampliar o espaço, você poderá instalar mezaninos;
  • pisos resistentes ao peso dos materiais;
  • ambiente devidamente iluminado — de forma eficiente e econômica;
  • controles de segurança — o local deverá possuir câmeras e ser monitorado 24 horas por dia para a prevenção de roubos;
  • sistemas de detecção contra incêndio;
  • docas cobertas de carga e descarga com plataforma niveladora.

5. Defina um layout para armazenar suas mercadorias

Estruturar o layout de um armazém é uma tarefa que precisa ser mapeada para que o espaço seja o mais eficiente possível no dia a dia. Deve-se considerar o fluxo das operações e a movimentação de equipamentos, ferramentas e operadores.

Um dos objetivos, no momento de definir o layout, é utilizar todos os espaços disponíveis de forma organizada e flexível. É necessário sinalizar corredores e prateleiras e definir os locais onde ocorrerão as operações.

6. Cuide da organização do espaço físico

Organização, arrumação e limpeza são fatores indispensáveis para manter o estado de conservação do armazém e das mercadorias e ainda prevenir acidentes nos locais de trabalho.

É preciso ter cuidado ao deixar caixas no chão, pois elas podem atrapalhar a movimentação das empilhadeiras. Mantenha os locais de circulação sempre livres de materiais que não estão sendo utilizados. Esses itens devem ser descartados ou segregados em outro local delimitado com faixas. Realize faxinas frequentemente para evitar que mercadorias empoeiradas sejam enviadas para os clientes.

7. Compartilhe a gestão do estoque com o seu fornecedor

Muitas empresas definem que a gestão de estoque de matérias-primas e produtos acabados seja gerenciada pelos fornecedores, fabricantes dos produtos. Assim, o fornecedor tem acesso aos dados de estoque e fica responsável pela reposição do item quando o volume baixar, gerando rapidez e produtividade para o negócio.

8. Controle o seu estoque

Com o objetivo de realizar um controle de estoque confiável, é necessário gerenciar todas as entradas e saídas de matérias-primas e produtos acabados. O estoque físico precisa estar sempre igual ao estoque contábil.

Para evitar imprevistos desnecessários, por falta de insumos para produção ou alguma mercadoria para venda, mantenha sempre um estoque mínimo de segurança dos produtos que têm maior giro.

Se o produto da empresa tiver data de validade, é importante atentar-se a um sistema muito utilizado, que é o FIFO (sigla em inglês para “First in, First out”), que significa que o primeiro produto a dar entrada no armazém deverá ser o primeiro a sair. Com isso, você evitará o vencimento das mercadorias.

9. Realize inventários cíclicos

Para garantir uma boa acurácia do seu estoque, realize, com frequência, inventários. Desse modo, você garante a disponibilidade dos produtos. E, caso haja algum problema, você conseguirá se antecipar na resolução e tomar medidas necessárias para que os problemas não se repitam.

10. Use a tecnologia a seu favor

Investir em um bom sistema de gerenciamento de estoque é primordial para a empresa. No mercado, há opções de sistemas prontos e também de softwares que podem ser customizados de acordo com a necessidade dos negócios. 

A automatização traz muitos benefícios para os processos da empresa, como: emissão de relatórios, endereçamento dos produtos, redução de erros de dados que são inseridos manualmente, agilidade nas tomadas de decisões, gestão de custos, entre outros. 

O que achou das dicas de como armazenar suas mercadorias? Conhece mais alguma? Compartilhe! Deixe um comentário aqui no post!

Você conhece os 12 princípios básicos da armazenagem?

Desenvolver e aplicar estratégias inteligentes de logística é parte fundamental do processo de crescimento de toda empresa. O desempenho desse setor impacta diretamente no funcionamento interno e, consequentemente, nos resultados financeiros. E um dos fatores primordiais para se ter uma logística eficiente é ter atenção aos princípios básicos da armazenagem.

Entretanto, é comum que surjam algumas dúvidas em relação a esse assunto. O que muitos gestores não sabem é que, com a evolução dos estudos nessa área tão valorizada da logística, surgiram técnicas e conceitos para lidar com isso. Mostraremos aqui os 12 princípios básicos da armazenagem para que você saiba a melhor maneira de aplicá-los na sua empresa. Confira!

1. Planejamento

Em primeiro lugar, é fundamental possuir um planejamento de armazenagem bem definido. Comece verificando se as condições físicas e técnicas do espaço atendem às necessidades da empresa, considerando as características daquilo que será armazenado.

É preciso levar em conta o manuseio desses materiais, a eventual necessidade de equipamentos e treinamento para isso. Não se esqueça que a segurança dos funcionários deve ser sempre prioridade!

2. Flexibilidade operacional

Movimentação e manuseio, como citamos anteriormente, são fatores importantes para uma boa armazenagem. Por isso, é importante garantir que o ambiente operacional se adeque às necessidades desses processos.

Portas, corredores de acesso e docas, por exemplo, devem ser adaptados para facilitar a movimentação interna. Além disso, equipamentos e ferramentas destinados ao manuseio desses itens devem ser de fácil acesso.

3. Simplificação

Ao projetar esses espaços, lembre-se de que a possibilidade de receber e manusear os produtos de forma simultânea e ágil é fundamental para a otimização dos processos de logística.

Isso significa que o arranjo físico deve ser o mais simples possível, de forma a proporcionar um aproveitamento maior do ambiente. Os fluxos de entrada e saída precisam ser simplificados, de modo que a burocracia necessária, por exemplo, não seja um obstáculo à movimentação dos produtos.

É importante que os itens de chegada sejam logo armazenados, assim como sua saída seja facilitada pela disposição física do local.

4. Integração

Assim como é preciso que haja uma configuração física que possibilite a movimentação simultânea de itens a serem armazenados ou acessados, outros processos relacionados à logística devem ocorrer de forma integrada.

Documentação, notas fiscais e registros de entrada e saída, por exemplo, são itens que não podem ser simplesmente ignorados. Por isso, o processo de preenchimento deve ser integrado ao funcionamento geral da logística, e não apenas somado a ele.

Defina de forma clara em que momento cada um deve ser realizado para que eles não criem gargalos, atrasando o processo de armazenagem como um todo.

5. Otimização do espaço físico

Em relação à armazenagem individual de cada tipo de item, é fundamental que haja uma otimização da distribuição e localização desses materiais. Não só transporte e movimentação devem ser facilitados, como é preciso considerar a característica específica de cada produto.

Isso significa que você deve levar em conta o peso e tamanho dos itens, assim como questões como produtos líquidos, inflamáveis, perecíveis, entre outros.

Não se esqueça de que os produtos que possuem fluxo mais constante de entrada e saída precisam ser mais acessíveis e distribuídos de forma a não impedir o acesso a outros.

6. Otimização de equipamentos

Para garantir que os processos citados anteriormente não sejam prejudicados por falta ou mal-uso dos equipamentos de movimentação e transporte de itens armazenados, é importante desenvolver um planejamento que descreva os procedimentos de uso de cada ferramenta.

Isso significa, também, dimensionar e padronizar o sistema de uso desses equipamentos entre as equipes responsáveis. Dessa forma, a empresa não sofrerá com empecilhos gerados por falta de ferramentas suficientes para todos os funcionários, além de evitar gastos desnecessários com equipamentos que não possuem demanda de uso tão alta.

7. Verticalização

Uma das características de um bom planejamento para armazenamento é possuir o melhor aproveitamento possível do espaço vertical de cada área. Principalmente no que diz respeito a itens acessados com menor frequência. Portanto, o ideal é projetar um espaço de armazenamento que possibilite utilizar a altura de forma otimizada.

É importante lembrar que, para isso, você deve levar em conta questões como mobilidade, acessibilidade dos equipamentos e, principalmente, a segurança dos operadores responsáveis pela armazenagem.

8. Mecanização

Com a evolução da tecnologia, muitas áreas tiveram sua funcionalidade alterada de forma a economizar tempo e esforço em trabalhos antes realizados manualmente. A movimentação de materiais é uma delas.

A mecanização de certos processos pode oferecer um custo-benefício interessante para empresas que realizam a movimentação padronizada de certos materiais. Vale a pena estudar as alternativas que a tecnologia permite para a otimização do seu sistema logístico.

9. Automação

Outro conceito aliado ao de mecanização é o de automação dos processos de armazenagem e gerenciamento de informações da área de logística. Empresas que possuem um alto fluxo de entrada e saída de materiais podem conquistar grandes avanços com a automação de certas atividades.

Verifique as características específicas de sua empresa e as opções que sistemas especializados podem oferecer como soluções de otimização.

10. Controle

O alicerce de qualquer sistema de gestão interna de uma empresa é a realização de um controle eficaz dos processos. O controle de logística inclui não só planejar e implantar, mas acompanhar cada etapa dos sistemas de entrada, registro e armazenagem de cargas.

Além disso, é fundamental que se desenvolva um rígido controle sobre o inventário físico de produtos e mercadorias, o acesso realizado pelos funcionários e o registro de saídas e entregas, agilizando o processo de retirada.

11. Segurança

Assim como inerente a outros tópicos relacionados aos funcionários, o princípio da segurança também deve incluir a preservação dos itens armazenados. A integridade física de mercadorias deve ser ponto crucial do projeto da área de armazenagem.

Lembre-se de manter os profissionais bem capacitados e treinados para manusear corretamente equipamentos e cargas, preservando a segurança interna de toda a área e, consequentemente, a saúde financeira da empresa.

12. Preço

A gestão dos processos de armazenagem é fundamental para que você possa estipular os custos e investimentos necessários para que a empresa mantenha a área em bom funcionamento. Essas informações serão de grande importância para calcular as taxas corretas e repassar este valor ao produto final.

O resultado é um sistema que, de forma integrada, provê segurança e rapidez nos processos de armazenagem da empresa, garantindo a qualidade do trabalho realizado pela instituição.

Aplicando os princípios básicos da armazenagem

Agora que você já domina os princípios básicos da armazenagem, faça uma análise do seu sistema de logística e aplique esses conceitos!

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Entenda a importância do design de embalagens para a sua marca!

Muito se ouve que a primeira impressão é a que fica, e no design de embalagens essa máxima se encaixa muito bem. A embalagem, principalmente no varejo, é a principal forma de primeiro contato do cliente com um produto. Além da função básica de proteção, o design de embalagem pensa em diversos outros aspectos que são essenciais para a relevância do produto no mercado.

Pensar na embalagem de seu produto vai muito além de uma caixa. Os profissionais da área sabem lidar exatamente com o que você precisa para diferenciar seu produto, e agregar os valores – tangíveis e intangíveis – que os consumidores esperam. Além de influenciar o poder de decisão de compra do cliente, a embalagem pode atuar em diversos aspectos percebidos do consumidor.

Neste post, vamos entender mais como funciona o design de embalagens, e como ele é essencial para o fortalecimento do seu negócio.

O destaque pela embalagem

No mercado atual, em que somos inundados de novos produtos diariamente, a concorrência é bastante agressiva. Uma das formas de se sobressair neste cenário é buscar a diferenciação do produto diante dos demais.

Para ilustrar essa situação, imagine-se entrando em um supermercado, onde existem vastas prateleiras (algumas que são até mais altas que você) onde nem sempre é fácil achar o que você realmente está procurando. Em uma situação como essa, algum produto ali lhe chamou a atenção, influenciando a sua decisão de compra, e você acabou o adquirindo, mesmo que este não tenha sido o real motivo da sua ida naquela gôndola. Esse é apenas um dos exemplos de como a diferenciação pelo design de embalagem funciona de maneira prática no dia a dia.

Investir no design de embalagens é uma ferramenta essencial nessa competição. No varejo, a disposição de um determinado produto é determinada por diversos fatores, sendo que o principal é o investimento do fabricante naquele espaço (para que seu produto fique na altura dos olhos do cliente). Ter uma embalagem que se destaque pode ser um coringa para todo tipo de situação, favorável ou não.

Entendendo as funções da embalagem

Além de pensar na embalagem disposta na prateleira, os profissionais da área projetam pensando em diversos outros fatores de igual importância, como:

Proteção do produto

Uma das funções básicas da embalagem é a proteção ao produto, e o material da embalagem é um dos pontos cruciais para isso. Se seu produto é frágil, sua embalagem deve proteger o conteúdo de danos causados por impacto. Caso seu produto seja sensível a luz, proteções contra UV devem ser aplicadas na parte que está em contato com produto. Vários cenários devem ser analisados, pois diferentes fontes podem causar danos aos produtos, acarretando em um marketing negativo do produto e em prejuízos diretos à empresa.

Transporte e logística

Outra função básica da embalagem é a de transporte. A embalagem deve facilitar a logística, tanto na hora de armazenar quanto ao mover em grandes e pequenas escalas. Nesse caso, ainda deve-se pensar além da embalagem unitária, considerando a embalagem para transporte que sairá da fabricação e irá até o local de venda. Quando mais embalagens unitárias couberem, justapostas em uma outra embalagem (prezando ainda pela já mencionada proteção do produto), mais se economiza com transporte, pois menos viagens terão de ser feitas para transportar a mesma quantidade do produto.

Para saber mais sobre como o design pode influenciar a logística em larga escala, leia este artigo. Já quando pensamos na embalagem unitária do produto, ela deve ser um agente facilitador do transporte do produto pelo cliente, oferecendo praticidade e conforto.

Embalagem como ferramenta do branding

O branding é um conjunto de práticas que visam a construção, valorização e gestão de uma marca. Assim como o branding ajuda a pensar como sua marca se posicionará no mercado, a embalagem também atua nesse mesmo cenário.

O design da embalagem deve ser pensado para que o posicionamento do produto, a exposição da marca, e o fortalecimento da relação com o cliente seja feito da forma mais efetiva possível. A embalagem em display pode ser o primeiro contato de um novo cliente com o produto ou marca, então ali se tem uma enorme chance de fidelizá-lo.

Embalagem como ferramenta de marketing

O design de embalagem, quando pensado enquanto ferramenta de marketing, tenta orientar o posicionamento do produto no mercado, ao mesmo tempo em que tenta satisfazer os desejos dos consumidores-alvo. A embalagem pode ser uma forma de propaganda de prateleira da marca ou produto, pois é uma forma de contato direto com o consumidor. Além disso, a embalagem, quando bem desenvolvida, estabelece uma associação direta entre o produto e a marca com a qual ele se relaciona.

Embalagem para sustentabilidade

Atualmente, agir de forma sustentável é uma prática essencial para se destacar no mercado. Os materiais e dimensões devem ser projetados levando uma série de fatores em conta, incluindo formas de economia de matéria-prima. Considerando que muitas embalagens são descartadas após a compra ou uso do produto, o design de embalagem entra como uma alternativa a isso. Embalagens recicláveis, reutilizáveis ou já feitas através de matéria prima reciclada contribuem para um menor impacto ambiental, melhorando a imagem e premissa ecológicas do produto.

Investir no design de embalagens dá resultado

O resultado de uma recente pesquisa feita pela Confederação Nacional das Indústrias foi de que 75% das empresas que investiram em design tiveram aumentos nas vendas, sendo que 41% também conseguiram reduzir custos. A pesquisa ainda indica que o consumidor, quando se depara com produtos semelhantes, escolhe aquele que possuir a embalagem mais atraente e prática, estando disposto até experimentar novas marcas se elas possuírem essas características.

A vantagens de se investir no design de embalagens são diversas, e sua atuação é muito estratégica no mercado atual. Além de promover o destaque do seu produto, aumentar sua competitividade no mercado e fortalecer seu produto e sua marca, ele ainda permite influenciar a decisão de compra e fidelizar novos consumidores, ao mesmo tempo em que permite contribuir de forma sustentável para o meio ambiente, reduzindo custos de produção e transporte.

Se você já optou entre dois produtos por causa da embalagem, ou tem alguma embalagem preferida, conte sua experiência pra gente nos comentários!